Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica – Boneco do Mal

Avatar de Daniel Gravelli
Daniel Gravelli
24 de fevereiro de 2016 3 Mins Read

A psicologia por trás do sobrenatural 

15879049 1633408546953553 88937160 n

Quem assistir ao trailer do filme “Boneco do mal”, e/ou vê o pôster do mesmo, logo vai pensar que trata-se de um novo “Chuck”, contudo se for ao cinema vai perceber que existe muito mais pano para manga do que um simples filme com cunho sobrenatural.

Trata-se de uma história peculiar, diferente, com um toque conservador, capaz de criar uma aflição durante toda projeção. É importante dizer que o filme ganhou um título brasileiro errado, o original “The Boy” ( O Garoto) é muito mais ousado e pertinente a história.

O enredo gira em torno de uma mulher (Greta Evans) que vai para Inglaterra, tentando fugir de seu passado. Ao chegar no país ela acaba aceitando um emprego de babá para cuidar do filho de um casal um tanto quanto excêntrico. O local, completamente afastado, trata-se de uma antiga mansão, aos moldes de um pequeno castelo, onde não existe nenhuma tecnologia, a única comunicação com o mundo exterior é um antigo telefone. Quando é apresentada pela família a tal criança que deveria se encarregar percebe que trata-se de um boneco de porcelana, mas os pais estão convencidos que o mesmo é o filho deles. Precisando do dinheiro, e evitando contrariar a família, ela aceita o trabalho e recebe uma lista com regras para seguir. Quando os pais do garoto saem de viagem ela acaba fazendo tudo ao contrário e ignora completamente os preceitos, deixando o “boneco” de lado. Todavia, a partir daquele momento, coisas estranhas começam a acontecer no local.

Inclusive a própria descrição de uma simples sinopse faz do filme algo normal e/ou batido. Mas, garanto, a produção de “Boneco do mal” é superior a muitos outros filmes do gênero.

A começar pelo roteiro, escrito pela novata Stacey Menear, que consegue brincar com o sobrenatural de maneira leve e acaba causando certa tensão ao público. A narrativa é desconstruída através de diferentes camadas que são, aos poucos, apresentados através de algumas boas reviravoltas. O ponto negativo dentro do roteiro são alguns sustos óbvios que poderiam ter ficado de fora.

15857713 1633408550286886 1306964303 o

William Brent Bell (responsável pelo terror “A Filha do mal”), realiza um filme com paciência e faz com que o espectador também a tenha. Através de travelling’s (movimentos de câmara) passeia pela casa mostrando detalhes importantes para o desenrolar da história, ao mesmo tempo que trabalha planos mais próximos para revelar a expressão das personagens e, principalmente, o estranho/perfeito rosto do boneco.

Entretanto a fotografia de Daniel Pearl é a grande sacada do filme, a carta coringa que eleva com inteligência a realização de Bell a outro patamar ao se divertir com a iluminação, fazendo-a proporcionar mais vivacidade ao boneco imóvel.

A direção de arte e figurino são extremamente impecáveis, tornando-se também um ponto essencial para a verossimilhança e teor psicológico estabelecido no filme. A mesclagem de tons  cinzas, com vermelho, marrom e preto, causam uma impressão mais antiquada as cenas e propõe um ar depressivo que propicia grande diferença.

Após anos vendo historias batidas de terror no cinema, preenchidas por clichês e outros exageros, “Boneco do mal” torna- se uma espécie de alegria, bastante significativa para o mercado, e ainda traz um final de certa forma surpreendente.

Produção
7.6
Roteiro
7.8
Direção
7.5
Fotografia
8
Arte e Figurino
7.6
Reader Rating0 Votes
0
7.7

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

psicologicoTerror

Compartilhar artigo

Avatar de Daniel Gravelli
Me siga Escrito por

Daniel Gravelli

Daniel Gravelli é diretor e cofundador da Woo! Magazine, especialista em comunicação, storytelling e cultura. Com mais de 30 anos de experiência no mercado cultural como diretor, produtor, ator e roteirista, traz para a Woo! um olhar único sobre a arte e seu potencial de conexão humana. Escreve sobre entretenimento, comportamento e tudo que movimenta o cenário cultural brasileiro.

Outros Artigos

Anterior

No Escurinho: Crítica – Como ser solteira

15782471 1631289713832103 181717132 n
Próximo

Crítica – 50 Tons de preto

Próximo
15782471 1631289713832103 181717132 n
24 de fevereiro de 2016

Crítica – 50 Tons de preto

Anterior
24 de fevereiro de 2016

No Escurinho: Crítica – Como ser solteira

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade
    Banner
    Banner
    Banner

    Posts Recentes

    O Beijo do Vampiro - capa promocional da novela com Tarcísio Meira
    O Beijo do Vampiro Completa 24 Anos | Relembre A Novela Que Marcou A TV
    Jéssica Meireles
    A Sociedade dos Poetas Mortos Dead Poets' Society Disney+ 1
    Romantizar o Agora: A Sociedade dos Poetas Mortos Envelheceu Mal?
    Samara Norberto
    Ponto Sem Retorno 20th Century Studios The Dog Stars 4
    Ponto Sem Retorno | Ridley Scott e Jacob Elordi Lideram Novo épico pós-apocalíptico nos cinemas
    Roberto Rezende
    Maroon 5 - Banda
    Maroon 5 Em São Paulo | As 10 Músicas Mais Ouvidas Pelos Brasileiros e o Show No Nubank Park
    Roberto Rezende
    Paramount Warner Bros Fusão Cancelada 3
    Paramount e Warner Bros. | Califórnia Cancela Negociação e Aumenta Tensão Sobre Fusão de US$ 110 bilhões 
    Luís Gustavo Dias

    Posts Relacionados

    A Sociedade dos Poetas Mortos Dead Poets' Society Disney+ 1

    Romantizar o Agora: A Sociedade dos Poetas Mortos Envelheceu Mal?

    Samara Norberto
    26 de agosto de 2026
    Ponto Sem Retorno 20th Century Studios The Dog Stars 4

    Ponto Sem Retorno | Ridley Scott e Jacob Elordi Lideram Novo épico pós-apocalíptico nos cinemas

    Roberto Rezende
    26 de agosto de 2026
    Muito Prazer Jorge Furtado Elo Studios 1

    Muito Prazer | Entre a Decadência do Deleite e o Império dos Algoritmos, o Voyeurismos com Inteligência

    Junior Fernandez
    25 de agosto de 2026
    Homem-Aranha - Um Novo Dia (Tom Holland)

    “Homem-Aranha: Um Novo Dia” Faz História e Supera “Vingadores: Ultimato” nos EUA

    Gabriel Fernandes
    25 de agosto de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx