Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: X-men – Apocalipse

Avatar de Daniel Gravelli
Daniel Gravelli
19 de maio de 2016 5 Mins Read
Quando o roteiro torna-se o vilão 

MV5BMjQxMjY5MzU1NV5BMl5BanBnXkFtZTgwNzgyNjY0NzE@._V1__SX1394_SY760_

O cinema vive um momento único, no qual bilheterias astronômicas fazem a carreira de diferentes tipos de produções. Um dos grandes motivos para esse “fenômeno” pode ser direcionado a escolha dos estúdios por adaptações das famigeradas histórias em quadrinhos, lideradas pelas gigantes “Marvel” e “DC Comics” que veem proporcionando nos últimos 20 anos uma nova fase com produções de extrema qualidade (Com algumas exceções, claro) e tecnologia capaz de transformar determinadas cenas, que seriam facilmente tida como artificiais, em um material de máximo realismo para nossa atualidade.

Considerada uma das franquias de super-heróis de maior sucesso de todos os tempos no cinema, desde que foi lançada no ano 2000, os X-men são parte importante dessa história e da nova fase do mercado cinematográfico que tende a continuar crescendo. A série criada em hq por Stan Lee e Jack Kirby, em 1963, foi adaptada para o cinema e alcançou números lucrativos em cada um de seus filmes, mas dividiu a opinião do público e crítica ao fechar a primeira trilogia com o forçado “X-men: Confronto Final” em 2006. Com isso, desde sua retomada com “First Class” em 2011, os produtores vem tentando reconstruir a série de forma que essa supere sua precedente. E, hoje, chega aos cinemas o terceiro filme dessa nova fase e “X-men: Apocalipse” não fecha o ciclo como deveria, ao invés disso abre brecha para uma continuação apostando no possível estrondo que esse fará nos cinemas.

O repaginado “X-men”, desde First Class, conta o início da história dos alunos de Charles Xavier e como os mutantes foram apresentados ao mundo, o medo que geraram, a discriminação que sofreram e as superações de ambas as partes. Bem como, o surgimento da amizade entre o enigmático Magneto e o esperançoso professor Xavier e sua escola para superdotados. Diferente do primeiro filme e do segundo (Dias de um futuro esquecido), “Apocalipse” consegue até se equilibrar na corda bamba mas não se garante por completo devido a certas incoerências e um roteiro mediano.

X Men Apocalipse featurette

A trilogia traz um dos mais poderosos vilões enfrentados pelos heróis, En Sabar Nur, o “Apocalipse”, o primeiro mutante a existir, e quatro outros que foram convocados por ele para ajuda-lo a erradicar os humanos da terra. Magneto, Tempestade, Anjo e Psylocke acabam, assim, formando os quatro cavaleiros do apocalipse. A história se passa em 1983, em meio a um momento no qual alguns mutantes ainda sofrem para se adaptar com seus grandiosos poderes. Com o surgimento do novo problema, eles precisam unir forças para enfrentar a nova ameaça.

 “X-Men: Apocalipse” se destaca em muitos fatores, mas também tropeça em outros que podem fazer fãs mais fervorosos discordarem da escolha dos estúdios. O primeiro grande destaque do filme fica por conta da super produção, realizada com altos padrões de requinte. Tecnologia de primeira qualidade, liderada por uma equipe que sabia o que estava fazendo na maior parte da produção. Dá gosto de ver o trabalho realizado em cima dos efeitos. Contudo, o uso do CGI em excesso faz perder uma das maiores qualidades dos dois primeiros filmes da nova safra, o roteiro.

O roteiro de Simon Kingberg, acaba por ser o grande problema do projeto por querer complicar demais, misturar situações desnecessárias e fazer de uma das obras mais interessantes dos quadrinhos uma grande caricatura. Com diálogos fracos, que insiste em piadas bizarras que mais parecem ter saído de determinados shows de horrores, e uma narrativa que divide a incoerência com a tentativa de fidelidade, Kingberg constrói algo que nos faz lembrar de fracassados contextos criados para levar a televisão àqueles super-heróis da década de 70 e 80. Lembram?!

Bryan Singer volta a cadeira de diretor para um bom trabalho, ponto! Sua realização, embora sofra da síndrome do mais do mesmo, fornece um boa composição na escolha de ângulos importantes no âmbito psicológico, e ao adotar planos essenciais para a desconstrução das personagens principais e o momento vivido por cada uma delas. Marcando, com sensatez, o ponto de virada que define o avanço dos X-men.

MV5BMTJiOWFkNDMtZGY0ZS00NDMyLWFiOGYtMWNjOTY0YTc3MDlmXkEyXkFqcGdeQXVyNTI4MDA1MzI@._V1__SX1394_SY760_-1024x624

O ótimo Newton Thomas Sigel (“Drive” e “Dias de um futuro esquecido) é o responsável pela direção de fotografia que consegue caminhar em equilíbrio com o diretor, optando por movimentos de câmera excepcionais que fazem grande diferença a história. Contudo, pesa a mão no jogo de sombras, ao tentar criar um ar misterioso para o filme. Novamente, temos aqui, o problema do excesso que torna tudo um grande exagero, e o que deveria ser umbroso acaba por originar uma atmosfera pretensiosa que impede uma identificação maior com a produção.

O elenco traz novos atores para viver os mutantes, entretanto são os antigos que roubam a cena. James McAvoy está bem na personagem, mas não surpreende muito, ao contrário de Michael Fassbender que rouba todas as cenas em que aparece. Jennifer Lawrence se destaca bastante ao jogar ao lado de atores que demonstram grande inexperiência de trabalho, mesmo estando esses no mercado. Oscar Isaac, sufocado debaixo de uma péssima maquiagem que o deixa com cara de palhaço fanfarrão, não consegue demonstrar ao todo sua qualidade como ator, mas faz de tudo para sustentar a personagem. Algumas palmas também fica para Hugh Jackman em uma aparição relâmpago que proporciona um dos momentos de mais interessantes do filme. Os atores Tye Sheridan (Ciclope), Alexandra Shipp (Tempestade) e Olivia Mumm (Psylocke), revelam um trabalho ruim, mostrando a inexistência de uma construção sólida de suas personagens.

A direção de arte fica por conta de Michele Laliberte, Ravi Bansal e Veronique Meunier, os quais conseguem trabalhar locações e objetos sem perder a verossimilhança. A escolha por paletas de cores mais escuras, com detalhes mais claros, cria um aspecto denso, de fim do mundo, que poderia ser melhor aproveitado pela fotografia e, principalmente, pela frustrante maquiagem que insiste em piadéticas caracterizações.

O figurino de Louise Mingenbach, além de fornecer um bom trabalho ao oferecer um toque retrô as cenas, elabora o que talvez seja os melhores uniformes criados até o momento para essas personagens. Contudo, esperava-se mais do que o simples couro preto.

A trilha sonora, assinada por John Othman, parceiro de longa data de Brian Singer, é interessante, mas não ao ponto de instigar o público como conseguiu fazer no filme anterior.

“X-men: Apocalipse” não é o melhor filme da nova safra dos mutantes, mas está longe de ser o pior das produções sobre super-heróis. Embora transforme o roteiro em um vilão mais cruel que o Apocalipse apresentado, deixando o conteúdo de lado para viabilizar uma produção pipoca cheia de ação e repleta de efeitos, ainda sim é um filme interessante e que merece ser assistido no cinema. Nem que seja pela belíssima cena de Mercúrio, descaradamente copiada de “Dias de um futuro esquecido”, mas sejamos honestos: o que é bom, merece ser mantido.

Reader Rating0 Votes
0
6

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

MarvelStan Lee

Compartilhar artigo

Avatar de Daniel Gravelli
Me siga Escrito por

Daniel Gravelli

Daniel Gravelli é diretor e cofundador da Woo! Magazine, especialista em comunicação, storytelling e cultura. Com mais de 30 anos de experiência no mercado cultural como diretor, produtor, ator e roteirista, traz para a Woo! um olhar único sobre a arte e seu potencial de conexão humana. Escreve sobre entretenimento, comportamento e tudo que movimenta o cenário cultural brasileiro.

Outros Artigos

page 4
Anterior

Música de qualidade quebrando tabus

006313.jpg r 1920 1080 f jpg q x xxyxx
Próximo

Crítica – A Vingança está na moda

Próximo
006313.jpg r 1920 1080 f jpg q x xxyxx
19 de maio de 2016

Crítica – A Vingança está na moda

Anterior
18 de maio de 2016

Música de qualidade quebrando tabus

page 4

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    49049821673 53082b3500 k1
    SEGA confirma presença na Brasil Game Show 2026 com estande duas vezes maior
    Gabriel Fernandes
    O Mandaloriano e Grogu
    Star Wars | O Mandaloriano e Grogu Abraça a Nostalgia e Apresenta uma Inovação Impecável
    Junior Fernandez
    Maricá 212 anos
    Maricá 212 Anos | Cidade Celebra com Shows, Desfile Cívico e Programação Especial
    Vivian Siqueira Campos
    Esta é uma vista exterior do AT&T Stadium em Arlington, Texas, com a escultura "Sky Mirror" de Anish Kapoor em destaque.
    Copa do Mundo 2026 | Os Estádios Que Vão Fazer História
    Anne Chaves
    Novo carregador ultrafino da Xiaomi. Imagem gerada por IA.
    Xiaomi Lança Power Bank Magnética Ultrafina de 10.000 mAh Com Carregamento de Até 45W
    Gabriel Fernandes

    Posts Relacionados

    O Mandaloriano e Grogu

    Star Wars | O Mandaloriano e Grogu Abraça a Nostalgia e Apresenta uma Inovação Impecável

    Junior Fernandez
    25 de maio de 2026
    Esta imagem é do filme Supergirl: Mulher do Amanhã, que tem estreia prevista para junho de 2026. A atriz Milly Alcock interpreta Kara Zor-El, a Supergirl. Ao lado dela está o cãozinho Krypto.

    Supergirl Revela Novas Imagens Inéditas e Destaca Visual da Heroína em Meio ao Caos de Uma Guerra Galáctica

    Gabriel Fernandes
    23 de maio de 2026
    Palma de Ouro

    Festival de Cannes 2026 | Conheça o Vencedor da Palma de Ouro

    Rodrigo Chinchio
    23 de maio de 2026
    O Mandaloriano e Grogu

    O Mandaloriano e Grogu | Filme Estreia Abaixo de Solo e Acende Alerta Para Star Wars nos Cinemas

    Gabriel Fernandes
    23 de maio de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx