Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica – A garota do livro

Avatar de Daniel Gravelli
Daniel Gravelli
31 de maio de 2016 3 Mins Read

Um equilíbrio entre um tema importante e o óbvio drama adolescente

images

Em tempos como esses que vivemos atualmente é importante encontrarmos uma válvula de escape através da arte, aproveitando momentos de descontração com os amigos durante uma divertida comédia e/ou um filme de ação que nos fará aliviar o pensamento, no mínimo, pelas próximas duas horas. Entretanto, é ainda mais significante quando percebermos que conflitos importantes ainda são ferozmente discutidos através da cultura possibilitando mensagens, com extenso grau de importância, que ajudarão fazer diferença na vida de muitas pessoas.

O filme “A garota do livro”, escrito e dirigido pela estreante Marya Cohn, é uma dessas obras, e bebe em um assuntosério para contar a vida de Alice Harvey, uma aspirante a escritora que trabalha como assistente de uma grande editora de livros. O filme, que chegou na ultima quinta feira nos cinemas brasileiros, embora sofra com alguns clichês, falhas de contexto e estrutura de personagens, relata com categoria o contraponto entre a adolescência e a vida adulta da protagonista, uma mulher talentosa atormentada por um acontecimento que mudou radicalmente sua vida. Oprimida pelo passado conflituoso, e a sombra de homens que tentam a todo custo manipula-la, ela precisa buscar dentro de si a força que não encontra nem mesmo no circulo de sua própria família.

A produção independente é simples em todos os aspectos, evitando exageros para construir o ambiente no qual a história se passa, enriquecendo ainda mais o filme que exala o ditado popular “Menos é mais”. Todavia, a narrativa acaba nadando em águas perigosas e não funciona muito bem em certos pontos.

A insistência da roteirista em amarrar demais a história explicando, logo no inicio, detalhes que valeriam muito mais adiante, faz com que todo o mistério desapareça logo nos primeiros minutos de projeção. Atitude que destrói, ou no mínimo prejudica bastante, a co-relação emocional entre as fases da vida da personagem de Alice que não surpreende muito ao longo do tempo. Outro problema é o fato de abraçar com vontade o “draminha” adolescente de sua relação com o namorado, exaurindo completamente a força da personagem, ao revelar uma mulher desesperada que anda pela rua a noite a procura de soluções para sua vida. Se ao menos seus conflitos fossem mais explorados, tudo bem, mas ao invés disso o roteiro acaba preferindo resolver a situação colocando-a na cama com um homem diferente a cada desalento da vida.

MV5BMDI0MGNlNTUtZTY3MS00YjMzLThlNTUtY2UwNmZkNjQ1ZjQxXkEyXkFqcGdeQXVyMTUyMjgyNzc@._V1__SX1217_SY847_-1024x682

Contudo, Marya Cohn consegue corrigir a narrativa amena de seu texto ao desconstruí-lo com uma linguagem ágil e extremamente verossímil, a partir de uma direção instigante. Movimentos nervosos de câmera na mão, fornece certa realidade as cenas e os cortes secos, quase todos perfeitamente posicionados, provocando ainda mais o espectador que consegue se identificar facilmente com a história ali representada.

A fotografia de Trevor Forrest, levemente amarelada, até tenta criar uma atmosfera mais envelhecida e depressiva para as cenas, mas peca em alguns excessos, transformando o filme em uma produção insossa. É até interessante (talvez um desafio) fazermos o esforço de comparar certas nuances com a cor do papel “pólen”, usado nas paginas de algumas impressões de livros, uma vez que a historia retratada aborda um pouco do universo de escritores mas, além disso, não é difícil também nos imaginarmos assistindo algum filme b, exibido pelo Super Cine.

O elenco encaixa perfeitamente na história, mas não revela nenhuma interpretação de tirar o fôlego. Emily VanCamp está muito bem e possui um olhar cativante que até conquista, mas o trabalho de Ana Mulvoy-Ten é superior em sua versão mais jovem de Alice. A coadjuvante Ali Ahn também surpreende nos momentos em que aparece, com um papel mais leve e cômico que funciona como uma espécie de alivio dramático.

Kelley Lutter e Richard Walker, responsáveis pela direção de produção, fazem um excelente trabalho com a arte retratando fielmente as duas épocas da história. Engrandecendo ainda mais o trabalho, em seguida, temos um destaque no figurino criado por Jami Villers, que consegue estabelecer ótimo equilíbrio entre paletas escuras e nuances acinzentas e levemente coloridas que impactam a tela em determinados momentos.

“A garota do livro”, mesmo tropeçando um pouco, é um bom filme e merece ser visto e discutido, principalmente pela tal família conservadora que insiste em se esconder por trás de certas mascaras, evitando enfrentar problemas que deveriam se tornar prioridades na vida de todos. Pelo menos, a verdadeira educação e respeito prevaleceria desde cedo, independente da idade.

Reader Rating0 Votes
0
6.5

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

Cinema

Compartilhar artigo

Avatar de Daniel Gravelli
Me siga Escrito por

Daniel Gravelli

Daniel Gravelli é diretor e cofundador da Woo! Magazine, especialista em comunicação, storytelling e cultura. Com mais de 30 anos de experiência no mercado cultural como diretor, produtor, ator e roteirista, traz para a Woo! um olhar único sobre a arte e seu potencial de conexão humana. Escreve sobre entretenimento, comportamento e tudo que movimenta o cenário cultural brasileiro.

Outros Artigos

612402 970x600 1
Anterior

A realidade vivida em “A garota do livro”

003413.jpg r 1920 1080 f jpg q x xxyxx
Próximo

Crítica – O Outro Lado do Paraíso

Próximo
003413.jpg r 1920 1080 f jpg q x xxyxx
31 de maio de 2016

Crítica – O Outro Lado do Paraíso

Anterior
30 de maio de 2016

A realidade vivida em “A garota do livro”

612402 970x600 1

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Liniker Bye Bye Caju Turnê Show 1
    Bye Bye Caju | Liniker Encara o Tamanho da Demanda em Show Histórico no Nubank Parque
    DSD
    FLIP - Festa de literatura
    FLIP | Conheça a Festa Literária Internacional de Paraty
    Sam Chaves
    Rodrigo Teaser
    Rodrigo Teaser recria o Royal Concert de Michael Jackson em espetáculo impecável no Qualistage
    Thiago Sardenberg
    Gremio Haiti 2
    Grêmio Firma Parceria com Instituição do Haiti Para Revelar Novos Talentos
    Marco Leal
    Festival de Fatias Norte Shopping
    Norte Shopping Promove Festival de Fatias com Confeiteiras da Região
    Vivian Siqueira Campos

    Posts Relacionados

    Matt Damon capa A Odisseia

    A Odisseia | Christopher Nolan Transforma Filme em um Épico Grandioso com Elenco Estelar

    Gabriel Fernandes
    17 de julho de 2026
    100 dias filme filipe bragança

    100 Dias | Filme Inspirado em Amyr Klink Ganha Painel Especial na FLIP

    Sam Chaves
    16 de julho de 2026
    A Odisseia Chrisotpher Nolan 4

    A Odisseia | Christopher Nolan Escreve e Dirige Versão Definitiva do Cinema

    Roberto Rezende
    15 de julho de 2026
    Emmy Awards: Curiosidades sobre a premiação da TV

    Emmy Awards | Curiosidades Sobre a Maior Premiação da TV e os Destaques da Edição de 2026

    Jéssica Meireles
    15 de julho de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx