Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Negócios
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Sem Direção

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Negócios
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Sem Direção
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: A Mansão

Avatar de Oswaldo Marchi
Oswaldo Marchi
5 de setembro de 2018 3 Mins Read

A Mansão 5É inevitável que quando uma nova moda se torna popular com o público, alguma produtora vai arranjar um jeito de coloca-lá em um filme. No Brasil, esse processo tem originado anomalias cinematográficas que invadiram as salas de cinema, os “filmes de youtubers”, que são comédias que estrelam pessoas famosas na internet, como “É Fada!” (2016) e “Internet: O Filme” (2017). Engana-se, porém, quem acredita que essa epidemia exista somente em solo nacional, e a prova viva disso é “A Mansão”, nova produção francesa que estrela, quem diria, uma lista de celebridades digitais do país.

A trama é sobre um grupo de dez amigos franceses aluga uma mansão isolada em uma área florestal da Bélgica, onde não tem wi-fi ou sinal de celular, para realizar uma festa de ano novo. Porém, o longa se trata de um terror-comédia, então é óbvio que a situação não é inofensiva como parece, portanto, logo os amigos começam a ser caçados e mortos os poucos por um assassino misterioso e descobrem que o local onde tem diversos segredos macabros.

O subgênero do “terror-comédia” tem gerado diversas produções excelentes nos últimos anos devido a seus roteiros sagazes, que são uma forma de autoparódia. Infelizmente, “A Mansão” não tem toda essa perspicácia. O script apresenta uma ambientação clássica para um pastiche de terror sobrenatural ou slasher, mas a utiliza apenas de fundo para personagens exaustivos que não param de contar piadas escatológicas pouco engraçadas e nada originais, o que faz com que pareça uma versão pobre de “Todo Mundo Em Pânico”(2000).

Por causa disso, a “trama” do longa não tem muita lógica e parece somente uma desculpa para colocar esses “atores” juntos em uma sala. Vários personagens realizam ações que não fazem sentido nenhum, como a mulher que decide do nada ir cozinhar enquanto seus amigos estão sendo assassinados ou o homem que atira no celular – que finalmente tinha conseguido uma barra de sinal e poderia ser usado para pedir por ajuda – com a justificativa de eles mesmos terem que enfrentar o assassino.

A Mansão 2

Mais chocante ainda é o fato de que quem faz isso é Bruno (Ludovik Day), que até então tinha como sua única característica “ser covarde”, mas que se torna corajoso em um corte de cenas, após um confronto com Stéphane (Jérôme Niel), com quem tinha uma relação perturbada. O arco dos demais personagens é igualmente superficial, e é quase admirável o quão exagerada é a sua caracterização. Um exemplo é Djamal (Mister V)  que sonha em ser ator, então, naturalmente, está sempre ensaiando falas aleatórias enquanto conversa com seus amigos, o que é um dos únicos pontos em que o longa parece uma paródia bem pensada.

Essas figuras rasas são interpretadas por um elenco, como já foi mencionado, de youtubers franceses que não são incompetentes, mas são bem limitados. O único que tem uma performance de fato engraçada é Vincent Tirel, que interpreta Drazic, o membro do grupo que está constantemente drogado. O restante só deve ser notável para alguém que os reconheça, principalmente por causa do humor bobo e batido do roteiro.

A produção, porém, não é feita apenas de desgraças, e sua parte técnica merece um mérito. O uso de bons efeitos práticos é bem-vindo, assim como a fotografia de Maximiliaan Dierickx e a direção de Tony Datis, que é suave em seus movimentos de câmera e sabe usar bem certas técnicas, como, por exemplo, o enquadramento holandês, para passar o desconforto dos personagens. A cena inicial, em particular, chama a atenção pelo modo como, em um plano longo, estabelece seus personagens e cria suspense, mostrando a reação de todos ao local antes de mostrar a fachada da mansão.

Suas proezas técnicas, entretanto, não são o suficiente para salvar o longa, que é um terror-comédia que não assusta e, na maior parte do tempo, também não faz rir. “A Mansão” tem resquícios de uma boa paródia, mas no geral é apenas uma decepção.

“A Mansão” está disponível na Netflix.

Reader Rating3 Votes
0.4
4

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

Netflix

Compartilhar artigo

Avatar de Oswaldo Marchi
Me siga Escrito por

Oswaldo Marchi

Publicitário formado no Rio de Janeiro, tem mais hobbies e ideias do que consegue administrar. Apaixonado por cinema e música, com um foco em filmes de terror trash e bandas de heavy metal obscuras. Atualmente também fala das trasheiras que assiste em seu canal do Youtube, "Trasheira Violenta".

Outros Artigos

Alfa 7
Anterior

Crítica: Alfa

40897067 307499046471993 1566401747109281792 o
Próximo

Barzinga, Fox Film e Woo! Magazine apresentam “O Predador – Killers Party”

Próximo
40897067 307499046471993 1566401747109281792 o
5 de setembro de 2018

Barzinga, Fox Film e Woo! Magazine apresentam “O Predador – Killers Party”

Anterior
5 de setembro de 2018

Crítica: Alfa

Alfa 7

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Golpe Explosivo 01
    “Golpe Explosivo” Acelera Na Ação, Mas Se Complica Com Excesso De Informações
    Gabriel Fernandes
    JoJo’s Bizarre Adventure: Steel Ball Run 2
    “JoJo’s Bizarre Adventure: Steel Ball Run” Inicia Nova Etapa Com Episódios Semanais Na Netflix
    Gabriel Fernandes
    Aleister Crowley capa matéria 1
    O Mago da Cultura Pop | Como Aleister Crowley Moldou o Rock, o Cinema e os Quadrinhos 
    Luís Gustavo Dias
    Estrangeiros Arrascaeta comemorando pelo Flamengo
    5 Estrangeiros que Fizeram História no Futebol Brasileiro
    Marco Leal
    Bienal do Livro SP - Programação
    28ª Bienal Internacional do Livro de SP 2026 | Evento Bate Recorde Histórico com 760 Mil Visitantes e Salto no Faturamento
    Ana Laura Moura

    Posts Relacionados

    Golpe Explosivo 01

    “Golpe Explosivo” Acelera Na Ação, Mas Se Complica Com Excesso De Informações

    Gabriel Fernandes
    25 de setembro de 2026
    JoJo’s Bizarre Adventure: Steel Ball Run 2

    “JoJo’s Bizarre Adventure: Steel Ball Run” Inicia Nova Etapa Com Episódios Semanais Na Netflix

    Gabriel Fernandes
    25 de setembro de 2026
    Pânico - Assassinos

    Pânico | Quem São Todos os Ghostfaces e Por Que Cada Um Decidiu Matar?

    Aimée Borges
    24 de setembro de 2026
    Sede de Sangue - Day Drinker

    Johnny Depp e Penélope Cruz Entram em Águas Perigosas no Primeiro Trailer de Sede de Sangue

    Aimée Borges
    24 de setembro de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx