Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Quando me apaixono

Avatar de Convidado Especial
Convidado Especial
5 de agosto de 2017 3 Mins Read
Sequência de surpresas

19874384.jpg r 1920 1080 f jpg q x

Ter 39 anos e querer engravidar pela primeira vez é uma situação que certamente gera muita ansiedade. Em “Quando me apaixono” Helen Hunt é April Epner, uma professora que lida com crianças no dia a dia, mas não consegue conceber a sua – até ter uma transa inesperada com o marido praticamente no mesmo instante em que ele se torna seu ex.

O filme se inicia com música judaica enquanto a câmera passeia mostrando os familiares reunidos na cerimônia de casamento de April e Ben (Matthew Broderick). A música se acelera assim como o trabalho da câmera quando os recém-casados comemoram a dois num parque de diversões. A felicidade dura pouco. Depois de alguns meses, Ben diz que não quer ter aquela vida e depois da rapidinha, além de deixar a esposa, abandona também a própria classe – ele é professor na mesma escola que April – o que provoca um caos na sala de aula. Então, o também separado Frank (Colin Firth) aparece na vida da moça, com um tipo de charme muito especial: o ar de pai cansado e sonolento por cuidar dos filhos sozinho.

Os dois personagens masculinos são um pouco óbvios para os atores que os interpretam. Colin Firth parece fazer uma versão contemporânea de seu Sr. Darcy (em “Orgulho e preconceito”). Ele olha de forma sedutora sem cair na canastrice e suas falas chegam a ser teatrais, não tanto pelo tom, mas pelo conteúdo, provavelmente intencionado a arrancar suspiros por parte de quem idealiza um homem assim (certamente não incluído na população de nosso planeta). Já Matthew Broderick parece um menino grande começando a ficar grisalho, transmitindo a imaturidade de quem não sabe o que quer. Até o comportamento sexual do personagem pode ser associado ao de um adolescente. Os atores estão bem, apenas a distribuição dos papéis foi muito previsível considerando o que já fizeram em suas carreiras.

Após a morte de sua mãe adotiva, April é procurada por um homem que diz representar sua mãe biológica. Ela é Bernice Graves (Bette Midler), uma apresentadora de um programa de entrevistas muito famosa (mas totalmente desconhecida por April). O roteiro, escrito por Alice Arlen e Victor Levin, foi baseado no romance homônimo de Elinor Lipman e teve a colaboração de Helen Hunter. As falas não são muito longas e a direção optou por imprimir agilidade às mesmas. Isso funciona muito bem, especialmente no primeiro encontro de mãe e filha, em que a celebridade faz perguntas absurdas, sempre sorrindo e forçando intimidade, enquanto April mantém uma postura defensiva. As duas não poderiam ser mais diferentes, e tal aspecto é bem destacado, inclusive no figurino: o elegante de Candice e o quase simplório de April. Em determinada cena, vemos apenas os pés das duas enquanto andam; os calçados falam por si mesmos. Outra sacada interessante é o enquadramento de Hunt sentada no camarim da mãe biológica: ela e suas roupas quase se confundem com o sofá e a cortina.

O longa é a estreia de Helen Hunt na direção, e seu filme tende mais para o drama do que para a comédia. Alguns cortes são feitos para serem engraçados, mas o tipo de humor é muito sutil, mais para provocar discretos sorrisos que risadas. A participação do escritor Salman Hushdie como o médico que realiza o ultrassom é divertida, mesmo que fale pouco, pois sabemos de quem se trata e sua presença causa um estranhamento cômico. Já a personagem de Hunt é tão tensa e ansiosa que esse estado de espírito acaba sendo desgastante também para o espectador. Por outro lado, a atuação das crianças (filhos de Frank) tem o timing certo tanto para divertir quanto para comover. “Quando me apaixono” mostra que é possível ser feliz seguindo um caminho diferente daquele que muitas vezes é considerado o único.


Neuza Rodrigues

Reader Rating0 Votes
0
8

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

Colin FirthComédia DramáticafamiliaNetflixRelacionamento

Compartilhar artigo

Avatar de Convidado Especial
Me siga Escrito por

Convidado Especial

Outros Artigos

5854633 x720
Anterior

E não é que Malhação se reinventou?

Baiacu 00A
Próximo

Revista Baiacu: novo projeto de Angeli e Laerte

Próximo
Baiacu 00A
5 de agosto de 2017

Revista Baiacu: novo projeto de Angeli e Laerte

Anterior
5 de agosto de 2017

E não é que Malhação se reinventou?

5854633 x720

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Super Mario Galaxy
    Super Mario Galaxy – O Filme | Estúdio Illumination Mira Mais 1 Bilhão nas Bilheterias
    Roberto Rezende
    Wonder Man
    Wonder Man | Conheça Simon Williams
    Hugo Santiago
    Série The Testaments
    The Testaments | O Pesadelo de O Conto da Aia Continua com Atriz de Uma Batalha Após a Outra             
    Roberto Rezende
    Zendaya em cena da série Euphoria
    Euphoria | Terceira (e provável última) Temporada Tem Salto Temporal e Define Destino dos Personagens
    Roberto Rezende
    Trailer de Mestres do Universo
    Mestres do Universo | Após Décadas, He-Man Volta aos Cinemas para Recuperar seu Poder; Assista o Trailer
    Roberto Rezende

    Posts Relacionados

    Super Mario Galaxy

    Super Mario Galaxy – O Filme | Estúdio Illumination Mira Mais 1 Bilhão nas Bilheterias

    Roberto Rezende
    28 de janeiro de 2026
    Trailer de Mestres do Universo

    Mestres do Universo | Após Décadas, He-Man Volta aos Cinemas para Recuperar seu Poder; Assista o Trailer

    Roberto Rezende
    25 de janeiro de 2026
    Cena de "Terror em Silent Hill: Regresso Para o Inferno"

    Terror em Silent Hill | “Regresso Para o Inferno” É Massacrado Por Público e Crítica

    Amanda Moura
    24 de janeiro de 2026
    The Mortuary Assistant chega aos cinemas em 13 de fevereiro

    The Mortuary Assistant | Veja o Trailer do Filme Baseado no Jogo de Terror Independente

    Amanda Moura
    22 de janeiro de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
    Banner novidades amazon