Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: The Worthy

Avatar de Oswaldo Marchi
Oswaldo Marchi
2 de janeiro de 2018 3 Mins Read
the worthy poster

Os Emirados Árabes são um país jovem, fundado nos anos 70, e, que por consequência, apenas recentemente começou a desenvolver seu cinema nacional. O primeiro registro cinematográfico da nação é de 2005, porém, apenas depois de 2010 que suas produções se tornaram algo mais frequente, e um dos nomes responsáveis por isso é do diretor Ali F. Mostafa, que em 2016 lançou o seu terceiro filme, “The Worthy”, que teve um alcance mundial devido a sua inclusão no catálogo da Netflix.

A trama se passa em um pós-apocalipse e segue um grupo de sobreviventes, liderados por Shuaib (Samer al-Masry), que estão abrigados em uma fábrica antiga que tem recursos o suficiente para uma vida estável. Porém, isso muda com a chegada de Mussa (Samer Ismail), um homem que pede abrigo, mas que possui segundas intenções, caindo sobre Eissa (Mahmoud Al Atrash), filho de Shuaib, a tarefa defender seu lar desse perigoso estranho.

Essa é uma temática arriscada para se apostar tão cedo no desenvolvimento do mercado cinematográfico e ela acaba se demonstrando ousada demais para o orçamento do filme, pelo menos no que diz respeito aos efeitos especiais. Enquanto a maioria dos sets e efeitos práticos passam a sensação de realidade, o uso insistente de fogo digital por cima de certas cenas é desconcertante.

O mesmo pode ser dito para a fotografia, que é bela quando enquadra os cenários reais e extensos de montanhas e desertos, mas quando tem que mostrar as ruinas de uma cidade, por exemplo, tem que usar uma computação gráfica que, somada ao movimento de câmera, dão a impressão de uma animação de video-game. A produção também tem um momento específico, com um set minimalista e uma tela verde óbvia, que se assemelha mais a um palco de teatro do que o de uma filmagem.

Apesar disso, o design de produção é notável. Os cenários de interiores são muito bem ambientados e é visível o impacto que esse mundo sofreu, com um destaque para os itens improvisados que os personagens utilizam, como o tabuleiro de xadrez feito de garrafas. Também é interessante como, ao contrário do visual monótono de outros filmes do estilo, a direção de arte é relativamente colorida, porém desbotada.

Em questão de direção, Mostafa se destaca não só pela ambientação, mas também pelo modo como filma as cenas de ação: os cortes rápidos e os movimentos de câmera estão presentes, mas não são confusos e nem ofuscam o que acontece, com todas as sequências bem claras. O ritmo geral do longa, porém, é um pouco estranho, com o seu aparente clímax ficando deslocado, uns bons vinte minutos antes do seu fim.

Worthy3

As atuações são competentes, mas os atores principais não esboçam muita reação diante de acontecimentos importantes, o que dá a impressão de que os personagens são um tanto apáticos. Porém, a interpretação de Samer Ismail como o vilão Mussa, que consegue ser carismático e ameaçador, e a de Ali Suliman que vive Jamal, o integrante antissocial e com ideias diferentes do resto dos sobreviventes, são diferentes o suficiente para se destacar.

Todos esses elementos são unificados por um roteiro que não é ruim, mas é ordinário e bem pontual: no início de cada cena é possível prever tudo que se desenrolará naquele momento. Outro ponto que pode ser negativo é que o enredo não estabelece os personagens antes de causar a situação problema, desse modo, vários membros do grupo são pouco mais que figurantes, e certas intrigas parecem que surgem do nada, sem muito preparo.

Por fim, “The Worthy” é um filme problemático, mas que, tendo em vista a sua produção, é digno de ser assistido. Ele é comparável ao primeiro longa do Mad Max, que é a origem de um universo pós-apocalíptico amplo, e tendo em vista o gancho para uma continuação inserido no seu final, é justo dizer que, talvez, o cinema dos Emirados esteja encarando sua primeira franquia.

The Worthy
Crítica: The Worthy
Sinopse
Prós
Contras
2.7
Nota
Imagens
Worthy7
Worthy6
Worthy5
Worthy4
Worthy2
Worthy1

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

Suspense

Compartilhar artigo

Avatar de Oswaldo Marchi
Me siga Escrito por

Oswaldo Marchi

Publicitário formado no Rio de Janeiro, tem mais hobbies e ideias do que consegue administrar. Apaixonado por cinema e música, com um foco em filmes de terror trash e bandas de heavy metal obscuras. Atualmente também fala das trasheiras que assiste em seu canal do Youtube, "Trasheira Violenta".

Outros Artigos

F0532E5B C7B4 429D ADE9 368DBAE4666F 3361 0000050CA48B3395
Anterior

Os livros que mais deixaram a desejar em 2017

HQs2018l
Próximo

Os quadrinhos mais aguardados para 2018

Próximo
HQs2018l
2 de janeiro de 2018

Os quadrinhos mais aguardados para 2018

Anterior
2 de janeiro de 2018

Os livros que mais deixaram a desejar em 2017

F0532E5B C7B4 429D ADE9 368DBAE4666F 3361 0000050CA48B3395

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Palco Mundo no Rock in Rio
    Rock in Rio 2026 | Venda do Rock in Rio Card começa hoje às 19h
    Cesar Monteiro
    Warner Netflix Paramount
    Paramount x Warner | Oferta de US$ 108 Bilhões Promete Virar o Jogo na Guerra do Streaming
    Aimée Borges
    O Agente Secreto
    “O Agente Secreto” Faz História no Globo de Ouro 2026 e Coloca Wagner Moura na Linha de Frente do Oscar
    Aimée Borges
    Charlie Brown CCXP
    Integrantes do Charlie Brown Jr. homenageiam Chorão com show na CCXP25
    Cesar Monteiro
    Painel The Boys
    CCXP25 | A despedida de The Boys: elenco enlouquece fãs no Palco Thunder
    Roberto Rezende

    Posts Relacionados

    Warner Netflix Paramount

    Paramount x Warner | Oferta de US$ 108 Bilhões Promete Virar o Jogo na Guerra do Streaming

    Aimée Borges
    8 de dezembro de 2025
    O Agente Secreto

    “O Agente Secreto” Faz História no Globo de Ouro 2026 e Coloca Wagner Moura na Linha de Frente do Oscar

    Aimée Borges
    8 de dezembro de 2025
    Charlie Brown CCXP

    Integrantes do Charlie Brown Jr. homenageiam Chorão com show na CCXP25

    Cesar Monteiro
    7 de dezembro de 2025
    Netflix Warner

    Netflix Adquire a Warner | Entenda o Impacto no Mercado de Entretenimento

    Cesar Monteiro
    6 de dezembro de 2025
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
    Banner novidades amazon