Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Kingsman – O Círculo Dourado

Rodrigo Chinchio
21 de setembro de 2017 3 Mins Read

gr6KoftmtR7A0IToMDJFeEFTRvUSe Matthew Vaughn já surtou na construção das cenas de ação e no humor negro em “Kingsman: Serviço Secreto”, podemos dizer que ele se superou em “Kingsman: O Círculo Dourado”. A fórmula do sucesso da produção de estreia dos espiões engomadinhos está na sua enorme capacidade em não se levar a sério em nenhum momento. E é o que seu sucessor segue ainda mais à risca, mesmo abordando temas tabus, como o uso e a legalização das drogas.

Geralmente a produção sequente de um filme de sucesso recebe mais investimentos por parte dos estúdios, o que aumenta suas proporções e também as expectativas. “Kingsman: O Círculo Dourado” não dá um passo mais largo em suas aspirações, apesar de expandir sua história em alguns pontos. O que ele faz é trazer tudo o que deu certo no primeiro, com a adição de elementos responsáveis por tirar os personagens da zona de conforto.

A trama não é nada mais do que comum: Uma criminosa insere um vírus em vários tipos de drogas e infecta pessoas no mundo todo. Para fornecer o antídoto, ela exige que um acordo com o governo dos EUA. Com isso, os agentes Kingsman precisam encontra-la, agora com a ajuda da agência Statesman, sua parceira americana.

A simplicidade do texto não impede que Vaughn e os roteiristas Dave Gibbons, Jane Goldman e Mark Millar criem personagens impagáveis. Começando com a vilã vivida por Juliane Moore (se divertindo horrores com esse papel). Ela vive no meio da selva, em uma instalação que lembra as cidades americanas dos anos 50, possui cachorros robôs e faz hambúrguer de carne humana. A atuação de Moore segue o cliché vilanesco, o que não é um problema, já que o charme da atriz nos compensa. Eggsy (Taron Egerton) nós já conhecemos, mas nunca é demais ver um ex malandro como um gentleman mortal. Colin Firth agora é um Galahad desmemoriado e terá sua sanidade questionada, mesmo por seu quase filho Eggsy. As adições mais interessantes são dos agentes Statesman. Pedro Pascal entrega todo seu carisma como um cowboy laçador, assim como Channing Tatum o faz em suas sequências de introdução (já que, provavelmente irá voltar no futuro). Adjetivar suas personalidades pode parecer irrelevante, mas o aprofundamento deles não faz parte do objetivo do roteiro e sim usar as características marcantes de seus intérpretes em prol de suas construções. Elton John, para a surpresa de muitos, também está no filme, e é hilário. Suas cenas cheias de auto referências são memoráveis. E quem pensar que se trata de apenas uma participação especial, saiba que ele é importante para a resolução da história.21544170 1577075425685840 1208296104884741127 oA edição ágil de Eddie Hamilton ajuda Vaughn na concepção de sequências de ação frenéticas. Como a da abertura, que mostra uma luta dentro de um táxi em alta velocidade. Os cortes rápidos, aliados com as câmeras lentas estilizadas entregam a assinatura do diretor no quesito ação. Cenas de ação essas que são potencializadas pela trilha sonora, com seus hits empolgantes, que grudam na cabeça e passam a fazer parte de cada frame.

A franquia Kingsman se destaca por sua sempre frequente tentativa de inovação ou extrapolação de tudo o que já foi feito em Hollywood para esse gênero de filme. É como se James Bond ou Jason Bourne tivessem tomado ácido. Toda a miscelânea de acontecimentos e gadgets poderiam atrapalhar e transformar o filme em algo enfadonho, mas Vaughn tem total controle do processo e entrega um produto divertido e descompromissado. É uma verdade que o novo cinema comercial falta originalidade e está repetitivo. Por isso, esperamos que os estúdios se inspirem em Kingsman e comecem a trazer ao público produções mais relevantes, mesmo que seja no cenário Pop.

Reader Rating0 Votes
0
8

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

AçãoRio de JaneiroSão Paulo

Compartilhar artigo

Me siga Escrito por

Rodrigo Chinchio

Formou-se como cinéfilo garimpando pérolas nas saudosas videolocadoras. Atualmente, a videolocadora faz parte de seu quarto abarrotado de Blu-rays e Dvds. Talvez, um dia ele consiga ver sua própria cama.

Outros Artigos

pablo vittar
Anterior

Rock in Rio: Momentos inesquecíveis do primeiro dia

bedroom 2619266 960 720
Próximo

Os sons do silêncio

Próximo
bedroom 2619266 960 720
21 de setembro de 2017

Os sons do silêncio

Anterior
20 de setembro de 2017

Rock in Rio: Momentos inesquecíveis do primeiro dia

pablo vittar

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    michael
    “Michael” | Tudo que o trailer revela sobre a cinebiografia de Michael Jackson
    Cesar Monteiro
    the beatles movie
    Beatles no cinema | O que já se sabe sobre a aguardada cinebiografia
    Cesar Monteiro
    Magnum ou Wonder Man é série da Disney+
    Magnum | Novidade no universo da Marvel, apresenta um super-herói que é ator e convive com a ansiedade
    Roberto Rezende
    Grammy 2026
    Grammy 2026 | Veja os Vencedores da Noite que Premiou Bad Bunny e a Música Brasileira
    Cesar Monteiro
    O diabo veste prada 2
    O Diabo Veste Prada 2 | Trailer é Lançado Durante o Grammy
    Hugo Santiago

    Posts Relacionados

    michael

    “Michael” | Tudo que o trailer revela sobre a cinebiografia de Michael Jackson

    Cesar Monteiro
    4 de fevereiro de 2026
    the beatles movie

    Beatles no cinema | O que já se sabe sobre a aguardada cinebiografia

    Cesar Monteiro
    3 de fevereiro de 2026
    Magnum ou Wonder Man é série da Disney+

    Magnum | Novidade no universo da Marvel, apresenta um super-herói que é ator e convive com a ansiedade

    Roberto Rezende
    2 de fevereiro de 2026
    O diabo veste prada 2

    O Diabo Veste Prada 2 | Trailer é Lançado Durante o Grammy

    Hugo Santiago
    2 de fevereiro de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
    Banner novidades amazon