Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
Séries/TV

Crítica: Alias Grace

Avatar de Morg Melo
Morg Melo
13 de novembro de 2017 4 Mins Read

23483013 1515340755226013 393761221 oApós 21 anos de sua publicação, a ficção histórica contada pela escritora Margaret Atwood, nomeada “Alias Grace”, ganha vida no mundo da tv pelo canal canadense CBC e pela plataforma Netflix. Em formato de minissérie, com apenas seis episódios, a história da irlandesa Grace Marks é desenvolvida de forma original, envolvente, mas com um final tão confuso e agoniante como a vida da protagonista.

Desenvolvida em um sentido não linear, a narrativa começa no ano de 1859, com Marks já presa, injustamente ou não, por ser cúmplice do assassinato do patrão Thomas Kinnear (Paul Gross) e da governanta da casa, Nancy Montgomery (Anna Paquin). Para contar como tudo ocorreu, a escolha foi de voltar para o passado por meio das conversas tidas entre Grace Marks (Sarah Gadon) e o doutor, estudioso em doenças mentais, Simon Jordan (Edward Holcroft). No intuito de que a imigrante fosse liberada, após mais de dez anos na penitenciária, chamaram o médico a fim de realizar uma avaliação para descobrirem se a detenta estava apta para sair da prisão.

Sendo assim, a trama vai sendo contada no sentido do presente para o passado, em que as cenas consistem em ver o que Grace passa dentro da penitenciária de Kingston, no Canadá, e o que é dito nas sessões tidas na casa do governador. Por mais que a ideia pareça monótona e, de fato, até seja, a forma que foi construída, pela roteirista Sarah Polley e pela diretora Mary Harson, mostra que é possível criar grandes obras em cenas simples.

Conforme a obra vai sendo narrada por Grace, assim como Dr. Jordan, é impossível não sentir um misto de agonia e ansiedade. De fato, parecem duas personagens completamente diferentes ainda existentes em uma mesma pessoa. Uma seria a doce e ingênua jovem de 15 anos que, na década de 1840, chegou com sua família na América do Norte, sofrendo desde o momento que entrou no barco para atravessar o oceano Atlântico. A outra seria a fria e manipuladora que, depois de anos presa por dois assassinatos, parece uma pessoa vazia e com frases feitas.23547019 1515340735226015 1407650900 oIndependentemente do final, nem um pouco esperado – ou até sequer finalizado –, a obra foi cuidada nos mínimos detalhes. Da mesma forma que a personagem principal gostava de costurar colchas de inúmeras formas e estampas, os envolvidos pela adaptação fizeram o mesmo: juntaram as histórias de Grace, aos poucos, como se fossem retalhos, para, no final, virar uma colcha bordada. Infelizmente, o resultado não foi compatível com o brilhantismo do resto dos cinco capítulos, fazendo com que todo o trabalho com os diálogos inteligentes e até as reflexões originais da personagem tivessem sido uma perda de tempo.

No entanto, para não ficar restrito apenas ao infortuno da finalização ruim ou, no caso do artesanato, com linhas frouxas e frágeis, há outros pontos necessários e cruciais de serem abordados. As ambientações compartilhadas por Grace durante as entrevistas cedidas eram ricas, com personagens envolventes e que prendiam a atenção. Inclusive, tamanha era o encanto que se cria uma vontade de ajudar o especialista a desvendar a jovem, prestando atenção em cada detalhe dividido.

Mary Whitney (Rebecca Liddiard), por exemplo, foi importante para a primeira estadia e o crescimento de Grace Marks, recém-chegada no país. Apesar de muito inocente, gradativamente, a adolescente foi conseguindo se tornar uma boa trabalhadora, além de confidente da mais experiente. Além dessa amizade, ao longo dos anos anteriores à tragédia, Grace conheceu Jeremiah (Zachary Levi), um charlatão que cada hora mudava de profissão, mas que, na época, foi essencial para traçar o caminho da menina.

A obra, por mais que se passe em outro século, tem temáticas que são relevantes nos dias atuais. Por mais que o modo de lidar fosse um pouco diferente, em algumas circunstâncias, no geral, a violência e preconceito contra a mulher são vistos com frequência na vida de Grace. Molestada pelo próprio pai, a jovem passou por muitos traumas que, do mesmo modo que muitas ainda sofrem hoje, são mantidos em segredo. Ademais, assuntos como aborto e gravidez indesejada também são retratados na minissérie.  23484478 1515340688559353 2130942242 oNa íntegra, o que, realmente, pecou foi o desfecho da obra. Os últimos 45 minutos foram de total desconexão com o resto das partes, que foram bordadas conforme Grace costurava nos encontros com Jordan. A única aparente decisão tomada foi a de que se a criada merecia ou não ter liberdade, depois de tanto sofrimento. Contudo, questões como o porquê do assassino James McDermott (Kerr Logan) ter sido o único a ser enforcado – mesmo que Grace tenha ganhado a mesma sentença –, se ela é culpada ou não e o que aconteceu na sessão de hipnose feita no capítulo final foram deixados no porão, assim como Montgomery e Kinnear.

O resumo da ópera seria de que, por mais que a história seja interessante, talvez, por ser baseada em fatos reais, fazendo com que um novo contexto e uma nova reflexão sejam feitas, o telespectador, no mínimo, se sente como a agulha presa ao barril de linha. Afinal, por mais que o trabalho óbvio do objeto seja remendar e tornar pedaços de pano soltos em um só, para os que não são hábeis com a costura, vão só saber enrolar mais linha ao instrumento, sem que esse consiga sair, eficientemente, do lugar.

Confira o trailer abaixo:

Reader Rating0 Votes
0
7

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

Alias GraceAnna PaquinCrimeDramaLivroNetflix

Compartilhar artigo

Avatar de Morg Melo
Me siga Escrito por

Morg Melo

É da Cidade Sorriso e, sim, sorri de uma ponta a outra olhando para o Rio de Janeiro que, claro, continua lindo. Ama filmes de comédia romântica e suspense, chora em alguns - até porque chora, inclusive, em comercial de TV -, não curte nem um pouco terror e defende com unhas e dentes seus personagens preferidos das suas séries. Geminiana e... isso já diz tudo.

Outros Artigos

Trono de vidro mapa
Anterior

Resenha: Trono de Vidro volume 1, de Sarah J. Mass

Maria Cartaz
Próximo

Crítica: Maria – Não Se Esqueça Que Eu Venho Dos Trópicos

Próximo
Maria Cartaz
14 de novembro de 2017

Crítica: Maria – Não Se Esqueça Que Eu Venho Dos Trópicos

Anterior
13 de novembro de 2017

Resenha: Trono de Vidro volume 1, de Sarah J. Mass

Trono de vidro mapa

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Carolina Kasting em Terra Nostra
    Terra Nostra | Resumos dos Capítulos de 01/12 a 06/12
    Amanda Moura
    Isabelle Huppert em "A Mulher Mais Rica do Mundo"
    Isabelle Huppert Revela à Woo! Que Personagem Ainda Faria
    Cesar Monteiro
    O Natal dos Silva é série do Canal Brasil
    O Natal dos Silva | As Primeiras Impressões da Minissérie do Canal Brasil
    Amanda Moura
    Foto em grupo do grupo coreano Stray Kids em roupa de gala.
    Rock in Rio 2026 | Stray Kids, Novo Palco Mundo e Todas as Novidades do Festival
    Cesar Monteiro
    Jimmy Cliff 1
    As Músicas Mais Famosas de Jimmy Cliff | 10 Maiores Sucessos do Ícone do Reggae
    Cesar Monteiro

    Posts Relacionados

    Carolina Kasting em Terra Nostra

    Terra Nostra | Resumos dos Capítulos de 01/12 a 06/12

    Amanda Moura
    29 de novembro de 2025
    O Natal dos Silva é série do Canal Brasil

    O Natal dos Silva | As Primeiras Impressões da Minissérie do Canal Brasil

    Amanda Moura
    28 de novembro de 2025
    Quatro protagonistas de "Românticos Anônimos" na fictícia chocolataria da série, posando como seus personagens.

    Românticos Anônimos | Amarrando Um Final Novelesco

    Nick de Angelo
    22 de novembro de 2025
    Marina Ruy Barbosa ao centro com roupas de presídio, caracterizada como Suzane von Richtofen, em imagem promocional, cercada por duas carcereiras, para a série "Tremembé", caminhando nos corredores do presídio algemada.

    Tremembé | Amazon Confirma 2ª Temporada Com Robinho no Presídio

    Nick de Angelo
    21 de novembro de 2025
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
    Banner novidades amazon