Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Apóstolo

Avatar de Oswaldo Marchi
Oswaldo Marchi
1 de novembro de 2018 3 Mins Read

apostolo posterUm dos grandes males do streaming no mercado cinematográfico é a grande quantidade de produções que são disponibilizadas em bando, diariamente e sem discernimento, para a audiência. Nesse bombardeio de conteúdo, a maioria do material não impressiona,  fazendo com que, às vezes, bons filmes e séries sejam esquecidos em meio a uma onda de mediocridade. Um exemplo recente é o longa “Apóstolo” (2018), que teve sua distribuição mundial sob o selo Original Netflix e, apesar de parecer perdido na plataforma, conta uma história interessante de maneira criativa.

Se passando no início do século 20, essa narrativa é protagonizada por Thomas (Dan Stevens), filho deserdado de um homem rico que é convocado pela sua família para se infiltrar em um estranho culto em uma ilha britânica para resgatar Jennifer (Elen Rhys), sua irmã que foi sequestrada. Essa organização religiosa é liderada por Malcolm (Michael Sheen), que vende o local como uma utopia, porém, isso logo é provado falso graças a sua adoração a uma entidade estranha, aos habitantes que fazem oferendas diárias de sangue e a um grupo de homens vestidos de preto que agem como uma inquisição, liderada por Quinn (Mark Lewis Jones). O desafio de Thomas agora é conseguir soltar a sua irmã sem ser descoberto como um infiltrado nesse lugar misterioso.

A trama é bem semelhante ao clássico do terror “O Homem de Palha” (1973), desde a ilha isolada ao culto que louva uma divindade peculiar, mas em momento nenhum parece ser um plágio direto, graças aos detalhes do roteiro. O script do diretor Gareth Evans consegue equilibrar subtramas de personagens secundários que lentamente afetam a missão do protagonista, cria um clima de mistério bem satisfatório e bons personagens e ainda acrescenta um simbolismo em imagens fortes, como o homem alimentando o seu deus com sacrifícios de sangue.

Thomas é um homem com um passado obscuro e, enquanto possa parecer meio genérico, sua desilusão com a fé o torna um protagonista justo para essa história, ao mesmo tempo, Malcolm é uma figura antagônica interessante, que tem uma fé verdadeira e acredita que seus meios questionáveis se justificam pela finalidade. O verdadeiro vilão do enredo, porém, é Quinn, que apesar da boa construção como um fanático violento, decepciona no terceiro ato ao se tornar um típico antagonista de filmes de ação, que perde a oportunidade de derrotar seus inimigos para ficar discursando sobre seus motivos e planos maléficos. Porém, o que realmente dá a vida a esses personagens são as ótimas atuações do elenco, principalmente de Stevens e Lewis Jones.apostolo 01

A parte técnica também não deixa a desejar, com uma bela fotografia de Matt Flannery, que mostra os cenários vastos com um filtro sombrio, mas não escuro, e constrói diversos visuais macabros que criam uma atmosfera de suspense. Acrescentando a esse tom também estão a trilha sonora, os efeitos grotescos de sangue – que são constantes no longa – e o design de produção da vila antiga, principalmente nos elementos mais sobrenaturais, como a deusa e a criatura humanoide que a guarda.

Amarrando tudo isso está a direção de Gareth Evans, que também apresenta muita técnica através de movimentos de câmeras em planos mais longos e o uso paciente e preciso de jump scares, que não infestam a produção como se tornou costume para o gênero atual do terror. Evans também consegue passar bastante o que o protagonista sente, seja o desconforto com o culto através close-ups e do uso constante de câmeras de mão, ou a representação da sua perda da fé com a queda de uma cruz em chamas.

“Apóstolo” é uma surpresa agradável escondida na Netflix. Com a crescente quantidade de filmes de qualidade questionável com o selo da plataforma e o seu tempo de duração mais longo do que se espera do estilo – 130 minutos – ele pode não ser muito convidativo, mas vale a experiência.

Reader Rating0 Votes
0
7.5

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

NetflixSuspenseTerror

Compartilhar artigo

Avatar de Oswaldo Marchi
Me siga Escrito por

Oswaldo Marchi

Publicitário formado no Rio de Janeiro, tem mais hobbies e ideias do que consegue administrar. Apaixonado por cinema e música, com um foco em filmes de terror trash e bandas de heavy metal obscuras. Atualmente também fala das trasheiras que assiste em seu canal do Youtube, "Trasheira Violenta".

Outros Artigos

Guerra Fria
Anterior

Crítica: Guerra Fria

A Casa que Jack Construiu 10
Próximo

Crítica: A Casa que Jack Construiu

Próximo
A Casa que Jack Construiu 10
1 de novembro de 2018

Crítica: A Casa que Jack Construiu

Anterior
31 de outubro de 2018

Crítica: Guerra Fria

Guerra Fria

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Nicole Kidman como a bruxa Gillian Owens na sequência "Da Magia à Sedução 2". Personagem está com cara fechada, segurando um gato preto no colo com os dois braços, em pé, vista de lado. Ambientação de estufa caseira cheia de plantas.
    Da Magia à Sedução 2 | Filme Ganha Trailer em Continuação Após 28 Anos
    Nick de Angelo
    O Morro dos Ventos Uivantes
    O Morro dos Ventos Uivantes | Releitura Ousada para um Clássico
    Rodrigo Chinchio
    Jackson Wang em apresentação na Magic Man II World Tour, 2026. Cantor está no palco e há efeitos de pirotecnia à sua esquerda e direita.
    Jackson Wang Traz a MAGICMAN 2 World Tour ao Brasil e Promete uma das Noites Mais Mágicas do Ano no Suhai Music Hall
    Gabriel Bizarro
    Protagonistas do filme "Balls Up" correndo em uma rua do Brasil durante a copa do mundo.
    “Balls Up” Aposta no Humor Escrachado, Mas Tropeça ao Retratar o Brasil Entre Exageros e Inconsistências
    Gabriel Fernandes
    O jogador de basquete Oscar Schmidt vai em direção à cesta no jogo Brasil x Coreia do Sul na Olimpíada de Atlanta.
    Morre Oscar Schmidt, Lenda do Basquete Brasileiro, aos 68 Anos
    Gabriel Fernandes

    Posts Relacionados

    Nicole Kidman como a bruxa Gillian Owens na sequência "Da Magia à Sedução 2". Personagem está com cara fechada, segurando um gato preto no colo com os dois braços, em pé, vista de lado. Ambientação de estufa caseira cheia de plantas.

    Da Magia à Sedução 2 | Filme Ganha Trailer em Continuação Após 28 Anos

    Nick de Angelo
    21 de abril de 2026
    O Morro dos Ventos Uivantes

    O Morro dos Ventos Uivantes | Releitura Ousada para um Clássico

    Rodrigo Chinchio
    19 de abril de 2026
    Protagonistas do filme "Balls Up" correndo em uma rua do Brasil durante a copa do mundo.

    “Balls Up” Aposta no Humor Escrachado, Mas Tropeça ao Retratar o Brasil Entre Exageros e Inconsistências

    Gabriel Fernandes
    18 de abril de 2026
    Brinquedo Assassino - O Culto de Chucky

    Brinquedo Assassino | Don Mancini Está Escrevendo Roteiro do Próximo Filme da Franquia

    Amanda Moura
    17 de abril de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
    Banner novidades amazon