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Crítica

Crítica: Meu Amigo, O Dragão

petes_intl_payoff_poster_brazilA Disney sabe como fazer um filme divertido e familiar e Meu Amigo, O Dragão é a prova disso. A produção, que é um remake do filme original de 1977 realizado pela própria empresa, emociona, faz rir e tem sua parte de “o bem vence o mal”, como um bom filme da companhia sem esquecer do mais importante: a magia.

Nessa aventura, acompanhamos o menino Pete (Oakes Fegley) que sofre um acidente e acaba perdido na floresta com apenas 5 anos. É então que ele encontra com o Dragão, a quem nomeia de Elliot. Uma grande amizade cresce entre eles enquanto os anos passam, e Pete, sem se dar conta, vira um menino de 10 anos com um dragão como animal de estimação.

Pete cresce sem contato com humanos, então quando vê de longe a guarda florestal Grace (Bryce Dallas Howard) ele fica encantado por ela. Óbvio que um dragão causaria interesse e Gavin (Karl Urban), cunhado de Grace, logo cresce o olho pra cima dele. Para a sorte de Pete e Elliot, sua nova amiguinha de 11 anos Natalie (Oona Laurence), Grace, o marido, Jack (Wes Bentley) e o pai de Grace, vivido pelo ator Robert Redford, estão do lado deles.

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O filme é um live-action com tudo que se tem direito. Oakes Fegley faz um bom trabalho no papel do menino que tem um dragão e não é imaginário, mesmo que ele tenha sido durante as filmagens. Sem fazer exigências, o Elliot ficou bem construído com sua pelagem verde e suas asas gigantes.

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Bryce Dallas Howard, Oona Laurence e Wes Bendley também fazem um ótimo trabalho sendo as pessoas que só acreditam vendo, mas que defendem e ajudam Pete apenas por ele conquistar seus corações. Redford esta bem como o ‘louco’ em cena. É fácil gostar de seu personagem que é quase um lobo mal para criancinhas (apenas quando conta a lenda do Dragão), mas que tem um coração enorme e está pronto para ajudar. Karl Urban é uma pedra no caminho colocada erroneamente. Seu personagem Gavin não consegue passar nem a pequena maldade que o filme precisa nem ser carismático suficiente como alguns vilões de filmes são.

A direção de David Lowery é correta, entregando um material que pode agradar tanto ao público quanto aos estúdios Disney pela delicadeza como a obra é tratada. A fotografia também ajuda bastante a passar toda a sutileza da história. A trilha sonora, com a maioria das músicas sendo uma boa balada country, é interessante e diferente, arriscada para um filme infantil, mas provavelmente uma boa escolha, já que nenhuma música é maior que a história a ser contada, porém, capaz de emocionar e embalar as cenas.

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A aventura de Pete e seu dragão de estimação Elliot chega ao circuito nacional no dia 29 de setembro, e tem tudo para ser um bom programa familiar, mesmo que não seja um daqueles filmes clássicos da Disney que possam marcar a infância de alguém ou virar um ponto de referência na vida adulta.

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Reader Rating2 Votes
7.9
8

Marya Cecília é goiana de nascimento, mora em São Paulo há seis anos e ainda assim não consegue lidar com o clima 4 estações em um dia que rola nessa cidade. Tem umas manias esquisitas, tipo ver um filme que gosta várias vezes, mas esta tentando lidar com isso (ou não). Falando nisso, ela não faz questão nenhuma de ser normal, então podemos apenas seguir em frente!

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