Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: O Jovem Karl Marx

Avatar de Rodrigo Chinchio
Rodrigo Chinchio
29 de outubro de 2017 3 Mins Read

374770.jpg r 1920 1080 f jpg q x

É grande a importância de um filme como “O Jovem Karl Marx” em um mundo cada vez mais pendendo para a direita radical. Muitos que apoiam indivíduos como Donald Trump ou mesmo Jair Bolsonaro confundem os conceitos do comunismo com ditaduras retrógadas como a da Coréia do Norte e da Venezuela. Então, preferem apoiar o populismo desses ditos salvadores da pátria do que os “sujos comunistas”; assim mesmo, como se dizia na época da guerra fria. Só é uma pena porque o longa de Raoul Peck será restrito aos cinemas de arte depois que passar pela mostra e não atingirá uma parcela grande da população.  

Como o título entrega, os primeiros passos de Marx junto com seu amigo Friedrich Engels são esmiuçados pelo roteiro. Ficamos a par da vida desses homens e dos motivos que os levaram a pensar uma nova forma de organização social em contrapartida ao vigente capitalismo. Figuras como Mikhail Bakunin e Pierre Proudhon dão as caras para enriquecer ainda mais os ideais que serão base para o início da luta de classes. Vemos as agruras de Marx para expor suas ideias ao mesmo tempo que tenta sustentar sua família, assim como a angustia de Engels em fazer parte da classe industrial rica.

Falado em inglês, alemão e francês, a verborragia impera em um roteiro que precisa, em pouco mais de uma hora e quarenta de duração, explicar teorias e apresentar inúmeros personagens. A legenda atrapalha em alguns momentos se caso o expectador não conheça nada do que está sendo explicado ou mesmo não saiba pelo menos o básico do inglês. Mas nada que atrapalhe o propósito da obra. A ambientação de época é fiel, apesar de ser minimalista. Por isso não espere grandes passeios por Paris de 1844. Tudo é encenado em apartamentos e bares, o que provavelmente aconteceu de fato.

2qEQ58kh0CVUzZ0YLJGNQ2lGBnz

August Diehl traz um Karl Marx com explosões de arrogância e que tinha na convicção uma de suas maiores virtudes, enquanto Stefan Konarske faz de seu Friedrich Engels um ser gentil, que parece ter vivido em prol da genialidade do amigo, mesmo que seus escritos tenham sido tão geniais quanto.  

Academicamente filmado, “O Jovem Karl Marx” não pretende ser tecnicamente arrojado e sim ser um manifesto audiovisual. A câmera não tenta endeusar os personagens, ela sempre fica parcialmente afastada, em plano americano. O preto e o cinza das vestimentas, assim como os ambientes escuros da fotografia só são contrastados quando uma bandeira vermelha é estendida no lugar onde foi formada a primeira associação de trabalhadores. A confecção do Manifesto Comunista é para onde converge a narrativa e é a partir dele que eclodiram, em 1848, revoluções em toda a Europa – a chamada primavera dos povos. Frases do manifesto são narradas, enquanto pensamos no que mudou de lá para cá. É utópico pensar em uma sociedade socialista na nossa realidade moderna, mas é necessário que Marx e Engels sejam lidos e entendidos, para que um pouco deles se infiltre em nosso dia a dia. Será possível?

* Filme assistido na 41ª Mostra de Cinema de São Paulo. Até o lançamento dessa crítica ainda não tinha uma data de estreia definida para o Brasil.

Reader Rating4 Votes
7.8
8

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

CinemaMostra SPparis

Compartilhar artigo

Avatar de Rodrigo Chinchio
Me siga Escrito por

Rodrigo Chinchio

Rodrigo Chinchio é colaborador da Woo! Magazine, onde escreve sobre cinema com a autoridade de quem se formou cinéfilo garimpando pérolas nas videolocadoras. Especialista em encontrar filmes que o algoritmo jamais recomendaria, mantém em seu quarto uma coleção de Blu-rays e DVDs que rivaliza com qualquer acervo físico do país, e que ainda o impede de ver a própria cama.

Outros Artigos

IMG 1359
Anterior

Resenha: Objetos Cortantes, de Gillian Flynn

pmm show pabllo 18 e1510109191298
Próximo

Prêmio Multishow 2017: um pouco do que rolou na grande noite de música nacional

Próximo
pmm show pabllo 18 e1510109191298
29 de outubro de 2017

Prêmio Multishow 2017: um pouco do que rolou na grande noite de música nacional

Anterior
29 de outubro de 2017

Resenha: Objetos Cortantes, de Gillian Flynn

IMG 1359

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade
    Banner
    Banner
    Banner

    Posts Recentes

    Rolling Stones new album
    Rolling Stones fecham acordo para cinebiografia com a 101 Studios
    Cesar Monteiro
    Foo Fighters - Rock in Rio 2026
    Foo Fighters | Duas Horas Foram Tudo o Que o Rock In Rio 2026 Precisava
    Daniel Gravelli
    Rock in Rio 2026 - Letreiro
    Primeiras Impressões | Rock In Rio 2026 Está Mais Enxuto, Digital e Com Um Sunset Que Respira
    Aimée Borges
    Nova Twins no Rock in Rio 2026
    Rock in Rio 2026 | Nova Twins Estreia na Cidade do Rock Com Peso, Mosh e Palco Mundo Ainda Esvaziado
    Aimée Borges
    Di Ferrero no Rock in Rio 2026
    Rock in Rio 2026 | Di Ferrero Abre o Sunset Com NX Zero, Nirvana e Nostalgia em Alta
    Aimée Borges

    Posts Relacionados

    Anne Hathaway em O Diabo veste Prada 2 filme

    2026 é o Ano de Anne Hathaway | Do Ranço da Internet ao Monopólio das Telonas

    Junior Fernandez
    4 de setembro de 2026
    Maria de Maria - Nanda Costa 01

    Nanda Costa Vira Ex-Cangaceira em Faroeste Brasileiro Que Terá Estreia Mundial no Festival do Rio

    Gabriel Fernandes
    4 de setembro de 2026
    Espermagedom

    Espermagedom Coloca o Porta dos Fundos na Corrida Mais Absurda do Cinema

    Daniel Gravelli
    3 de setembro de 2026
    Sonho para a Mostra

    A Lista dos Sonhos | 7 Filmes de Cannes e Veneza que Precisam Chegar à Mostra de SP 2026

    Rodrigo Chinchio
    3 de setembro de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx