Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Um homem de família

Avatar de Lorena Freitas
Lorena Freitas
14 de maio de 2017 3 Mins Read

unspecified 1Uma tragédia familiar é sempre um argumento capaz de promover mudanças profundas no mais frio dos indivíduos. Essa receita (já um pouco clichê) de roteiro tem forte potencial para emocionar diversos perfis de expectadores. Nessa linha o novo longa estrelado por Gerard Butler – “Um homem de família” – chega às telas no dia 18 de maio, e promete ser uma opção interessante para quem gosta de dramas familiares.

O filme dirigido por Mark Williams (II) (“O contador” e “Um plano brilhante”) narra a vida do Headhunter Dane Jansen (Gerard Butler). Dane tem papel de liderança em uma empresa, comandando uma equipe de caçadores de talentos que fecham contratos com generosas taxas de serviço, acumulando milhões para sua empresa. Bom em seu trabalho, o personagem mostra um lado picareta e frio de desempenhar sua função, agindo sem culpa em transações que sabidamente prejudicarão pessoas de bem que confiam em seu trabalho. A lógica da empresa dirigida pelo mercenário Ed Blackridge (Willem Dafoe) é o lucro independente do custo. Esse custo, no entanto, não recai somente sobre os usuários por vezes lesados, mas também sobre os funcionários que precisam abdicar das vidas pessoais em prol do crescente patrimônio de Ed.

Dane segue e aceita esta lógica. Seu perfil workaholic ao mesmo tempo que o torna um dos melhores no que faz, também o afasta de sua família e (como consequência) do crescimento de seus três filhos pequenos. Entre as fortes demandas que sofre, Dane opta sempre por atender àquelas vindas de seu trabalho, justificando sua ausência em casa com um discurso raso de “patriarca provedor” que vai se tornando cada vez mais machista e autoritário.

Ao ser cotado para substituir Ed, Dane se envolve em um desafio com sua colega/concorrente Lynn Voguel (Alice Brie) e passa, então, a guiar sua vida ainda mais em função de seu trabalho. Como uma infeliz coincidência exatamente neste período seu filho é diagnosticado com leucemia, e sua rotina se torna um turbilhão de pressões e medos.unspecified 7

A direção de Mark Williams (II) atrelada ao roteiro de Bill Dubuque conseguem trazer um contraponto interessante entre a agilidade e o barulho do universo empresarial com o silêncio vazio do ambiente conjugal. A figura Dane, que é o elo entre ambos, aos poucos passa a misturar a conduta entre universos, e a se perder entre suas prioridades.

O longa discute, em suas entrelinhas, a importância da presença paterna na criação dos filhos. Mostra de forma sensível as carências sob a ótica da esposa, que vê o marido negligenciar a si e aos filhos; e sob a ótica do filho mais velho Ryan (Max Jenkings (II)). A forma como a relação familiar passa a mudar com a doença de Ryan expõe os vazios deixados por um pai ausente. E, neste ponto, o roteiro foi competente. Uma crítica que há de fazer, no entanto, é sobre a forma rápida como a vida pode recompensar uma pequena mudança de comportamento, trazendo a sensação de que aquilo que se faz de ruim ao longo de décadas pode ser redimido em poucas atitudes boas e honestas. Ainda que a ideia central seja bacana ao mostrar que as escolhas ditam caminhos, faz parecer que acertos valem mais que os erros (mesmo quando devastam outras vidas).

Movido pela paixão de Ryan, o filme apresenta uma visão romântica da cidade de Chicago, mostrando um pouco da história de alguns de seus prédios. O amor do menino ao universo arquitetônico é intenso e sensorial. Ao mostrar essa relação, de alguma forma também envolve o seu pai em um reencontro com a própria essência.

O trabalho de preparação dos atores também merece destaque. Não só por apresentar caras novas com interpretações consistentes, mas também pela atuação do pequeno Max Jenkings. E neste ponto, deve-se também contemplar o trabalho da equipe de caracterização para criação da figura do personagem Ryan.

O longa é emocionante mas com a pequena falha de ceder aos clichês em momentos importantes. Certamente é uma boa opção para assistir em família.

Reader Rating0 Votes
0
7

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

CinemaEstreiaGerard Butler

Compartilhar artigo

Avatar de Lorena Freitas
Me siga Escrito por

Lorena Freitas

Geógrafa por formação, bailarina por amor e crespa por paixão, Lorena é uma estudante carioca que passa a vida em busca de soluções capazes de melhorar a qualidade de vida. Como boa taurina: é boa de garfo (e como come!) e amante das artes. Por isso se aventura em danças e circos para deixar a vida mais leve! Tem uma cabeça grande que nunca para de trabalhar e divide aqui na WOO suas loucuras e delícias.

Outros Artigos

youtube
Anterior

Youtube e o fluxo da consciência

262436
Próximo

Crítica: Guarnieri

Próximo
262436
14 de maio de 2017

Crítica: Guarnieri

Anterior
13 de maio de 2017

Youtube e o fluxo da consciência

youtube

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    American Horror Story 13 AHS FX
    American Horror Story | 13ª Temporada Traz Coven de Volta e Episódios Mais Curtos; Veja Teaser
    Nick de Angelo
    Corinthians Depay Contrato 03
    Memphis Depay Deixa O Corinthians Após Impasse Com Stábile | Entenda A Crise Nos Bastidores
    Bruno Baptista
    Caravan SandWitch Epic Games Store
    Epic Games Libera Jogo De R$ 43,99 De Graça Por Tempo Limitado
    Gabriel Fernandes
    Zubeldía 01
    Fluminense Demite Luis Zubeldía Após Empate Pela Libertadores
    Marco Leal
    Cangaço Novo
    Cangaço Novo: Temporada 1 | O Faroeste Brasileiro Que Faz da Herança Uma Ferida
    Daniel Gravelli

    Posts Relacionados

    Filme Barbie

    Barbie 2 em Risco | Impasse Salarial Pode Fazer Mattel Perder os Direitos do Filme

    Rodrigo Chinchio
    12 de agosto de 2026
    O Fim da Rua - 02

    “O Fim Da Rua” Surpreende Ao Reinventar Os Filmes De Dinossauros

    Gabriel Fernandes
    12 de agosto de 2026
    Várzea - CINEFOOT 16

    Primeiro Festival, Primeiro Troféu | “Várzea” É Premiado no CINEFOOT 16

    Lalla
    12 de agosto de 2026
    Chris Evans

    Chris Evans Revela Arco Cruel de Steve Rogers em Vingadores: Doutor Destino

    Aimée Borges
    12 de agosto de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx