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CríticaFilmes

Crítica (2): Satânico

Avatar de Luísa Lacombe
Luísa Lacombe
8 de outubro de 2016 2 Mins Read

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Hollywood e o Diabo tem um casamento longo, mas com suas crises. A relação duradoura que rendeu clássicos como “O Exorcista”, “O Bebê de Rosemary”, “A Profecia”, é baseada em uma espetacularização do satanismo ou de tudo aquilo que vá contra a moral cristã ocidental.

Nos seus primeiros minutos, “Satânico”(“Satanic”, no original) poderia soar como uma crítica a essa fetichização. O filme começa com imagens de uma cerimônia de casamento da Igreja de Satã, realizada por seu fundador, Anton LaVey, e cenas de filmes onde o Diabo é representado da forma tradicional (chifres e calda). Em seguida, somos apresentados as primas Elise e Chloe (interpretada por Sarah Hyland, a Haley de “Modern Family”) e seus respectivos namorados, Seth e David. Por vontade de Elise e Seth, o grupo vai passar dois dias em Los Angeles, fazendo um “tour satânico”, antes de irem ao festival de música Coachella.

Os quatro  visitam a própria Igreja de Satã, a casa onde Sharon Tate foi assassinada, uma loja satanista e até se hospedam no quarto de hotel onde uma das discípulas de LaVey se matou. Elise e Seth, os idealizadores da viagem, glamorizam a morbidez e violência dos locais por onde passam através de piadas e das inúmeras fotos que tiram. Chloe e David não gostam do programa, mas também não os impedem. O grupo, porém, é tratado com desdém pelo “rebanho” de LaVey.crédito: ImdbAs piadas somem quando, com a ajuda de Alice, uma suposta satanista, o grupo realiza um ritual no quarto de hotel e são convocados pelas forças das trevas.  Nesse ponto, o roteiro abandona qualquer coerência que estava sendo desenvolvida. Os personagens – pouco complexos, divididos entre inconsequentes e caretas – resumem suas ações a gritos e desespero diante de acontecimentos inexplicados, como móveis se destruindo e marcas de arranhões no carro e nos próprios corpos.

O filme se arrasta até o momento da catarse, onde a escolha do diretor em não mostrar a violência infligida a seus protagonistas soa mais como falta de orçamento do que recurso narrativo. O filme se encerra numa sequência macabra, mas sem explicação consistente sobre o que persegue seus personagens e quais seus motivos, além do ritual executado.

Num determinado momento, é explicitado que Alice seria mais ousada e irresponsável que os satanistas normais. Seria então a entidade que os persegue algo pior que o próprio demônio? O filme não explica. “Satânico”sofre da mesma redução em que seus personagens começam inseridos. A escolha de fazer uma história onde os sustos e a violência existem apenas pelo choque, sem elementos que os sustentem, o transforma em mais do mesmo. Fica a sensação de um final moralista, onde os personagens são punidos por sua curiosidade. Hollywood pode amar o Diabo, mas ainda não o compreendeu.

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Luísa Lacombe

Sua formação é em cinema, e os interesses incluem televisão e quadrinhos. Nas horas vagas, faz tirinhas.

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