Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Eu Só Posso Imaginar

Avatar de Mauro Machado
Mauro Machado
31 de maio de 2018 3 Mins Read

Eu Só Posso Imaginar 2Poucas coisas mexem conosco como a música. Basta mencionar canções que nos transportem imediatamente para momentos em que as ouvimos, ou pessoas as quais elas nos remetem, e isso é um poder absurdo desse tipo de arte.“Eu Só Posso Imaginar” fala sobre isso, de forma bastante específica, inclusive. Baseado na história real de Bart Millard, a temática da música é explorada pelo viés de quem a cria, do compositor. É evidente que quem apenas a consome e quem a gera vão ter relações e experiência distintas sobre o mesmo objeto. Essa é uma das belezas da arte, e ver esse foco de “Eu Só Posso Imaginar” é uma decisão acertada, ainda que não seja uma obra com qualidade primorosa, longe disso.

Como uma espécie de cine-biografia, não tem como negar que exageros são frequentes e algumas sequências chegam a ser apelativas. Se por um lado a infância de Bart e sua antiga relação com a música, bem como seus sonhos e fantasias é amável, por outro lado, a trilha sonora e uma série de diálogos não tem como não soar brega. Parece que o longa quer arrancar lágrimas do espectador e o fato de ser um filme com um sub-texto cristão talvez aumente isso. Não que o personagem ser um cantor de música religiosa seja um problema em si, porque não há nada de errado com isso, mas a forma com a qual isso se insere na obra acaba por prejudicá-la. É mais um ponto fraco que se soma a outros problemas como uma bola de neve. De toda forma, seria mentiroso dizer que “Eu Só Posso Imaginar” não comove e toca em assuntos importantes. A questão do pai abusivo está aqui, por exemplo, e presente em todo o desenrolar.

Eu Só Posso Imaginar 3

Aspectos a serem elogiados são a direção e a fotografia, que mostram senso estético apurado dos realizadores. Vários enquadramentos e longas sequências que são colocadas criam uma beleza e uma poesia visual muito grande ao que vemos, talvez na intenção de afirmar a grandeza do tema da superação que aqui se faz tão presente. As cores, somadas a isso, trazem uma paleta que remete a nostalgia e sentimentos positivos quando opta por tons quentes para mostrar o passado do protagonista. Sua infância, mesmo com problemas, está repleta de memórias positivas. Isso é um padrão que se repete por toda trajetória dele que nos é mostrada. A forma com a qual ele começa a se inserir no meio musical e que surge como algo um tanto quanto inesperado é um exemplo disso. Pode ser uma cena de pequena escala, mas é filmada com muito bom gosto.

“Eu Só Posso Imaginar” é, então, uma história poderosa. Apesar dos inegáveis problemas que carrega, discute assuntos relevantes e traz um apelo visual bem bonito também. Ainda que não seja a melhor cine-biografia do cinema, funciona bem ao que se propõe e funcionará possivelmente melhor para tipos específicos de público. O mais importante do longa é apresentado logo na cena inicial, que é o fato de Bart Millard ter, na realidade, escrito sua canção mais famosa ao longo de toda sua vida, ao invés de apenas em dez minutos como ele mesmo afirma. É uma premissa que, mesmo básica e repleta de uma série de pedras no caminho da projeção, consegue se firmar com eficiência.

Reader Rating1 Vote
7.2
6.5

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Compartilhar artigo

Avatar de Mauro Machado
Me siga Escrito por

Mauro Machado

Ser envolto em camadas de sarcasmo e crises existenciais. Desde 1997 tentando entender o mundo que o cerca,e falhando nisso cada vez mais.

Outros Artigos

Em um Mundo Interior 4
Anterior

Crítica: Em Um Mundo Interior

celso portiolli e um dos apresentadores do sbt folia 1454529287139 1920x1080
Próximo

Hoje é dia de Celso Portiolli!

Próximo
celso portiolli e um dos apresentadores do sbt folia 1454529287139 1920x1080
1 de junho de 2018

Hoje é dia de Celso Portiolli!

Anterior
31 de maio de 2018

Crítica: Em Um Mundo Interior

Em um Mundo Interior 4

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade
    Banner
    Banner
    Banner

    Posts Recentes

    Anne Hathaway - Diário da Princesa
    Anne Hathaway Tentou Trazer Julie Andrews de Volta a “o Diário da Princesa 3”
    Aimée Borges
    Sacrifice
    “Sacrifice” Mostra Anya Taylor-Joy Sequestrando Chris Evans
    Aimée Borges
    BGS 2025 foto 2
    BGS E Os Indies | Como A Feira Ajuda Pequenos Desenvolvedores A Encontrar Público
    Vivian Siqueira Campos
    Homem jogando videogame
    Videogame Também É Ponto De Encontro | Como Os Games Conectam Amigos Na Vida Adulta
    Bruno Baptista
    Juliano Costa
    Juliano Costa Faz Uma Sala Inteira Dançar Com o Fim de Um Amor
    Daniel Gravelli

    Posts Relacionados

    Anne Hathaway - Diário da Princesa

    Anne Hathaway Tentou Trazer Julie Andrews de Volta a “o Diário da Princesa 3”

    Aimée Borges
    19 de agosto de 2026
    Sacrifice

    “Sacrifice” Mostra Anya Taylor-Joy Sequestrando Chris Evans

    Aimée Borges
    19 de agosto de 2026
    Coyote Vs. Acme Coyote 03

    “Coyote vs. Acme” Resgata A Essência De “Looney Tunes” Em Uma Divertida Mistura De Animação E Mundo Real

    Gabriel Fernandes
    18 de agosto de 2026
    Coraline Prime Video 1

    Coraline | Como Terror Inspirado em Alice Segue Dando Calafrios Após 20 Anos

    Ana Laura Moura
    18 de agosto de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx