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CríticaFilmes

Crítica: O último cine drive-in

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Convidado Especial
19 de novembro de 2017 3 Mins Read

Filme brasileiro O último cine drive-inSimples, emocionante e nostálgico são três palavras que definem muito bem “O último cine drive-in”. O filme é uma verdadeira declaração de amor ao cinema, seguindo a linha do italiano “Cinema Paradiso”. Com toda a sua simplicidade, o longa envolve o público com uma história comovente e mostrando um lado belíssimo de Brasília, que é o cenário da trama.

Dirigido pelo brasiliense Iberê Carvalho, “O último cine drive-in” marca a entrada do diretor para o universo dos longas-metragens. Depois de fazer curtas como “Procura-se” e “Para pedir perdão”, o diretor mostra que tem capacidade de construir um filme que foge do convencional, narrando as histórias de cada personagem com uma delicadeza única. Iberê Carvalho traz para o filme a sua relação com Brasília, o que contribui para um retrato ainda mais realista da cidade. O toque pessoal a cada cena contribui para que o espectador se identifique com os conflitos apresentados.

A trama conta a história de Marlonbrando (Breno Nina), um jovem que vai para Brasília para acompanhar o tratamento de saúde que sua mãe (Rita Assemany) está fazendo. Sem ter onde ficar na cidade, ele procura o pai Almeida (Othon Bastos), que é dono do último cinema drive-in na região. Dentro do cine drive-in vivem e trabalham a projecionista Paula (Fernanda Rocha) e o faz tudo Zé (Chico Sant’Anna). Os dois funcionários são os responsáveis pelas cenas mais engraçadas.

O filme retrata as relações familiares, seus conflitos e a retomada do convívio entre pai e filho, que não se veem há um bom tempo. Com um tom nostálgico, o longa constrói a sua narrativa através das lembranças dos personagens e da relação de cada um com o cinema. É sempre remetendo ao romance com o cinema, que Iberê Carvalho destaca o tema principal da história: a luta por manter vivo a tradição do cinema drive-in.

O cenário colabora para que o espectador se apaixone ainda mais pela história. Para quem conhece, mora ou já viveu em Brasília, “O último cine drive-in’ é uma verdadeira homenagem à cidade. E até quem nunca colocou os pés lá irá se apaixonar. Há algumas controvérsias em relação à fotografia. Porém, o longa consegue cumprir com a sua proposta de ser bem simples e ele, de fato, é. Sem muita sofisticação dessa, “O último cine drive-in” investe em uma trama que envolve o espectador e em um elenco que dá conta do recado.

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As cores do filme são os responsáveis por dar um toque de beleza e por aproveitar bem o cenário de Brasília. A trilha sonora é outro aliado para a história, dando ritmo e pontuando os momentos mais importantes. O elenco também conta com nomes fortes e com boas participações de Rita Assemany, Chico Sant’Anna e Zé Carlos Machado. O destaque fica para Breno Nina, que consegue dar vida com perfeição a Marlonbrando, e para o lendário Othon Bastos. Fernanda Rocha também deu um show representando a jovem Paula, inclusive, ela ganhou o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante no “Festival do Rio 2014”.

“O último cine drive-in” é feito de momentos que comovem e por outros que fazem o espectador cair na gargalhada. O longa contrapõe momentos mais tristes com alguns mais alegres de uma forma natural e inteligente, que não pesa tanto para quem está assistindo. Mas a verdade é que o filme é um romance meio diferente – um romance pelo cinema. Para os apaixonados pela sétima arte vai valer a pena assistir do início ao fim e, talvez, até repetir mais uma vez. E também é uma ótima aposta para aqueles que querem se surpreender e se divertir com um filme brasileiro de qualidade.

É bem fácil encontrar “O último cine drive-in”, pois o longa está disponível na Netflix.


Por Larissa Marques

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8.3
8.5

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Tags:

CinemaNetflix

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