Se perguntarem aos amantes do bom e velho Rock’n Roll os nomes das maiores bandas do gênero em todos os tempos, sem dúvida nenhuma, a Scorpions estará entre o top 10 da maioria e na lista das cinco melhores de muitos outros. Dona de um repertório único, do qual muitas músicas tornaram-se verdadeiros hinos, clássicos guardados na memória do povo e enraizados no peito de todo apaixonado por músicas de qualidade e letras de grandes significados, a banda continua atraindo fãs ao redor do mundo, independente da idade, sem ser ofuscada por um mercado que está cada vez mais saturado pela quantidade. Prova disso é o sucesso da aplaudida turnê 50th Anniversary World Tour que eles vem fazendo em comemoração aos 50 anos de carreira do grupo.

E eles não poderiam deixar de passar por aqui, em terras brasileiras os alemães encantaram São Paulo, Fortaleza e, ontem a noite, invadiram o Metropolitan no Rio de janeiro em um show emocionante, marcado por clássicos como: “Wind of Change”, “Still Loving you” e “Rock You Like A Hurricane”.

“O show foi ótimo, muito animado. Eles realmente levantaram o público, que acompanhou a capela o clássico ‘Wind of Chance’. Sem falar do cenário impecável e a belíssima iluminação. Depois ainda tivemos direito a solos de guitarra e bateria de tirar o fôlego.” (Louise Duarte – Tabula Rasa)

Além de músicas que marcaram as épocas de ouro da banda, o grupo trouxe canções que fizeram parte dos últimos álbuns lançados por eles, como por exemplo o fascinante Return to forever.

Durante o show, os integrantes do Scorpions homenagearam o Brasil falando em português, cantaram a marchinha “Cidade Maravilhosa” e enalteceram a cidade carioca afirmando que não existe lugar como o Rio de Janeiro. Eles, que rodam o mundo com Mikkey Dee do MotörHead na Bateria, ainda agraciaram a banda inglesa tocando “Overkill” em tributo ao vocalista Ian Fraser Kilmister, conhecido por Lemmy. Dee, que está substituindo James Kottak afastado por ordens médicas, fez bonito em sua passagem pelo Brasil e foi aplaudido pelos fãs em suas impecáveis apresentações solo.

Graça Paes - Zapp News
Foto: Graça Paes – Zapp News

Durante o evento no Rio a banda de hard rock, que conta com todos os integrantes na casa de 50-60 anos, provou que não existe idade para fazer o que ama e o público soube muito bem apreciar isso:

“Definitivamente, rock não tem idade. E nisso eu incluo o trabalho de todos os integrantes dos Scorpions, que continua impecável até hoje.” (Júlia Bockmann – Woo! Magazine)

Com muita energia e empolgação, Klaus Meine (vocal), Rudolf Schenker (guitarra), Matthias Jabs (guitarra), Paweł Mąciwoda (baixo) e Mikkey Dee (bateria), marcaram a vida dos fãs que ficaram impressionados com a noite fantástica na qual eles incendiaram o Metropolitan.

“Conheci a banda ‘Scorpions’ em 84, eles tiveram no primeiro Rock in Rio, e na época eu não tinha idade para ir aos shows. E eu confesso que ontem, 32 anos depois, assistir o show foi magnifico. Ver o Metropolitan lotado, com a banda parando de cantar algumas canções para essas serem entoadas pelo público, de todas as idades, todos misturados, pais, mães com filhos, foi emocionante. Eu posso dizer que o show foi épico. Acho que é a melhor definição: O Show foi épico!” (Graça Paes – Agência Zapp News)

Scorpions continua com a turnê por diversos outros países até dezembro desse ano, passando por Chile, Argentina, Taiwan, Japão, Austrália e encerrando dentro da própria casa na Alemanha. Para os brasileiros que perderam a incrível passagem do grupo por aqui e estão viajando por alguns desses países, é melhor correr para garantirem os seus ingressos, pois os caras estão com tudo e quase todas as bilheterias estão prestes a esgotar. De acordo com o site oficial deles, as compras podem ser feitas por aqui.

Confira abaixo nossa galeria de fotos feitas pela talentosa Graça Paes da Agência Zapp News.

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Daniel Gravelli

Daniel Gravelli é um brazuca que parle français e roda uns filmes por aí. Apaixonado pelos universos da escrita e da atuação, tem um caso com o teatro e morre de amores pelo cinema. Fotógrafo e crítico nas horas vagas, gosta de cozinhar, apreciar um bom vinho e trocar ideias interessantes.

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