Em entrevista à Woo!, Carol da Costa revela as músicas que inspiraram personagens de “Compasso Perfeito”, fala sobre os romances de sua vida e adianta novidades sobre os próximos livro
Carol da Costa acredita que história não devem ser guardadas na gaveta. Após anos adiando o sonho de escrever decidiu dar vida às suas personagens com apoio fundamental da família. Leitora apaixonada de romances com drama, mãe e dona de um cachorro e dois gatos, ela transforma conversas com amigas e detalhes do dia a dia em romances envolventes. Para Carol, escrever é um ato de libertação: das ideias que surgem no silêncio e das páginas que agora encontram o seu lugar no mundo. Este é o seu primeiro livro, e muitos outros já pedem espaço para serem contados
Lipe Machado [L.M] O seu livro “Compasso Perfeito” conversa com duas artes, música e escrita. Como foi para você se envolver nesses dois mundos?
Carol da Costa [C.C] Na verdade, não foi muito difícil. Cresci ouvindo muita música, rock e pop para ser mais exata, a minha adolescência foi na época da MTV, tinha música para todos os momentos.
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[L.M] A protagonista fica entre dois amores, aquele clichê que todo mundo já conhece, e como você fez para tornar esses homens tão interessantes?
[C.C] Eu leio romance desde que tinha uns treze anos, deve ter sido resultado deles (risos).
[L.M] Eu fiquei sabendo por alto que o amor da vida dela tem uns traumas. E posso falar que amo um cara com um bom passado sombrio. Pode nos dar uma pequena pista do que aconteceu com ele?
[C.C] Vou dizer apenas que são problemas de família…
[L.M] Como o seu livro fala muito de música. Eu não posso não perguntar. Quais foram as bandas e músicas que estavam na sua cabeça enquanto você escrevia?
[C.C] A ideia veio ouvindo Engenheiros do Hawaii, a personalidade do Felipe foi com Guns no geral, e ele foi inspirado no personagem do filme “Rock Star”. O Giovanny no Justin Timberlake, uma boa parte do livro ouvi muito o Zack Wyde.
[L.M] Queria fazer uma brincadeira. Três músicas para te conhecer melhor. Aquelas músicas que conversam contigo e que fazem parte da sua vida.
[C.C] “Somos quem podemos ser”, dos Engenheiros do Hawaii. “Mirrors”, do Justin Timberlake, e “Full Circle” do Aerosmith.
[L.M] Não quero estragar o plot final do livro, mas se você fosse a protagonista, quais dos dois você escolheria?
[C.C] Boa pergunta hahaha. Acho que o Felipe.

[L.M] Quem te motivou a escrever? Um professor, um autor, um familiar?
[C.C] Meu marido vivia falando para eu escrever por me ver lendo muito. Terminei o “Te Espero” por incentivo da minha irmã e minha avó que me motivou a publicá-lo.
[L.M] Já tem alguma continuação ou algum livro novo vindo por aí?
[C.C] Então, já comecei os livros dos outros integrantes da Whisky 81. O próximo é do Caio, o baixista com a melhor amiga da Eduarda.
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[L.M] Qual livro mais te impactou na sua vida, e você gosta tanto que virou seu livro conforto?
[C.C] Vish, são alguns. Série “Fallen”, “Viajando com Rock Stars” e “Se eu Ficar”.
[L.M] Existe alguma mensagem que gostaria de ter ouvido ou algo que faria diferente agora que tem mais experiência como escritora? Uma dica que gostaria para quem ainda está começando?
[C.C] Se eu fosse publicar hoje pela primeira vez, iria procurar autoras independentes e experientes e conversar com elas primeiro. Aprender o passo a passo primeiro, conhecer o mercado (risos).
Imagem Destacada: Divulgação/Gerada por inteligência artificial


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