8 de dezembro de 2019
Nóis na Gringa!

Hello people! Está começando mais um MixTape. Sua coluna semanal com as melhores seleções temáticas de todos os tempos! Sim, a nossa auto-estima tá la em cima sim, e se reclamarem vamos estourar o medidor. Tudo isso, porque estamos preparando – olha a exclusiva – um super especial de entrevistas. Isso aí durante um tempo nosso Mixes serão feitos por convidados mais do que especiais. Porém, enquanto isso ainda não acontece, mas já está bem perto, vamos seguir o fluxo.

Dessa vez, nesse sábado lindo, estamos trazendo uma seleção de artistas internacionais que nosso título já descreve bem a necessidade! Sim, vocês precisam conhecer e ouvir. Ouvir muito. Ouvir várias vezes! Há mais ou menos 4 meses atras fizemos a mesma seleção, só que com artistas brasileiros. Então, se não ouviu/viu “Artistas Brasileiros Que Você PRECISA Conhecer e Ouvir!“, essa é a hora. Já podemos adiantar também, que muito em breve, uma nova lista de artistas nacionais vai aparecer por aqui. Então, fiquem ligados.

De passaporte e visto tirado, com as passagens compradas, nosso MixTape embarca agora para a “gringa“. Descobertas nos últimos meses não faltaram, então encontrar a seleção final, como de praxe, foi bem difícil. Se não limpou os ouvidos, vamos te dar mais um tempinho. Mas, seja rápido poque já começa agora nossa seleção n-e-c-e-s-s-á-r-i-a da semana.

Dando nosso start, esse som foi recém conhecido, somente há uma semana, mas seu responsável já tem uma carreira relativamente extensa. Estamos falando de Jaymes Young. O cantor estadunidense, de Seatle, seguem um estilo pop/eletrônico e alternativo, mas suas músicas também tem pegadas de R&B e blues. Ela já lançou dois EP’s e um CD, “Feel Something”. E você muito provavelmente já deve ter ouvido sua voz. Ele canta com a Birdy a música “Best Shot”, que faz parte da trilha sonora de “A Culpa é Das Estrelas”. E os dois cantam “I’ll Keep Loving You”, do David Guetta. Nossa selecionada faz parte de seu álbum, maravilhosa “Infinity”, que já não sai mais do repeat em nosso Mix.

   

Se ao ouvir a palavra “LP” (Long Play) e você pensar pensar nos disco de vinil, é melhor rever agora seus conceitos. Porque LP é o nome artístico de uma incrível cantora e compositora , norte americana, Laura Pergolizzi. Com três CDs e um EP já lançados, ela já compôs para Rihanna, “Cheers (Drink to That)”, Christina Aguilera, “Beautiful People” e diva Cher, “Red” e Pride”. Sue estilo é literalmente um mix de Country, Pop, Soul, Indie Rock e o que mais ela achar interessante. LP já esteve no nosso MixTape “Músicas Ótimas Que Ouvi em 2016“, com a canção “Into The Wild”. Desde então ela jamais deixou nossos afinados ouvidos, apaixonados por sua voz rouca e suas altas notas. Só que dessa vez, a escolhida é “Muddy Waters”, do álbum “Lost In You”.

   

Com um som parecido, mas com uma voz de tirar o chão de qualquer um temos o britânico Rag’n’Bone Man. O cantor e compositor Rory Charles Graham acabou de lançar seu primeiro álbum, “Human”, mas já tem uma longa carreira. Hoje, seu estilo musical é uma mistura Soul, Blues e Pop Rock, mas ele já foi uma figura frequente na cena do Hip-Hop britânico, participou de uma banda e ainda fez parte da produção musical do CD “Bad Blood”, que marcou a estreia da banda Bastille. Antes de lançar o single de estreia, que tem o mesmo nome do seu primeiro disco, Rag’n’Bone Man chegou a lançar dois EPs, “Wolves” (2014) e “Disfigured” (2015). Olha, escolher qual a música desse “monstro”, no melhor sentido da coisa, deveria estar aqui foi intenso. Mas nosso coração mandou mostrar “Skin”.

   

Mudando um pouco os ares musicais, vamos colocar uma pitada de clássico feat. poesia pura. Com vocês e para vocês: The Irreplessibles! Eles não sãos somente uma banda, eles são um grupo de Art Pop do Reino Unido. Fundado e liderado pelo compositor e músico Jamie Irrepressible (Jamie McDermott), o grupo já tem um bom tempo de estrada e existe desde 2002. Atualmente formado por Jamie (vocais principais, guitarra, piano, programação e composição eletrônica), Sarah Kershaw (piano, vocais) Chloe Treacher (violoncelo, contrabaixo, vocais) e Ollie Hipkin (percussão), o grupo já teve outras formações. Ao todo são seis EPs e dois CD’s, “Mirror Mirror” (2010) e “Nu” (2012). Segundo Jamie, o nome, The Irrepressibles, é sobre a quebra de fronteiras da música e ser sincero sobre ser gay na mesma. Com essa declaração é lógico que nossa escolhida é a magnânima “Two Men In Love”, mesmo que nosso coração também queira “In This Shirt” ao mesmo tempo. Então vai entrar aqui também!

    

Nesse clima “orquestral” você muito provavelmente já ouviu a canção “Run Boy Run” e ficou por aí. O que, cá entre nós, foi um grande pecado. Ela já foi música de propaganda, trilha sonora de filme e de várias séries. No caso, no caso, essa música, foi o segundo lançamento do debut de Woodkid. Bom, Woodkid é o nome artístico do projeto musical do cantor, compositor, diretor musical e designer francês, Yoann Lemoine. Ele só é o diretor do clipe “Teenage Dream”, da Katy Perry, e compositor da “Back To December”, da Taylor Swift, e “Born To Die”, da Lana Del Rey. Em 2011 lançou seu primeiro EP, “Iron”, e em 2013 o primeiro CD, “The Golden Age”. Em 2015 lançou o single “Volcano” e no ano passado o EP “Ellis”, com uma música em duas partes e participação de Nils Frahm e Robert De Niro, e a trilha original do longa “Desierto”, de Jonás Cuarón. Dentre suas composições, vamos descartar passar “Run Boy Run” e vamos de “Conquest Of Spaces”.

   

Para os mais ligados no “universo alternativo” com certeza já ouviu falar, assim como já conhece algumas músicas do alt-J. Também conhecida como ∆, a banda londrina mistura Indie Rock, Folk Rock e – um “recente” conceito musical – Art Rock. O álbum de estreia, An Awesome Wave, foi lançado em 2012. Em 2014 veio “This Is All Yours” e há pouco, mês passado “Relaxer”. alt-J foi formada, em 20o7, na Universidade Metropolitana de Leeds, por Gwil Sainsbury (guitarra/baixo), Joe Newman (guitarra/vocal), Gus Unger-Hamilton (teclado) e Thom Green (bateria). Antes do nome final, eles chegaram a se chamar Daljit Dhaliwal e Films, mas já existia uma banda com o nome de Films. Em 2014, Gwil Sainsbury anunciou a saída da banda que continuou como um trio. E cá entre nós, a qualidade das músicas não mudou em nada. Sendo assim, não vamos colocar as famosinhas “Something Good” e “Fitzpleasure”. Vamos de “Hunger Of The Pine”.

   

Para finalizar, vamos com uma estranheza, cheia de crítica, de forma maravilhosa, vinda diretamente do Irã. Estamos falando da cantora, compositora e produtora, Sevda Alizadeh. Num mix de Pop e R&B alternativo e uma pegada eletrônica, Sevdaliza, que nasceu no Terãa, hoje também é uma cidadã Holandesa. Já foi jogadora de basquete e fala de forma fluente, somente persa ,holandêsinglêsfrancês e português. Suas composições são politicas e cheias de criticas sociais, como a recente “Bebin”, canta em persa como protesto contra a Ordem Executiva 13769 (dá um google para entender). Ela também gosta de misturar suas composições com obras audiovisuais, então não só clipes, mas sim curtas, médias e até longas metragens para compor sua intensidade musical. Em “Bluecid”, ela contracena com o modelos e ator pornô gay François Sagat. Com dois EP’s e um CD, “Ison”, para inicia-los nessa trip incrível que seu som nos dá, vamos de “Humam”.

   

Com todos os pelos arrepiados, nosso MixTape vai ficando por aqui. Que delicia compartilhar essas preciosidades com vocês. Algumas delas foram compartilhadas conosco através de amigos e indicações. E se você conhece algum artista incrível, manda para nós. Compartilha coisas boas, músicas no caso, nunca é demais! O nosso “até breve” é com essa seleção no repeat. Aquele abraço.

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Paulo Olivera

Paulo Olivera é mineiro, Gypsy Lifestyle e nômade intelectual. Apaixonado pelas artes, Bombril na vida profissional e viciado em prazeres carnais e intelectuais inadequados para menores e/ou sem ensino médio completo.

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