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CríticaFilmes

Crítica: O Exterminador do Futuro – Destino Sombrio

D'Andrade
24 de outubro de 2019 3 Mins Read

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O futuro não está escrito, as decisões não são eternas e o tempo é apenas uma das variáveis que regem o mundo – por enquanto, uma das poucas contra as quais não podemos lutar contra. Quem nunca desejou voltar no passado e mudar o próprio destino, quem nunca se pegou imaginando o futuro. Linda Hamilton, em 1991, talvez não tivesse a noção do quão o papel de Sarah Connor marcaria sua carreira, James Cameron, talvez não acreditasse que um dos seus melhores filmes pudesse ganhar uma sequência 28 anos depois – talvez, se Cameron pudesse voltar no tempo, jamais deixaria as sequências, anteriores a essa acontecerem. E aqui estamos nós, em 2019, com a volta dos dois grandes nomes a franquia em “Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”. Linda é novamente Sarah Connor e James Cameron rege o filme como produtor executivo.

“Destino Sombrio” é o real terceiro ato da franquia. A história aqui centra nós acontecimentos pós Sarah Connor evitar o julgamento final. Com isso entram novos personagens na trama, assim como o desfecho de velhos conhecidos são revelados – e ha um bons argumentos para introduzir essa nova trama.

A novidade, neste longa, fica por conta da nova dupla de protagonistas e do ciborgue vilão. Meckenzie Davis (Grace) e Natalia Reyes (Dani Ramos), junto com Linda Hamilton dividem o protagonismo do filme e demostram uma sintonia grande em cena – existe um bom tempo de ação para cada uma, mas Davis e Linda são quem mais se destacam. Enquanto isso, Gabriel Luna, se encarrega de ser o vilão e se encaixa muito bem no personagem. O ator consegue implementar o tom certo nas aparições do androide como humano: as expressões sutis; existe sarcasmo na fala; e involuntariamente surge o humor. Isso faz dele o melhor vilão desde T-1000. Já Arnold Schwarzenegger é ajudado pelo roteiro e traz um exterminador forte na hora da ação, mas, em cenas que exigem menos do ator, principalmente na demostração de força física.

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Imagem: Divulgação/Fox Film

A direção de Tim Miller (“Deadpool”), bebe da fonte dos filmes anteriores e pouco arrisca em inovar, apesar disso, entrega cenas de ação excelentes. O enredo do filme em si, aparenta ser um aglomerado de coisas que já conhecemos dentro da franquia. E mesmo que isso seja trabalhado de uma forma que funciona, é um dos pontos fracos do longa pois fica a carência em inovacação. Outro ponto que não agrada muito, nesse caso relacionado aos efeitos especiais, é a transição de pele quando o exterminador se passa por humano – existe artificialidade que não condiz com o nível da produção.

O roteiro, de David S. Goyer, Billy Ray, também deixa algumas pontas soltas sobre Grace e Dani, entendemos parte de um todo nos flashs que mostram o futuro, mas nem tudo é bem explicado e existe a sensação de lacunas não preenchidas (por questão de spoilers não dissertarei sobre quais) – talvez alguma dessas lacunas sejam preenchida em uma possível sequência.

O girl power, por sua vez, é um dos pontos altos do filme. E, temos aqui, um bom exemplo de como representar mulheres fortes dentro de uma obra cinematográfica. No caso da personagem Sarah Connor, isso é ainda mais emblemático pois ela traz consigo essa representação a quase três décadas.

“Exterminador do Futuro: Destino Sombrio” é um alívio para aqueles que queriam ver a franquia entrar nos eixos. Esse filme elimina sem piedade seus antecessores (literalmente exterminando um passado de filmes ruins, pós o segundo, “seria James Cameron um Exterminador? rs“) e traz uma história coerente com o que a franquia foi originalmente no passado. As cenas de ação são bem divididas com os arcos dramáticos. Há um proposito claro para cada uma das personagens. E são validas as comparações certamente serão feitas com “Exterminador do Futuro 2”, pois se o mesmo é o melhor filme da franquia, “Destino Sombrio” é a sequência digna dele e as histórias possuem sim nuances muito parecidas.


 

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CinemaExterminador do FuturoO Exterminador do Futuro: Destino Sombrio

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D'Andrade

Cria da Baixada Fluminense e apaixonado por cinema desde sempre. Hoje escrevo roteiros, atuo na produção audiovisual, vou dirigir meu primeiro filme e me dedico a cada dia mais a aprender sobre o cinema. Fã de Steven Spielberg e louco por Jurassic Park, me encontro melhor quando estou perto de sucessos populares, de Titanic a Minha Mãe é uma Peça.

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