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CríticaFilmes

Crítica: Happy Hour – Verdades e Consequências

Avatar de Rodrigo Chinchio
Rodrigo Chinchio
27 de março de 2019 3 Mins Read

55489098 2247993368594039 3636550351416459264 nEm “Happy Hour – Verdades e Consequências”, Pablo Echarri interpreta Horácio, um escritor frustrado e professor universitário de literatura latino-americana baseado no Rio de Janeiro. Casado com Vera (Letícia Sabatella), uma deputada e candidata a prefeita da cidade, sua vida se transforma quando acidentalmente ajuda a pegar um ladrão conhecido como Homem-Aranha – o nome é por causa a sua maneira de entrar e roubar as casas. No meio disso, ele revela a Vera que quer dormir com outras mulheres, mas que não deixou de amá-la e não quer acabar com o casamento. Ela não aceita essa situação, mas está em uma encruzilhada: para sua carreira política é essencial permanecer casada com Horácio. Todas as certezas de uma vida convencional são colocadas em jogo quando chega a hora de encarar a verdade.

Convertido durante a noite em herói popular, Horácio começa a ser um jogador chave na campanha eleitoral de sua esposa. No entanto, depois de quinze anos de convivência, eles estão longe de ser “o casal perfeito” que tanto seduz a imprensa (ele até levanta a possibilidade de ter casos extraconjugais).

Para passar a ideia que rege a aura da produção, basta dizer que o elenco é um núcleo de confusões. Quando se pensa nas cenas de “Happy Hour – Verdades e Consequências” existem três cenários. O primeiro é comandado pela versão física e pitoresca da personagem de Pablo Echarri, onde todas as suas ações são atrapalhadas e exageradas. O segundo cenário é composto pelo teor de seriedade que Letícia Sabatella tenta agregar ao longa. Apesar dos seus esforços, a sua atuação sutil e de qualidade não é suficiente para colocar esse trem descarrilhado de volta aos trilhos. Por fim, o terceiro e mais problemático cenário é orquestrado por uma segunda versão do Horácio, uma versão que funciona como uma espécie de narrador-personagem. As suas aparições trazem uma atmosfera assustadoramente etérea que não combina com nada do filme.

Cinema Nacional

Essa coprodução argentino-brasileira, dirigida pelo estreante Eduardo Albergaria, acumula elementos, conflitos, camadas e gêneros sem se aprofundar em nenhum: da comédia com pitadas românticas (Horácio fantasia o encontro com uma linda estudante e Vera com portenho sedutor, interpretado por Luciano Cáceres), passando pelos piores aspectos do drama familiar, até a sátira sobre as misérias da mídia sensacionalista. Claro, há também uma pitada de discussão política. Tudo isso enrolado por um personagem principal esquizofrênico que vagueia entre duas personalidades opostas – e ainda, em uma delas, se comunica através de metáforas sobre, por exemplo, pertencimento e destino.

“Happy Hour – Verdades e Consequências” acaba, então, como uma decepção aos entusiastas de um cinema moderno, onde a sétima arte é utilizada para brincar com questões reais e subjetivas. O filme está imerso no Brasil de praias e passeios ao Cristo Redentor. Suas cenas se passam nas áreas arborizadas e labirínticas do Pão de açúcar, onde os personagens vagueiam e divagam sobre a vida de classe média. Em síntese, aqui há um filme cheio de temas, mas que não transcende a superficialidade de um Rio de Janeiro de cartão postal.


Fotos e Vídeo: Divulgação/Imovision

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Letícia Sabatella

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Rodrigo Chinchio

Rodrigo Chinchio é colaborador da Woo! Magazine, onde escreve sobre cinema com a autoridade de quem se formou cinéfilo garimpando pérolas nas videolocadoras. Especialista em encontrar filmes que o algoritmo jamais recomendaria, mantém em seu quarto uma coleção de Blu-rays e DVDs que rivaliza com qualquer acervo físico do país, e que ainda o impede de ver a própria cama.

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