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CríticaFilmes

Crítica (2): A Chegada

Avatar de Marya Cecília Ribeiro
Marya Cecília Ribeiro
20 de novembro de 2016 3 Mins Read

552532.jpg r 1920 1080 f jpg q xSe você fosse capaz de ver seu futuro e soubesse que ele estaria cheio de sofrimento, mas com vários momentos felizes, ainda assim escolheria vivê-lo? A Chegada nos faz questionar diversas coisas, inclusive o que queremos de maneira profunda, aquele desejo que está tão enterrado em nós mesmos, que nunca vê a luz do dia.

A Dra. Louise Banks é uma professora de faculdade com dolorosas perdas pessoais e uma habilidade extraordinária para línguas, o que a torna primeira opção quando naves extraterrestres invadem o planeta e o governo dos Estados Unidos precisam de alguém para traduzir o que os “ETs” falam.

Enquanto lida com esse processo de dor, Louise mergulha no trabalho, tentando desvendar o que eles querem enquanto mantém-se cuidadosa para que seu ofício não desencadeie uma série de graves situações que pode culminar em várias guerras.

A Chegada não é um filme usual. De nenhuma maneira você conseguirá classificá-lo em uma lista de películas já lançadas sobre vida alienígena. Até porque ele fala sobre muitos mais que isso. Nossos visitantes são apenas uma chave na obra cinematográfica e nem sequer a principal delas. Mas, é através deles que temos os momentos mais importantes. Eles colocam nossas características humanas em cheque, nos faz questionar verdades até então inquestionáveis e seus (obscuros) objetivos são, de certo modo, desconcertantes.

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O roteiro do filme não se prende aos visitantes indesejados, ele tem coisas mais importantes a falar. Apesar de parecer confuso, todas as partes dele estão conectadas para se responderem, para não sobrarem, e, com êxito, elas se fecham na conclusão. O texto é baseado em questionamentos vitais, como o que eu coloquei na introdução dessa crítica, e, baseado na visão da personagem principal, as responde, mas apenas para a personagem, deixando quem vê tomar a decisão se aquilo é o suficiente ou não.

Não cabe ao filme julgar ou colocar um falso moralismo ali. O olhar que nos convida a ser parte do momento de terror que esta acontecendo é algo calmo, ponderado, passa pela pressão, pela dor, pelos questionamentos. Não temos o vilão comum de uma ficção científica, afinal, os ETs não assumem esse papel. Quase, na verdade, não há vilões, apenas pessoas que acreditam em algo, agem (ás vezes por impulso) pelo que creem. Há, no entanto, algo muito irônico, o qual é trabalhado com precisão: a aceitação. Hoje em dia, uma coisa que está longe de acontecer dado nossa ultimas escolhas.

Amy Adams vem construindo uma carreira sólida, com diversos projetos que apenas estimulam seu lado histriônico cada dia mais. É uma boa aposta porque não têm medo de estar em diferente obras. Apesar de não deixar a desejar, sua atuação frágil as vezes causa um desconforto, explicável, mas uma personagem que a qualquer hora pode ser levada pelo vento é um pouco incomodo de se ver. Jeremy Renner tem uma carreira um pouco incongruente, indo de bons trabalhos a produções duvidáveis. Seu personagem, Ian Donnelly, acaba por despertar certa empatia, ainda que não tenha tido tanto espaço para um desenvolvimento maior. É sempre um prazer ver Forrest Whitaker em cena. Ele é um ator muito natural e orgânico, suas atuações acabam passando verdade, não importa se ele é um leal empregado (como no maravilhoso O Mordomo da Casa Branca), o policial corrupto (Os Reis da Rua) ou o general que faz participações de luxo como acontece aqui.

A fotografia é outro ponto alto do filme. É mais uma característica que difere de tudo, de todos os clichês. Se em algum momento você estava pensando em qualquer obra de alienígenas, os enquadramentos e composições das cenas são tão distintos que você poderá fazer uma referência a diretores que trabalham de modo contemplativo em seus filmes, como o “diferentão” Terrence Malick, diretor de A Árvore da Vida.

Com esse filme Denis Villeneuve arrisca-se de um modo pouco usual. É bem mais trivial quando um diretor, por exemplo, descobre onde esta seu nicho, permaneça nele, fazendo coisas boas e ruins, mas não compromete-se em encontrar-se em outro lugar. Não é o caso de Villeneuve. Depois de suspenses psicológicos interessantes, lançar um olhar absorto em cima de um filme que claramente pode ser descrito como ficção científica é, no mínimo, um desafio e tanto. E ele cumpre bem o papel.

A Chegada estreia dia 24 de novembro em todo Brasil.

Reader Rating1 Vote
9.5
9.2

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Tags:

Amy AdamsCinemaDramaFicção Científica

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Me siga Escrito por

Marya Cecília Ribeiro

Marya Cecília é goiana de nascimento, mora em São Paulo há seis anos e ainda assim não consegue lidar com o clima 4 estações em um dia que rola nessa cidade. Tem umas manias esquisitas, tipo ver um filme que gosta várias vezes, mas esta tentando lidar com isso (ou não). Falando nisso, ela não faz questão nenhuma de ser normal, então podemos apenas seguir em frente!

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