Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: A Rebelião

Avatar de Mauro Machado
Mauro Machado
27 de março de 2019 3 Mins Read

5892478Apesar de ser usado de forma pejorativa, o conceito de “clichê” não é necessariamente negativo. O clichê é a convenção já consolidada, usual e esperada dentro de um objeto, podendo ser ele o que for. No cinema, por exemplo, bons filmes recentes como “Invocação do Mal” e “Invocação do Mal 2“ utilizam tal recurso várias vezes, mas sempre muito bem. Assim, é possível afirmar que clichês não empobrecem determinada obra se eles foram usados com eficiência, com inteligência e com moderação, o que inclusive pode torná-los uma homenagens aos clássicos, em perspicazes referências.

“A Rebelião“, no entanto, é um desses filmes que parecem ter surgido como resultado de diversos algoritmos diferentes, um filme sem alma. O amontoado de clichês existentes faz com que o longa seja como uma das inúmeras séries que a Netflix tem produzido enquanto conteúdo original, pensando antes na quantidade que na qualidade. “A Rebelião” é um genérico de filmes distópicos com toques de ficção científica que despontaram há alguns anos e que, infelizmente, não traz nada de novo. Nem usa clichês de formas interessantes e tampouco inova, seja pela novidade ou pela desconstrução do esperado.

Alienígenas, governos autoritários e lei marcial são alguns dos elementos que são apresentados aqui, em meio a um roteiro confuso e mal desenvolvido. Numa tentativa clara de tentar entregar uma trama complexa e com várias camadas, o efeito inverso acaba surgindo e mostra, mais uma vez, que muitas vezes o minimalismo é o melhor caminho. Isso, claro, somado ao ideal de jamais subestimar o espectador. O que “A Rebelião” faz é, no fim, se superestimar demais e pensar que possui a grandeza que na realidade não tem.

1489180.jpg r 1920 1080 f jpg q x

Somado a isso, a criação do mundo pós-apocalíptico ainda se faz ineficaz, mesmo em termos visuais. Em nenhum momento o público se sente interessado ou estimulado a conhecer os personagens ou locais. A cidade de Chicago, onde o longa ocorre, poderia facilmente ser qualquer outra cidade grande dos Estados Unidos. Os ambientes urbanos poderiam com facilidade vir de jogos de vídeo-game com a mesma temática. Nada é impactante, nada é único, tudo é plastificado e reciclado a exaustão.

Há, ainda, que se comentar da direção de Rupert Wyatt, calcada numa tentativa de emular estilo documental através da câmera tremida. Ao invés de aferir crueza e dinâmica ao seu filme, Wyatt o enfraquece na medida em que esse recurso torna as dinâmicas de cena muito difíceis de serem compreendidas. Passa longe do bom gosto que a mesma técnica possui em “Distrito 9” ou “Tropa de Elite”. Se os diálogos e interação dos personagens não ajudam por serem mais confusos que o necessário, efeitos similares são vistos nas cenas de ação, ainda que por causas diferentes.

Em suma, “A Rebelião” é tão irrelevante que não é exagero dizer que o filme some da mente de quem assisti-lo pouco tempo após a projeção. E mais infeliz ainda são os ganchos para uma possível continuação que são plantados ao longo de todo filme. Tão inócuo que é difícil até mesmo que haja bilheteria para que as continuações sejam feitas.


Fotos e Vídeo: Divulgaçao/Diamond Films

Reader Rating0 Votes
0
3

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

Diamond FilmsdistopiaFicçãoFicção Científica

Compartilhar artigo

Avatar de Mauro Machado
Me siga Escrito por

Mauro Machado

Ser envolto em camadas de sarcasmo e crises existenciais. Desde 1997 tentando entender o mundo que o cerca,e falhando nisso cada vez mais.

Outros Artigos

FEATHERWEIGHT PAYOFF POSTER PORT 1
Anterior

Crítica: Dumbo

54436257 2042866546007749 2871951464404615168 o
Próximo

Projeto Caixa de Pandora: A retomada do Cinema Alternativo, mas para quem?

Próximo
54436257 2042866546007749 2871951464404615168 o
27 de março de 2019

Projeto Caixa de Pandora: A retomada do Cinema Alternativo, mas para quem?

Anterior
27 de março de 2019

Crítica: Dumbo

FEATHERWEIGHT PAYOFF POSTER PORT 1

One Comment

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Isabelle Huppert em "A Mulher Mais Rica do Mundo"
    Isabelle Huppert Revela à Woo! Que Personagem Ainda Faria
    Cesar Monteiro
    O Natal dos Silva é série do Canal Brasil
    O Natal dos Silva | As Primeiras Impressões da Minissérie do Canal Brasil
    Amanda Moura
    Foto em grupo do grupo coreano Stray Kids em roupa de gala.
    Rock in Rio 2026 | Stray Kids, Novo Palco Mundo e Todas as Novidades do Festival
    Cesar Monteiro
    Jimmy Cliff 1
    As Músicas Mais Famosas de Jimmy Cliff | 10 Maiores Sucessos do Ícone do Reggae
    Cesar Monteiro
    Design sem nome 531
    Rock in Rio 2026 anuncia Elton John e Gilberto Gil como primeiras atrações principais
    Cesar Monteiro

    Posts Relacionados

    Isabelle Huppert em "A Mulher Mais Rica do Mundo"

    Isabelle Huppert Revela à Woo! Que Personagem Ainda Faria

    Cesar Monteiro
    28 de novembro de 2025
    Jonathan Bailey (esquerda) e Ariana Grande (direita) como Fiyero e Glinda na segunda parte de "Wicked" (2025). Eles estão num cortejo em Oz, na frente de um boneco de vime ao fundo. Eles se olham.

    Wicked: Parte 2 | Sequência Enche os Olhos, Mas Sofre dos Mesmos Problemas de Antecessores

    Nick de Angelo
    18 de novembro de 2025
    Catherine Laga‘aia como Moana no live action de 2026. Ela está no canto inferior direito tocando o mar que se move até ela como um tentáculo brilhante, ocupando a maior parte da tela.

    Moana | Confira Trailer do Live-Action; Filme Estreia em 2026

    Nick de Angelo
    17 de novembro de 2025
    O Sobrevivente

    O Sobrevivente | Acão e Crítica Social para o Espectador Tiktoker

    Rodrigo Chinchio
    17 de novembro de 2025
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
    Banner novidades amazon