Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Estrelas de Cinema Nunca Morrem

Avatar de Rodrigo Chinchio
Rodrigo Chinchio
3 de maio de 2018 3 Mins Read

imagesGloria Grahame caiu no esquecimento. Das grandes atrizes dos anos cinquenta de Hollywood talvez não seja hoje as das mais lembradas nem das mais vivas na memória coletiva, e postos em perspectiva, os anos dourados da sua carreira não são tantos, com seus filmes essenciais situando-se entre meados da década de 1940 e meados da década seguinte. Durante esse tempo, e entre outros filmes marcantes, destacam-se as suas parcerias com um punhado de realizadores, com quem trabalhou mais de uma vez: Vincente Minnelli, com “Assim Estava Escrito” (o único Oscar da sua carreira, como melhor atriz coadjuvante) e “Paixões Sem Freios”, Fritz Lang, que a escolheu para “Os Corruptos” e “Desejo Humano” e, sobretudo, Nicholas Ray, com quem filmou “A Vida Íntima de Uma Mulher”, “No Silêncio da Noite”, e o rejeitado “Macao”, e comquem foi, breve e turbulentamente, casada.

A sua presença era quase sempre incendiária, uma beleza pouco ortodoxa, sugerindo um erotismo incomum (e que Lang aproveitou, sobretudo em “Desejo Humano”, para encarnar uma espécie de vulgaridade amoral), e uma mescla de fragilidade e violência latente. Como se vê muito bem naquele que é porventura – pelo menos para os cinéfilos – o título mais mítico da sua obra, esse “No Silêncio da Noite” de Nick Ray, e onde, através da relação entre Grahame e Humphrey Bogart, fez passar um eco da relação dos dois enquanto casal. Foi por Grahame que foram escritos e ditos os diálogos mais lancinantes do cinema americano, como aquele célebre “nasci quando ela me beijou, morri quando ela me deixou, vivi durante algumas semanas enquanto ela me amou”, que Bogart dizia e era como se fosse Ray falando por meio do personagem.

estrelas de cinema nunca morrem image 2É mesmo esse filme o primeiro a ser lembrado em “Estrelas de Cinema Nunca Morrem”, quando na introdução – uma envelhecida Gloria (Annette Bening) no seu camarim – vemos em grande plano um objeto (uma cigarreira, salvo erro) que tem gravada uma dedicatória de Bogart. Não haverá muitas mais evocações cinéfilas explícitas ao longo do filme de Paul McGuigan, para além de um punhado de referências nos diálogos e de uma sequência de “Naked Alibi” (um filme de Jerry Hopper em que, em 1954, Gloria contracenou com Sterling Hayden), e não se trata de um ensaio sobre o carácter iconográfico de Grahame ou da Hollywood clássica, embora um bocadinho mais de esforço neste sentido não fizesse mal nenhum. “Estrelas De Cinema Nunca Morrem” é, antes, um relato dos últimos dias de Gloria Grahame, passados, sobretudo, na Inglaterra e em palcos de teatro, no princípio dos anos 1980 (a atriz morreu em 1981, aos 57 anos), contados a partir da perspectiva do último namorado, o jovem ator Peter Turner (Jamie Bell), cujo relato autobiográfico é adaptado pelo argumento.

Apesar de algumas ideias competentes, como a utilização de uma simulação de “transparências” (um dos procedimentos típicos do cinema americano dos anos 1950) para dar o “fundo” de algumas cenas (sobretudo as californianas, sempre banhadas numa atmosfera de “estúdio”), e certa tonalidade a Sunset Boulevard na relação entre a atriz envelhecida e um homem muito mais novo do que ela. O único aspecto notável de “Estrelas de Cinema Nunca Morrem” tem um nome: Annette Bening. Imaginamos que tenha passado a pente fino a filmografia completa de Grahame, ou quase, porque há certos momentos, não muitos, mas os suficientes, em que a “suspensão da descrença” avança e, através do trabalho que Bening faz com o rosto e com a voz, é como se desaparecesse a “composição” e acreditássemos, durante alguns segundos ou frações de segundo, que quem está ali é mesmo a Gloria Grahame dos últimos dias. Talvez seja imperdoável que uma figura tão cheia de contornos e uma história rica em detalhes redundem num filme tão rotineiro, mas a metamorfose de Bening quase salva o dia.

 

Reader Rating1 Vote
6.2
6

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

CinemaDramaEstreiaRio de JaneiroSão Paulo

Compartilhar artigo

Avatar de Rodrigo Chinchio
Me siga Escrito por

Rodrigo Chinchio

Rodrigo Chinchio é colaborador da Woo! Magazine, onde escreve sobre cinema com a autoridade de quem se formou cinéfilo garimpando pérolas nas videolocadoras. Especialista em encontrar filmes que o algoritmo jamais recomendaria, mantém em seu quarto uma coleção de Blu-rays e DVDs que rivaliza com qualquer acervo físico do país, e que ainda o impede de ver a própria cama.

Outros Artigos

O topo da montanha 3
Anterior

Crítica: O Topo da Montanha

Mister Brau
Próximo

Séries brasileiras que viraram filmes

Próximo
Mister Brau
4 de maio de 2018

Séries brasileiras que viraram filmes

Anterior
3 de maio de 2018

Crítica: O Topo da Montanha

O topo da montanha 3

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    A Boca do Diabo
    A Boca do Diabo Chega ao Topo do Prime Video no Brasil
    Aimée Borges
    Neymar provocando
    Santos Busca Soluções No Ataque E Chega Pressionado Para Decisão Contra O Remo
    Bruno Baptista
    Playstation 2 NFS Carbon
    Os 10 Melhores Jogos de Corrida do PlayStation 2
    Gabriel Fernandes
    Brasileiros Eliminados Surfe
    Brasileiros Param Nas Quartas De Final Do Challenger Series De Huntington Beach
    Gabriel Fernandes
    Cauê Corinthians Basquete
    Corinthians Renova Contrato De Cauê Borges Para A Temporada 2026/27 Do Basquete
    Gabriel Fernandes

    Posts Relacionados

    A Boca do Diabo

    A Boca do Diabo Chega ao Topo do Prime Video no Brasil

    Aimée Borges
    2 de agosto de 2026
    Rene x Joaquim Fluminense

    Fluminense Divulga Venda De Ingressos Para Clássico Contra O Botafogo Pelo Brasileirão

    Gabriel Fernandes
    2 de agosto de 2026
    Os sete suspeitos 01 Paramount (1)

    “Os Sete Suspeitos” Chega Ao Paramount+ E Relembra Um Clássico Do Mistério E Da Comédia

    Gabriel Fernandes
    2 de agosto de 2026
    Homem-Aranha Um Novo Dia - Tom Holland

    “Homem-Aranha: Um Novo Dia” Faz História | Até Onde Essa Teia Vai?

    Daniel Gravelli
    2 de agosto de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx