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Crítica

Crítica: Meu Malvado Favorito 3

Em 2010, ano que foi lançado o primeiro filme da franquia “Meu Malvado Favorito”, as crianças (não só elas, mas os adultos também) foram a loucura com a novidade da Illumination Entertainment. O sucesso foi tão grande que gerou uma bilheteria pra lá de 500 milhões de dólares. Porém, o resultado disso foi quando o segundo filme veio em 2013, a bilheteria chegou a quase 1 bilhão de dólares  com um custo apenas de 76 milhões.

Não satisfeitos, vieram, em 2015, com um spin-off dos “Minions”, e não é que aqueles safadinhos geraram mais de 1 bilhão de dólares de bilheteria com um filme que contava a história deles?!E então, o que esperar de “Meu Malvado Favorito 3”? Mais um sucesso garantido, é claro!

Dessa vez, Gru está de volta com um novo vilão, o ex-ator mirim, dos anos 80, Balthazar Bratt. Gru tenta por diversas vezes capturá-lo mas não é bem sucedido. Em meio a muitos acontecimentos, ele descobre que tem um irmão gêmeo, Dru, e a família toda se reuni. Só que Bratt, vai atrás de Gru causando grandes confusões entre eles e os Minions.

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O filme começa em uma intensa cena de ação, na qual Lucy, que agora já é esposa de Gru, e o próprio Gru, estão em uma missão, da Liga Anti-Vilões, para capturar Balthazar Bratt. Com muita ação e aventura a produção já mostra para o que veio desde o início, seguindo aquele ritmo até o final.

Escrita por Cinco Paul e Ken Daurio, os mesmos dos outros filmes, “Meu Malvado Favorito 3” traz uma história divertida, mas cria muitas narrativas paralelas a principal. Os Minions ficam de lado vivendo outro momento separados do Gru e ocorre o mesmo com as meninas, deixando o personagem principal isolado resolvendo os “problemas”. A parte interessante são as referências criadas para um público mais velho como: Procurando Nemo (nem tão mais velho assim!), Star Wars, Elvis Presley, Grinch, Michael Jackson e por aí vai.

A animação, em seus aspectos técnicos, está cada vez mais impecável. O que era bom, vem ficando cada vez melhor ao decorrer dos anos e a evolução da tecnologia. A produção também tem um time certo para duração. Os filmes da franquia costumam ter de 90 a 100 minutos, o que leva a criançada a ficar entretida do começo ao fim.

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E por falar em fim, o desfecho desse deixa um pouco a desejar, criando personagens no começo que não aparecem no final e não sabemos exatamente para que foram inseridos, uma vez que não seriam necessários, ou não fariam a menor diferença a história sem eles, a não ser que seja algo para uma próxima continuação.

Falando em personagens, que nesse caso todos são essenciais e se completam ao longo da narrativa, temos algumas novas inserções como Dru (irmão de Gru), Balthazar Bratt (o vilão) e Valerie Da Vinci (Chefe do Gru). Na versão dublada podemos conferir Leandro Hassum, como Gru e Dru, dando um “banho” de interpretação e dublagem com dois personagens com vozes bem diferentes e nenhuma delas nos faz lembrar do comediante/ator. Maria Clara Gueiros encarna Lucy, a personagem parece que foi feita para ela que se encaixa muito bem na dublagem, mas diferente de Hassum, conseguimos identificar a mesma facilmente. E, fazendo o super vilão Bratt, não teria como achar alguém melhor do que Evandro Mesquita. O personagem é irreverente, contagiante, totalmente anos 80 e tem um estilo extravagante com direito a um cabelo alucinante, uma roupinha roxa, um bigodão e uma super ombreiras para completar o visu.

No final, “Meu Malvado Favorito 3” é uma exceção aquela regra de que o terceiro filme sempre é o pior. Muito pelo contrário, ele consegue ser melhor do que o segundo e com certeza, também, que os “Minions”, mas não supera a história e a construção do primeiro filme. Contudo, você deve levar os pequeninos ao cinema para curtirem mais uma aventura da saga. E, de quebra, aproveitar para se divertir também. afinal, quem não gosta de “Meu Malvado Favorito”, não é mesmo?!

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Reader Rating2 Votes
9.25
8
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Written By

Aimée Borges gosta de dançar ao vento, beber água gelada e sorrir para Lua. Apaixonada por contos e fadas, deixa-se levar por sua curiosidade que a transporta para um mundo ainda mais louco que o da Alice.

1 Comment

1 Comment

  1. Glaucia Souza

    25 de julho de 2017 at 13:13

    Muito bia mesmo a crítica parabéns AIMEÉ Borges

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