Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Chronically metropolitan

Convidado Especial
30 de dezembro de 2017 3 Mins Read
Ricos e disfuncionais

chronicallymetropolitanPOSTERTer um escritor na família ou no círculo de amigos pode representar um alto risco de ter sua vida exposta em uma suposta história de ficção. Nomes trocados podem não ser suficientes para ocultar devidamente aquele esqueleto no armário. É o que acontece em “Chronically metropolitan”, quando o jovem Fenton Dillane (Shiloh Fernandez) publica um texto na aclamada revista “The New Yorker” e acaba fugindo para a Califórnia para não aguentar as consequências de seu ato: a raiva e a mágoa de todos que se sentiram expostos naquelas páginas. Entre os envolvidos, os pais da então namorada, Jessie (Ashley Benson), que acabou abandonada sem maiores explicações.

A longa introdução do filme alterna cenas da volta de Fenton à Nova York, desde o pouso do avião, passando pela vista dos prédios da cidade, até chegar em casa, com cenas em que seu pai, Christopher (Chris Noth) dirige por uma estrada enquanto duas de suas alunas lhe oferecem bastante diversão. O professor recita Yeats, que as aspirantes a escritoras desconhecem, e a combinação de pó, bebida e brincadeiras sexuais termina com o som de uma freada.

O filme reúne elementos estéticos que mostram que a família em questão é bem abastada: figurinos estilosos, decoração um tanto excessiva, porém de alta qualidade. Bebe-se champanhe sem motivo especial, fuma-se maconha fornecida por um amigo de Fenton, John (Josh Peck) e os personagens parecem afetados ou blasés. É verdade que sofrem e sentem raiva, mas a intensidade com que expressam seus sentimentos é bastante controlada. Isso se nota principalmente no sarcasmo da irmã Layla (Addison Timlin) e na elegância da mãe Annabel (Mary Louise Parker), esposa traída que tenta manter a compostura a maior parte do tempo, o que faz sua eventual perda de controle um espetáculo a parte.
chronicallymetropolitan1Fenton encontra-se diante de um bloqueio criativo, e o recurso utilizado para mostrar isso é a constante aparição de uma página vazia na tela de seu computador. O personagem, indeciso e imaturo, não tem carisma suficiente nem gera muita empatia. Já a atuação de Chris Noth como mulherengo irresponsável e egocêntrico é a melhor coisa do filme. Embora o roteiro de Nick Schutt careça de maior consistência, suas falas são ótimas (“Todas essas garotas se jogando pra cima de mim”) e repletas de cinismo. O personagem John, a princípio desinteressante, tem um momento curto porém marcante no filme, por sua fala surpreendente e incisiva. E Layla é sempre muito cortante com o irmão; em uma das cenas, vê-se ao fundo, na parede da cozinha, uma coleção de facas. Boa sacada.

O filme, que é a estreia de Xavier Manrique na direção, em certa altura desvia o foco dos dilemas do jovem escritor para suas tentativas de reaproximação com Jessie, que está de casamento marcado para dali a uma semana. Há uso de flashbacks que mostram como um dia houve afeto e amor entre os dois, o que contrasta bastante com a postura sempre raivosa e hostil da ex-namorada. Em mais de um momento a câmera acompanha a dupla caminhando na rua. Em uma das cenas, suas roupas em tons mais vivos se harmonizam com o colorido de Chinatown, onde Jessie vai comprar comida. Já em outra situação, suas roupas em tons frios convivem com o ambiente da rua coberta de gelo.

Nova York é quase uma personagem. São muitas as cenas mostrando o trânsito, a movimentação da cidade e, principalmente, o estilo de vida dos moradores do Upper West Side. Embora no aspecto estético “Chronically metropolitan” funcione, há a sensação de falta de aprofundamento da história e de seus personagens. Algo que escritores com bloqueio criativo provavelmente entenderão.


Neuza Rodrigues

Reader Rating0 Votes
0
6.5

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

DramaescritoresNetflixRelacionamentos

Compartilhar artigo

Me siga Escrito por

Convidado Especial

Outros Artigos

maxresdefault 5
Anterior

Os Funko Pops mais raros e caros que você já viu!

comer rezar e amar
Próximo

4 filmes para refletir no fim de ano

Próximo
comer rezar e amar
31 de dezembro de 2017

4 filmes para refletir no fim de ano

Anterior
30 de dezembro de 2017

Os Funko Pops mais raros e caros que você já viu!

maxresdefault 5

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Mel Lisboa como a protagonista de "A Conspiração Condor" em escritório, atendendo telefone, com expressão de susto; câmera aponta à personagem da atriz por detrás de uma pilha de objetos, dando profundidade de estar sendo espionada.
    A Conspiração Condor | Até Quando Precisaremos de Filmes Sobre a Ditadura?
    Roberto Rezende
    Filmes e series de terror - A Maldição da Múmia estreia em abril de 2026
    Filmes e Séries de Terror | Principais Estreias de Abril no Cinema e Streaming
    Amanda Moura
    Alex Lifeson
    Rush | Alex Lifeson Admite Dúvida Inicial Em Relação à Nova Baterista
    Cesar Monteiro
    Velhos Bandidos
    Fernanda Montenegro Reflete Sobre a Vida: “Eu só tenho o presente”
    Cesar Monteiro
    Alpha
    Alpha | O Cinema da Carne e do Sangue
    Rodrigo Chinchio

    Posts Relacionados

    Mel Lisboa como a protagonista de "A Conspiração Condor" em escritório, atendendo telefone, com expressão de susto; câmera aponta à personagem da atriz por detrás de uma pilha de objetos, dando profundidade de estar sendo espionada.

    A Conspiração Condor | Até Quando Precisaremos de Filmes Sobre a Ditadura?

    Roberto Rezende
    6 de abril de 2026
    Filmes e series de terror - A Maldição da Múmia estreia em abril de 2026

    Filmes e Séries de Terror | Principais Estreias de Abril no Cinema e Streaming

    Amanda Moura
    4 de abril de 2026
    Velhos Bandidos

    Fernanda Montenegro Reflete Sobre a Vida: “Eu só tenho o presente”

    Cesar Monteiro
    3 de abril de 2026
    Alpha

    Alpha | O Cinema da Carne e do Sangue

    Rodrigo Chinchio
    3 de abril de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
    Banner novidades amazon