Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: L’Amour debout

Avatar de Rodrigo Chinchio
Rodrigo Chinchio
21 de outubro de 2018 3 Mins Read

LAmour debout6A frustração é inerente ao ser pensante. A resignação perdura desde que a existência passou a ter inúmeros obstáculos que impedem a satisfação plena na sociedade moderna. Sabe-se muito sobre artes, sobre cinema e história, porém, poucos conseguem ser artistas, fazer seus filmes ou mesmo realizar algo importante que possa ser contato no futuro. O amor também é comum na sua romantização brega, o difícil é amar e ser amado de verdade, com ou sem a sensação de contos de fadas. O que resta é contemplar os feitos dos outros que já amaram ou criaram um livro, uma musica ou um longa metragem.

Em “L’Amour debout”, todos os personagens estão em Paris, cidade que foi e é a casa de realizadores e a morada dos amantes. As ruas de Paris transpiram esses fantasmas que incentivam e frustram àqueles que querem seguir caminhos parecidos. Se Léa (Adèle Csech), uma guia especializada em história, conta aos turistas as curiosidades impregnadas em cada prédio e monumento, Martin (Paul Delbreil) recém-formado em cinema, enxerga a sétima arte em todos os cantos, já que seus ídolos filmaram ali. Os dois tiveram um relacionamento em Toulouse no passado e se encontram novamente.

No entanto, parece que a única coisa que ainda possuem em comum é a indiferença em relação às suas próprias vidas e a falta de ambição com o futuro. Ela quer um relacionamento consistente e ele escrever um roteiro que possa ser produzido, além de ser capaz de escolher entre garotos ou garotas. No decorrer da projeção irão cruzar com inúmeras possibilidades e caberá a cada um seguir seu caminho, mesmo que seja o que deixará desejos pelo caminho. Afinal, é isso que acontece com todos os pobres mortais que pisam nessa terra.

LAmour debout3

O tom naturalista escolhido pelo diretor Michaël Dacheux só é ligeiramente alterado quando há as mudanças de estações (o longa é dividido em outono mais colorido, inverno em suas cores frias e primavera e verão quase alaranjados). Passa-se um ano em menos de uma hora e meia, porém, por causa dos longos e contemplativos planos, a narrativa se arrasta demasiadamente. As atuações não podem ser amplamente discutidas, pois seguem uma logica minimalista. Por isso, os atores não fazem mais do que ler o texto descrito no roteiro. Talvez Delbreil cause um pouco de empatia por lembrar (até na voz) David Schwimmer, o eterno Ross de Frieds e Csech pela doçura de suas feições. Os atores que dão vida aos personagens secundários não possuem tempo de tela suficiente para que possam fazer diferença com suas atuações.

Em ultima análise, “L’Amour debout” trata de frustações e recomeços e usa do banal para se dirigir ao se público. Esses que podem querer algo a mais de suas vidas e que pretendem visitar Paris para se inspirar. O problema é que essa visita pode não trazer frutos suficientes para que influencie o surgimento se um novo Eustache ou Goddard, mas pode unir pessoas que juntas apreciarão as obras de todos os mestres que já pisaram no solo sagrado da cidade Luz.

Essa crítica faz parte da cobertura da 42ª Mostra de Cinema de São Paulo

 

Reader Rating0 Votes
0
6

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

CinemaDicasDramaEstreiaFestivalMostra SPRomanceSão Paulo

Compartilhar artigo

Avatar de Rodrigo Chinchio
Me siga Escrito por

Rodrigo Chinchio

Rodrigo Chinchio é colaborador da Woo! Magazine, onde escreve sobre cinema com a autoridade de quem se formou cinéfilo garimpando pérolas nas videolocadoras. Especialista em encontrar filmes que o algoritmo jamais recomendaria, mantém em seu quarto uma coleção de Blu-rays e DVDs que rivaliza com qualquer acervo físico do país, e que ainda o impede de ver a própria cama.

Outros Artigos

A Favorita
Anterior

Crítica: A Favorita

eK4pwtFT9J0PdaIHQwJlbHMZ12Y
Próximo

Crítica: Utøya – 22 de Julho

Próximo
eK4pwtFT9J0PdaIHQwJlbHMZ12Y
22 de outubro de 2018

Crítica: Utøya – 22 de Julho

Anterior
21 de outubro de 2018

Crítica: A Favorita

A Favorita

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Colagem com duas fotos da partida do Boca Juniors vs Huracán, com vitória do Huracán por 3 a 2 no dia 9 de maio de 2026 na Bombonera.
    Boca Juniors Amarga Nova Decepção em Casa e dá Adeus ao Argentino Após Noite Tensa e Expulsões
    Bruno Baptista
    Faça Ela Voltar foi um dos melhores filmes de terror de 2025
    Por Trás do Amor Materno: 10 Mães Perturbadoras em Filmes e Séries
    Amanda Moura
    Babuaçu Love
    Babaçu Love | A resistência do cinema nordestino e a força do audiovisual brasileiro
    Ithalo Alves
    Brasão do Corinthians em branco em destaque sobre fundo preto.
    Corinthians Avança em Processo Contra Andrés Sanchez e Define Data de Votação no Conselho
    Bruno Baptista
    Estádio com torcida quase toda em verde amarelo. Imagem gerada por IA.
    Brasil Abre Venda de Ingressos Para Amistoso Contra o Panamá no Maracanã; Veja Preços e Detalhes
    Marco Leal

    Posts Relacionados

    Babuaçu Love

    Babaçu Love | A resistência do cinema nordestino e a força do audiovisual brasileiro

    Ithalo Alves
    10 de maio de 2026
    Sala de cinema com poltronas vermelhas, à esquerda vários pôsteres, e na tela principal o que parece ser um pôster de divulgação, mas são vários personagens arquetípicos de cinema. À esquerda a figura do Brasil e da direita da balança da justiça.

    Ancine Endurece Regras da Cota de Tela Após Polêmica Envolvendo Sessões do Cinemark

    Gabriel Fernandes
    10 de maio de 2026
    Diná abraçando Alexandre na novela "A Viagem", de 1994.

    A Viagem | Filme Remake Escala Carolina Dieckmmann Como Diná

    Gabriel Fernandes
    10 de maio de 2026
    Minha Mãe é uma Peça 3

    Dia das Mães | 10 Filmes Para Assistir e se Emocionar em Família

    Jéssica Meireles
    9 de maio de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
    Banner novidades amazon