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CríticaFilmes

Crítica: Homem-Formiga e a Vespa

Rodrigo Chinchio
27 de junho de 2018 3 Mins Read

36236145 1861992230527490 5347181687350493184 nQuando “Vingadores: Guerra Infinita” chegou às telas ficaram dúvidas no ar: onde estaria o Homem Formiga? Porque ele não estava entre os heróis que precisavam salvar o mundo? Afinal ele já havia sido integrado ao grupo em “Capitão América: Guerra Civil”, tendo um importante papel na história. Todos sabiam que “Homem-Formiga e a Vespa” viria após Guerra Infinita e, como já mostrada no primeiro filme do personagem, o mundo quântico teria papel importante na trama.  Depois do final surpreendente da batalha contra Thanos, só foi preciso juntar as peças para e chegar à conclusão de que a viagem no tempo será usada em Vingadores 4. Não é possível saber de qual forma, ,com certeza, estará lá.

Em “Homem-Formiga e a Vespa” não há propriamente viagens no tempo pelo mundo quântico. Ele é usado para que Henry Pym (Michael Douglas) e Hope Van Dyne (Evangeline Lilly) tentem resgatar a Vespa original, vivida por Michelle Pfeiffer, que está presa naquela realidade há trinta anos, desde que se sacrificou para evitar um desastre. Scott Lang (monitorado por uma tornozeleira eletrônica) é o único que conseguiu fazer a viagem de volta e passa a ter visões do passado, que mostram a Vespa original com Dyne e Pym. Junta-se a isso Ghost (Hannah John-Kamen), que tem sua estrutura molecular afetada quando seu pai causa um acidente durante um dos experimentos que desenvolvia com Pyn . Ela consegue ficar invisível e ultrapassar objetos, mas tem pouco tempo de vida. Todos eles vão entrar em conflito para conseguir o componente necessário para construir uma espécie de acelerador de partículas que proporciona a redução de uma pessoa a níveis subatômicos.

O jogo de gato e rato entre todos esses personagens gera excelentes cenas de ação, principalmente quando a redução e o aumento de pessoas, carros e prédios estão presentes. Peyton Reed consegue imprimir um bom ritmo e cria inspiradas sequencias de perseguições a pé e de carro. As lutas são bem coreografadas, tendo como destaque os momentos com a Vespa. Além da ação, o humor está lá a todo o momento. Se por um lado, esse humor confere ao filme um ar mais descompromissado e leve, por outro, tira a urgência e a sensação de perigo. Afinal, nunca algo de ruim irá acontecer a figuras tão carismáticas e de bem com a vida. Junto com os Guardiões da Galáxia, os filmes do Homem Formiga são os mais engraçados da Marvel, o que foge um pouco da linha traçada ao final do ultimo Vingadores. Por isso, drama aqui há pouco, e ele vem nos momentos de perda. Se Van Dyne perde a mãe ainda criança, Ghost presencia a morte da sua junto com seu pai. Lang, pelo contrario, está presente na vida de sua filha Cassie (Abby Ryder Fortson), mas com um contato mínimo, já que não pode sair de casa. Esses laços familiares são o que fazem a história avançar, sendo os principais agentes de ação, no entanto, são minimizados em prol dos propósitos da Marvel e seu grande universo. Ou seja, a trama de “Homem-Formiga e a Vespa” fica em segundo plano, se tornando um episódio em algo maior e mais ambicioso, e que terá seu desfecho no ano que vem.

Já na primeira cena pós-crédito, dá para traçar na cabeça tudo o que irá acontecer com Homem Formiga no futuro, o que é frustrante, pois o fator surpresa se perde. Isso se todas as especulações se confirmarem, e parecem que elas vão, infelizmente. Como filme solo ele funciona de forma correta e dirige os fãs para frente, que ao mesmo tempo será o final dos planos traçados pelos produtores nessa fase. Apenas como nota: a primeira cena pós-crédito é a de fato importante, a que vem depois não vale a espera no cinema.

 

 

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Rodrigo Chinchio

Formou-se como cinéfilo garimpando pérolas nas saudosas videolocadoras. Atualmente, a videolocadora faz parte de seu quarto abarrotado de Blu-rays e Dvds. Talvez, um dia ele consiga ver sua própria cama.

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