Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Pai em dose dupla 2

Avatar de Luiz Baez
Luiz Baez
22 de novembro de 2017 3 Mins Read

5097616.jpg r 1280 720 f jpg q xSete anos após a estreia da dupla em “Os outros caras” (The other guys) e dois anos após a reedição em “Pai em dose dupla” (Daddy’s Home), Will Ferrell e Mark Wahlberg reúnem-se outra vez em “Pai em dose dupla 2” (Daddy’s Home 2), aposta da Paramount para os feriados de fim de ano. Mais que uma mera sequência, contudo, esta nova produção pode ser entendida como uma releitura do original.

Se a comicidade confiava em 2015 na oposição entre o atrapalhado padrasto Brad (Ferrell) e o descolado pai Dusty (Wahlberg), agora cada personagem ganha uma companhia de luxo: John Lithgow e Mel Gibson, respectivamente. Os experientes atores dão vida aos avós da família, que a ela se juntam para comemorar o Natal. Dois pares de pai e filho formam-se então: Ferrell e Lithgow, de fisicalidade desengonçada e jeito ingênuo, e Wahlberg e Gibson, de porte físico atlético e postura rebelde. O talento dos quatro resulta em uma divertida interação, com corpos e falas bem trabalhados para ir além da previsibilidade das piadas e da condição arquetípica de seus papéis. 

O roteiro de Sean Anders, construído novamente a partir das radicais diferenças entre Brad e Dusty, desta vez somadas ainda àquelas entre seus pais Don (Lithgow) e Kurt (Gibson), reaproveita em grande parte situações do primeiro longa-metragem. Uma bola de neve substitui uma bola de basquete em uma cena, um cortador de grama substitui uma motocicleta em outra, mas nada parece realmente novo. O mais interessante não está no filme em si, mas no diálogo que estabelece com seu predecessor.

Explica-se: Anders usa muitas vezes a metalinguagem para reconhecer os problemas do original. Não é à toa que a personagem Sara (Linda Cardellini) reivindique em determinado momento sua voz na criação dos filhos. Antes apenas objeto de disputa entre dois homens, uma “mulher troféu”, ela tem agora papel mais ativo. O mesmo acontece com sua filha, Megan. É ela, e não o amedrontado irmão Dylan, que se interessa pela atividade da caça e impressiona o conservador avô Kurt com o manejo do rifle. A franquia “Pai em dose dupla” abre-se, portanto, à discussão e, mais que isso, à reversão dos estereótipos de gênero por ela anteriormente construídos.

Pai em Dose Dupla 2

Os recursos metalinguísticos do diretor e roteirista Sean Anders, discretos ao longo dos primeiros atos, explicitam-se na sequência final. Ambientada dentro de um multiplex, ela resgata a crença no cinema enquanto experiência coletiva, lugar de encontro entre anônimos e de compartilhamento de emoções. E o faz de maneira despretensiosa, sincera. É um encerramento ideal para um filme que reconhece suas limitações, mas de todo modo valoriza a importância de sua existência. Graças a esse entretenimento voltado para as massas e visto em conjunto por famílias do mundo todo, afinal, as salas de exibição sustentam-se e continuam vivas.

“Pai em dose dupla 2” é, por fim, mais consciente que seu antecessor, embora reaproveite muito de sua estrutura e nunca se justifique como sequência. Pode, ainda, não trazer significativas contribuições narrativas e estéticas, uma vez que segue rigorosamente o formato típico de uma comédia de fim de ano, mas a sua honesta simplicidade e o seu descontraído elenco devem encantar os espectadores e provocar algumas risadas.

* O filme estreia dia 23 de novembro, quinta-feira.

Reader Rating3 Votes
4.5
5

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

ComédiafamiliaNatal

Compartilhar artigo

Avatar de Luiz Baez
Me siga Escrito por

Luiz Baez

Carioca de 25 anos. Doutorando e Mestre em Comunicação e Bacharel em Cinema pela PUC-Rio.

Outros Artigos

Gnut 00
Anterior

GNUT, uma HQ que explora os limites da narrativa

Punisher
Próximo

Justiceiro – Dos quadrinhos para a Netflix, uma adaptação fiel?

Próximo
Punisher
22 de novembro de 2017

Justiceiro – Dos quadrinhos para a Netflix, uma adaptação fiel?

Anterior
21 de novembro de 2017

GNUT, uma HQ que explora os limites da narrativa

Gnut 00

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Steve “Lips” Kudlow
    Por Que os Ingressos Ficaram Proibitivos? | Steve “Lips” (Anvil) Explica a Economia Por Trás das Gigantes do Metal
    Cesar Monteiro
    Cartaz do Afropunk Experience Rio de Janeiro 2026
    AFROPUNK Experience Rio de Janeiro | revelado line-up completo da edição 2026
    Amanda Moura
    O Mandaloriano, na metade direita da tela, em uma paisagem de floresta, com Grogu no ombro. Imagem de "O Mandaloriano e Grogu".
    O Mandaloriano e Grogu | Filme Resgata a Essência Clássica de Star Wars nos Cinemas
    Gabriel Fernandes
    João Gomes no ARVO 2026
    ARVO 2026 | João Gomes entrega presença, carisma e uma noite para não esquecer
    Nina Tobal
    Quem é Jota.pê
    ARVO 2026 | Quem é Jota.pê? O artista que parou o show de João Gomes
    Nina Tobal

    Posts Relacionados

    O Mandaloriano, na metade direita da tela, em uma paisagem de floresta, com Grogu no ombro. Imagem de "O Mandaloriano e Grogu".

    O Mandaloriano e Grogu | Filme Resgata a Essência Clássica de Star Wars nos Cinemas

    Gabriel Fernandes
    19 de maio de 2026
    Javier Bardem

    Javier Bardem em Cannes |  Ator Critica Trump, Associa Masculinidade Tóxica a Conflitos Globais e Alerta para Crise na Mídia

    Rodrigo Chinchio
    17 de maio de 2026
    Fica Comigo Esta Noite

    Fica Comigo Esta Noite | Como o Silêncio Desgasta o Amor

    Ithalo Alves
    16 de maio de 2026
    Filme Michael

    Michael | Como o Filme Reacendeu o Legado de Michael Jackson Através dos Fãs

    Jéssica Meireles
    16 de maio de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx