Crítica: Rua Cloverfield, 10

Um filme, duas histórias!

Antes de tudo vamos falar de Cloverfield – Monstro (2008), que foi um filme marcante para a época . Cheio de mistérios, uma boa campanha de Marketing e gravado no estilo Found Footage (quando o filme é gravado por um dos personagens por uma câmera amadora), e foi a sensação do momento.

Agora vamos para o atual! Rua Cloverfield, 10 foi produzido por JJ Abrams, o mesmo do primeiro, porém um filme totalmente diferente, sem nenhum tipo de seguimento em relação ao antigo, com apenas um momento de ligação onde as histórias se encontram.

Dessa vez a trama corre em torno de Michelle, interpretada por Mary Elizabeth Winstead, que está abandonando o namorado após uma briga. Depois de largá-lo ela cai na estrada e acaba sofrendo um acidente. Em seguida, termina por ser “resgatada” e acorda acorrentada em um porão onde o dono, Howard (John Goodman), explica a atual situação dos EUA: um ataque por armas de destruição em massa e químicas tornaram a superfície um local contaminado e inabitado.

Os dois filmes possuem qualidade e criatividade, e é só isso que tem em comum! Enquanto o primeiro investiu em monstros, o segundo veio com um certo “terror” psicológico. Mas ambos os filmes são ótimos em questão de roteiro e produção.

O elenco de Rua Cloverfield, 10 se conecta a todo minuto. Mary e John estão muito bem em seus personagens e para completar e formar um trio entra na jogada o ator John Gallagher Jr., que acaba ficando em segundo plano, mas com uma atuação muito competente.

O filme vale a pena ser visto, pois além do mistério que envolve a trama dentro do bunker onde estão os três personagens, existe a “história por trás da história”. Além de tudo, Rua Cloverfield, 10 possui momentos angustiantes, alguns sustos e, por incrível que pareça, muitas risadas.

Crítica: Rua Cloverfield, 10
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