Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva

Júlia Cruz
1 de fevereiro de 2017 3 Mins Read

Toc Transtornada Obsessiva CompulsivaVocê já se perguntou qual é a fórmula da felicidade? Para algumas pessoas é passar o verão no litoral, para outras é ir ao cinema com aquela pessoa especial, e tudo isso precisa ser fotografado e postado nas redes sociais. Mas, será que somos verdadeiramente felizes ou vivemos sob uma pressão social tão grande de ostentar felicidade que apenas existimos virtualmente? Na internet, ou na seção de autoajuda de uma livraria, não é difícil encontrar maneiras, números e dicas para ser feliz. Quem está querendo te ensinar a ser feliz, é feliz também? Ou só escreveu o que você aparentemente quer ouvir?

Em “TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva”, Kika K. (Tatá Werneck) é uma atriz que está passando por uma crise pessoal enquanto aparenta estar feliz para seus fãs. No meio de disso tudo, ela ainda precisa lidar com sua empresária autoritária Carol (Vera Holtz), seu namorado ninfomaníaco Caio Astro (Bruno Gagliasso) e a obsessão de um fã, Felipão (Luis Lobianco). Em pleno caos Kika encontra Vladmir (Daniel Furlan), um funcionário de uma loja de discos e livros que a ajuda a encontrar as cinco letras da palavra que define felicidade deixadas por Arthur (Pedro Wagner), seu ghost-writer, ou seja, o escritor contratado por Carol para escrever um livro como se fosse Kika, intitulado “1003 maneiras de ser feliz”.

A produção fica por conta de Bianca Villar, Fernando Fraiha e Karen Castanho que juntos fazem um filme simples, sem grandes efeitos cinematográficos e nenhuma situação que fuja do clichê de comédia social, mas fazem um bom trabalho. O roteiro e a direção, ambos assinados por Paulinho Caruso e Teodoro Poppovic, são simples e objetivos, os dois acertam no que fazem, uma vez que o filme arranca altas risadas do público. Ao mesmo tempo que é engraçado e funciona em vários momentos, também erra ao usar em demasia o vício em sexo do personagem de Gagliasso. O cinema nacional não precisa mais falar sobre sexo para gerar humor, pelo menos não de forma exagerada. É desnecessário ver o personagem de Bruno Gagliasso aparecer nu ou falando sobre sexo em quase todas as cenas.

A fotografia do filme funciona muito bem, principalmente nas cenas onde o transtorno de Kika fica em evidência, ou seja, em qualquer lugar padronizado, pois a personagem não pisa em “linhas”. Inclusive, nos momentos de ansiedade, são passadas imagens aleatórias coloridas e também em preto e branco, fazendo um jogo de figuras com o espectador. A direção e todo o cenário montado, bem como o figurino, influenciam de forma positiva na produção, criando com perfeição a atmosfera necessária para o filme.

TOC Transtornada Obsessiva Compulsiva

Dois outros pontos que não podemos deixar de mencionar, são o elenco e a trilha sonora. O primeiro é tão verossímil que os personagens não poderiam ter sido interpretados por outros atores. Tatá Werneck e Vera Holtz são tão opostas entre si, que trabalham muito bem juntas. A mesma coisa entre a protagonista e a atriz Ingrid Guimarães, que já contracenaram anteriormente em “Loucas Pra Casar”. Daniel Furlan e Tatá Werneck conseguem criar uma química entre seus personagens, tão esquisitos, que se complementam, existindo amor por dentro e não por fora (como deveria ser em todos os relacionamentos). Salvo o personagem de Gagliasso, que tem poucas cenas e oferece o mesmo exagero a todo momento, a interpretação do restante do elenco está correta, mas não oferece nenhum diferencial.

A trilha sonora começa com “Timbalada”, passa por “Cidade Negra” e “Raul Seixas”, vai para “Banda Eva” e assim fica, entre axé e mpb, bem brasileiro mesmo. O que, para nós que estamos com um pezinho ali no carnaval, soa muito bem. A música de Raul Seixas, “Ouro de Tolo”, é a descrição cantada do filme, canção que exemplifica não só a personagem principal como cada cidadão do mundo. Se você não conhece a música, recomendo a versão do cantor Baia, no dvd “O Baú do Raul”.

No fim, “TOC – Transtornada Obsessiva Compulsiva” cumpre seu papel como uma comédia dramática, que mistura situações cômicas com a triste realidade da falsa sensação de felicidade. Para o que foi proposto, como já foi dito, só peca pelo excesso de cunho sexual como tentativa de se fazer humor.

O filme estreia dia 02 de fevereiro e você pode conferir o trailer abaixo.

Reader Rating8 Votes
7.9
7

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

Daniel FurlanIngrid GuimaraesTatá WerneckVera Holtz

Compartilhar artigo

Me siga Escrito por

Júlia Cruz

Acredita ser uma criação do Projeto Leda enquanto espera o Doutor com a sua Tardis. É apaixonada por cachorros, gosta de acender incensos, observar estátuas e tomar café. Descobriu que tudo é passível de crítica e desconstrói os enredos das mais de cem séries que já viu, para os leitores da Woo Magazine.

Outros Artigos

IMG 0326
Anterior

Banquete, um espetáculo burlesco

o CAMPANHA CHEGA DE FIU FIU facebook e1485785711643
Próximo

Empoderamento feminino com Think Olga

Próximo
o CAMPANHA CHEGA DE FIU FIU facebook e1485785711643
1 de fevereiro de 2017

Empoderamento feminino com Think Olga

Anterior
31 de janeiro de 2017

Banquete, um espetáculo burlesco

IMG 0326

8 Comments

  1. Daniela Costa disse:
    1 de fevereiro de 2017 às 12:24

    Fiquei um pouco preocupada agora pois minha filha viu a propaganda do filme e me pediu pra assistir… eu tinha dito que sim, pois não sabia dessa história sexual excessiva do Bruno.
    Você sabe me dizer qual é a classificação indicativa? Obrigada.

    Responder
    1. Diego Costa disse:
      2 de fevereiro de 2017 às 09:29

      Classificação para 14 anos. Particularmente penso que o exagero é proporcional ao transtorno do personagem do Bruno. As situações podem ser um pouco escrachadas, mas nada além do alegórico. Se sua filha assistiu Deadpool, TOC é bem mais leve se não tiver de problemas com palavrões.

      Responder
      1. Júlia Cruz disse:
        2 de fevereiro de 2017 às 11:19

        Oi Diego. O que o personagem do Bruno tem não é transtorno, é doença. São poucas cenas e a maioria pensando/falando/agindo de alguma forma que envolva sexo. É um exagero que eu não acho que o cinema nacional precisa pra fazer graça, porque não faz. Pelo contrário, eu senti incômodo. Nada que é exagerado consegue causar uma sensação de conforto.

        Responder
    2. Júlia Cruz disse:
      2 de fevereiro de 2017 às 11:16

      Oi Daniela. Responderam aqui que é 14 anos. Acredito que tudo sendo explicado e conversado, verdadeiramente, não há problema. O filme é bom, só peca pelo excesso. É interessante levá-la e depois explicar o que aconteceu nas cenas caso ela questione.

      Responder
  2. Ana Felipa Terra disse:
    1 de fevereiro de 2017 às 15:50

    Gosto muito da Tatá, mas confesso que sinto saudades dela na época da MTV…

    Responder
    1. Júlia Cruz disse:
      2 de fevereiro de 2017 às 11:22

      Sinto que na época da MTV, existia uma autenticidade, uma liberdade maior. Gostei da personagem dela no filme, mas em novelas não consigo gostar.

      Responder
  3. Lucas Andrade disse:
    1 de fevereiro de 2017 às 15:54

    Ela só dá certo com alguns personagem mesmo… Na época da novela que ela fazia a Valdirene, foi um sucesso; depois quando ela fez a Fedora, no início foi meio rejeitada já que fazia um papel de “metidinha”, só quando a Tatá fez comédia dentro da personagem é que começou a dar certo…

    Responder
    1. Júlia Cruz disse:
      2 de fevereiro de 2017 às 11:24

      Eu não gosto muito do trabalho da atriz em novelas, confesso que não acompanho. Qualquer personagem que ela interpretar nunca será tão bom e tão único quanto a Fernandona do Comédia MTV. Sinto falta de um papel que não se prenda ao padrão novela da Globo, um papel mais solto, mais autêntico, com mais cara de Tatá mesmo.

      Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Publicidade

Posts Recentes

Anjunadeep Open Air festival. Visão do público em um dia de céu limpo.
Anjunadeep Open Air São Paulo 2026 | O Céu de São Paulo Finalmente Recebe o Som que Merecia
Gabriel Bizarro
Fotografia em preto e branco com ponto de vista de trás do palco com grupo Braza em apresentação no Circo Voador.
Circo Voador 2026 | BRAZA Transforma a Lapa em Baile Solar e Prova que Utopia Tem Ritmo
Gabriel Bizarro
Rafael Portugal em show no Qualistage em 2026.
Rafael Portugal Conduz Noite de Risos no Festival Humor Contra-ataca 2026
Thiago Sardenberg
Rock In Rio 2024 letreiro
Rock in Rio 2026 | Festival Anuncia Line-up do Palco New Dance Order e Traz Novidades Para Palco Mundo e Sunset
Nick de Angelo
Foto promocional da terceira temporada de "American Horror Story", "Coven". Bruxas, todas de preto, seguem a líder/suprema interpretada por Jessica Lange, à esquerda, pelas calçadas de Nova Orleans.
American Horror Story | 13ª Temporada Terá Retorno de “Coven”
Nick de Angelo

Posts Relacionados

Mel Lisboa como a protagonista de "A Conspiração Condor" em escritório, atendendo telefone, com expressão de susto; câmera aponta à personagem da atriz por detrás de uma pilha de objetos, dando profundidade de estar sendo espionada.

A Conspiração Condor | Até Quando Precisaremos de Filmes Sobre a Ditadura?

Roberto Rezende
6 de abril de 2026
Filmes e series de terror - A Maldição da Múmia estreia em abril de 2026

Filmes e Séries de Terror | Principais Estreias de Abril no Cinema e Streaming

Amanda Moura
4 de abril de 2026
Velhos Bandidos

Fernanda Montenegro Reflete Sobre a Vida: “Eu só tenho o presente”

Cesar Monteiro
3 de abril de 2026
Alpha

Alpha | O Cinema da Carne e do Sangue

Rodrigo Chinchio
3 de abril de 2026
  • Sobre
  • Contato
  • Collabs
  • Políticas
Woo! Magazine
Instagram Tiktok X-twitter Facebook
Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
Banner novidades amazon