Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Day of the Dead – Bloodline

Avatar de Oswaldo Marchi
Oswaldo Marchi
19 de abril de 2018 3 Mins Read
day of the dead poster

Não há dúvidas de que George A. Romero ajudou a moldar parte do gênero do terror com a sua trilogia dos mortos, que estabeleceu quase todas as regras e enraizou o conceito de zumbis na cultura pop. Esses três filmes, lançados entre as décadas de 60 e 80, hoje em dia são todos considerados clássicos, e não é surpresa saber que todos eles já foram refilmados desde então. O mais recente desses é “Day of the Dead: Bloodline” , remake de “Dia dos Mortos” (1985), mas enquanto o original surpreende por sua qualidade, que se mantém atualmente, o novo surpreende por ser um desastre completo.

A história se passa cinco anos após o apocalipse zumbi, em uma base militar que também serve de refúgio para civis. A protagonista desse cenário é Zoe (Sophie Skelton), uma ex-estudante de medicina que passa seu tempo procurando um modo de prevenir a infecção ocasionada pela mordida dos mortos-vivos. Ela tem essa chance quando, em uma ida à cidade em busca de suprimentos, seu grupo se encontra com um zumbi com inteligência, mas que também é uma figura assombrosa do passado da médica.

Se tem uma palavra que pode definir corretamente “Day of the Dead: Bloodline”, essa palavra é “constrangedor”. Nada funciona, desde o script até a pós-produção, começando pelo roteiro que transita entre o estúpido e o sem sentido, esbarrando pelo caminho na maior quantidade de clichês possível.

Começando com dois prólogos, sendo o primeiro deles especialmente desnecessário, o primeiro ato do longa é incompreensível. A direção de Hector Hernandez Vicens é confusa, e seus cortes frenéticos e câmeras hiperativas deixam as cenas de ação difíceis de serem assistidas, e o roteiro é de tamanha estupidez que chega a ser surpreendente.

Além de depender demais de diálogos expositivos para contar uma história que já foi contada diversas vezes, o roteiro também é cretino na construção de seu antagonista, Max (Johnathon Schaech), que é um ex-paciente que assedia e tenta estuprar Zoe, e que quando vira um zumbi, continua fissurado pela mesma. Também é deplorável o modo como outros personagens tratam o assédio, com a melhor amiga da principal dizendo para ela “ser mais forte” e logo em seguida a convidar para uma festa como se nada tivesse acontecido.

day of the dead 2

Os personagens, por sua vez, não passam de uma lista de nomes, já que nenhum deles tem caracterização o suficiente – incluindo a protagonista – suas motivações são mal desenvolvidas e as decisões que tomam são, em seu melhor, questionáveis. Por consequência, alguns deles acabam parecendo apenas caricaturas, principalmente Miguel (Jeff Gum), o tenente que está encarregado de supervisionar a base, que é o “militar durão burocrata” e uma tentativa fútil de simular o Capitão Rhodes, interpretado por Joe Pilato no filme de 1985.

Enquanto o “Dia dos Mortos” original também não é nenhum estudo de personagem incrível, os seus atores conseguem elevar o material escrito com seu carisma e performances únicas. O mesmo não pode ser dito de “Day of the Dead: Bloodline”, no qual os atores são tão monótonos que parecem mais mortos que os zumbis. Isso é especialmente ruim nas cenas de voice-over explicativo da protagonista, que se assemelha a um texto lido pelo Google Tradutor.

Nem os aspectos técnicos conseguem salvar essa calamidade, com a maquiagem e os efeitos de gore dependendo demais de retoques digitais, vistos através de uma montagem irregular, que mostra o mínimo possível para tentar disfarçar o seu visual amador. É chocante como, mesmo produzido mais de 30 anos depois, esse longa seja mais artificial do que o original.

É redundante dizer que esse remake é desnecessário, e provavelmente não é nenhuma novidade dizer que é tão entediante quanto é incompetente. Ele não se salva nem com cenas não-intencionalmente cômicas, que são poucas e cercadas de muito constrangimento para serem aproveitadas. “Day of the Dead: Bloodline” é uma produção sem propósito de existência, que será desprezada por fãs dos clássicos do Romero e que falha tanto como remake quanto como um filme novo.

Day of the Dead: Bloodline está disponível na Netflix.

day of the dead 4
Crítica: Day of the Dead – Bloodline
Sinopse
Prós
Contras
1
Nota
Imagens
day of the dead 4
day of the dead 7
day of the dead 6
day of the dead 5
day of the dead 3
day of the dead 2
day of the dead 1

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

CinemaRemakeTerrorZumbis

Compartilhar artigo

Avatar de Oswaldo Marchi
Me siga Escrito por

Oswaldo Marchi

Publicitário formado no Rio de Janeiro, tem mais hobbies e ideias do que consegue administrar. Apaixonado por cinema e música, com um foco em filmes de terror trash e bandas de heavy metal obscuras. Atualmente também fala das trasheiras que assiste em seu canal do Youtube, "Trasheira Violenta".

Outros Artigos

Manicomics00
Anterior

Manicomics, um fanzine pra chamar de clássico!

BC0F6232 29A5 472E AAA2 079BBC4C0461 702 0000021AF2D8A096
Próximo

Grupos do Facebook para amantes da Literatura

Próximo
BC0F6232 29A5 472E AAA2 079BBC4C0461 702 0000021AF2D8A096
19 de abril de 2018

Grupos do Facebook para amantes da Literatura

Anterior
18 de abril de 2018

Manicomics, um fanzine pra chamar de clássico!

Manicomics00

3 Comments

  1. Avatar de Felipe Santos Felipe Santos disse:
    2 de janeiro de 2019 às 00:51

    Este filme é um insulto à George Romero. Nem deveria ser chamado de filme.

    Responder
  2. Avatar de Felipe Santos Felipe Santos disse:
    2 de janeiro de 2019 às 00:51

    Este filme é um insulto à George Romero. Nem deveria ser chamado de filme.

    Responder
  3. Avatar de Crismacleiton Crismacleiton disse:
    3 de agosto de 2020 às 23:48

    Realmente o filme não é bom

    Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Publicidade

Posts Recentes

Colagem com três fotos de Luis Fernando Verissimo, por volta de 80 anos.
Morre Luis Fernando Verissimo aos 88 Anos
Nick de Angelo
Copos The Town 2025
The Town 2025 | Aplicativo Oficial Traz Venda Antecipada de Bebidas
Amanda Moura
The Town 2023
Guia de Sobrevivência The Town 2025 | Dicas Essenciais Para Curtir o Melhor do Festival
Amanda Moura
Colagem com fotos de Bruce Dickinson em palco, à esquerda em show solo em Houston, à direita em show do Iron Maiden em Paris.
Bruce Dickinson Explica Diferença Entre sua Música Solo e o Som do Iron Maiden
Cesar Monteiro
Em sentido horário: capas de Chappell Roan, Sabrina Carpenter, fotografia dos Deftones, e capa de Chromakopia, do Tyler the Creator.
Lollapalooza Brasil 2026 Divulga Seu Line-up com Sabrina Carpenter, Chappell Roan e Tyler The Creator
Cesar Monteiro

Posts Relacionados

Fotografia de mural grafitado com criança sorrindo. Na rua uma mulher caminha com a bandeira da Palestina.

10 Filmes dos Festivais de Cannes, Berlim e Veneza que Queremos Ver na 49ª Mostra de Cinema em São Paulo

Rodrigo Chinchio
27 de agosto de 2025
Rodrigo Santoro como Crisóstomo, protagonista do longa "O Filho de Mil Homens", destaque da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo de 2025. Ele está maltrapilho, roupas bege, sentado/caído no chão arenoso e com pedras ao fundo. Há uma paisagem com grama em tons marrom ao fundo e uma casinha azul.

49ª Mostra de Cinema em São Paulo | Conheça os Primeiros Filmes Selecionados

Rodrigo Chinchio
25 de agosto de 2025
Daniel Day-Lewis e Sean Bean em uma mata aparentemente tropical no filme "Anemone", trajados de um verde militar. O protagonista está de perfil, enquanto Sean olha para baixo em direção ao protagonista.

Anemone | Daniel Day-Lewis, O Monstro, A Lenda, Volta a Atuar em Filme Dirigido Pelo Filho

Roberto Rezende
25 de agosto de 2025
Colin Farrell como Lord Doyle, em um cassino, no filme "A Balada de um Jogador".

A Balada de Um Jogador | Colin Farrell Aposta Tudo em Novo Filme do Diretor de “Conclave” e “Nada de Novo No Front”

Roberto Rezende
20 de agosto de 2025
  • Sobre
  • Contato
  • Collabs
  • Políticas
Woo! Magazine
Instagram Tiktok X-twitter Facebook
Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
Banner novidades amazon