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CríticaFilmes

Crítica: Max Rose

Convidado Especial
25 de fevereiro de 2017 3 Mins Read
Passando a limpo

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Quem ainda tem na cabeça a imagem de Jerry Lewis como o comediante dos filmes da Sessão da Tarde irá se surpreender com sua atuação em “Max Rose”. Escrito e dirigido por Daniel Noah, o longa mostra a vida de Max (Jerry Lewis) após a morte de sua esposa Eva (Claire Bloom), com quem esteve casado por 65 anos.

A abertura já nos envolve com um belo trabalho de cenografia: detalhes da sala de estar, fotos e objetos antigos, o piano entulhado de papéis, o livro que Eva estava lendo – somos levados para aquele ambiente ao som de uma música suave de piano.

Sabemos que Max acaba de perder a mulher através de cenas sem nenhum diálogo, apenas sublinhadas por música. Daniel Noah acertou nessa opção: nem sempre palavras são necessárias e o filme ganha força com essas imagens. Tudo é compreensível e também envolvente: ajuda a trazer o espectador para o mundo de Max e o aproxima dos sentimentos do personagem. Jerry Lewis mostra força dramática mesmo sem dizer nada.

O filme é entrecortado por cenas em flashback do cotidiano do casal. Em alguns momentos, Max está com o mesmo suéter que veste no momento presente. É como se ele pudesse se transportar ao passado. Enquanto vive seu luto, um objeto misterioso perturba Max intensamente: nele está gravado uma declaração de amor de um suposto amante de Eva com a data de 5 de novembro de 1959. Há outras cenas em que ele conversa com a mulher, mas criadas em sua imaginação. Essa obsessão com o que pode ter acontecido no passado acaba colocando sua segurança em risco e ele é levado pela neta e pelo filho para uma residência de idosos.

Annie (Kerry Bishé) é a neta meiga que mais parece uma amiga mais jovem, muitas vezes o chamando pelo nome. A atriz transmite doçura e a cumplicidade na dose certa; no entanto, o mais interessante em termos de relações acaba sendo o conflito entre Max e seu filho Christopher (Kevin Pollak), que a cada tentativa de aproximação recebe apenas hostilidade. Daniel Noah criou ótimos diálogos para ambos.

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Estando a contragosto no residencial da terceira idade, Max é chamado para uma conversa na salinha da Sra. Flores (Illeana Douglas) que o convida a participar das “atividades fantásticas” que o local oferece, pois ele precisa de interação social. As falas da Sra. Flores saem da boca da personagem na salinha e depois continuam em off enquanto Max pensa sozinho em seu quarto, como se reverberassem dentro de sua cabeça. Uma sacada interessante.

A rotina dos idosos é mostrada em cenas com bela fotografia e trilha; mas interessante mesmo é a reunião de Max e seus colegas de residência, que parece uma festa animada em que adultos dançam, fumam e bebem, sem a condescendência frequentemente envolvida em tudo que se refere à idade avançada. O diretor os retratou como adultos que se divertem entre si, adultos que envelheceram mas estão aptos a manter uma conversa, ainda que sobre o passado, já que não lhes resta muito futuro. Fuga do clichê de festa de velhinhos trapalhões que fazem peraltices – para usar uma palavra bem datada. Ponto positivo.

O longa é um acerto de contas de Max com tudo e com todos. Aos 87 anos, é mais do que sabido que não há tanto tempo assim pela frente. Sempre que alguém morre pensamos no que deixamos de dizer a essa pessoa; ou tememos morrer deixando questões pendentes. O desenrolar do filme a partir de certo ponto pode até nos fazer suspeitar como será o desfecho; mas a sinceridade da atuação de Lewis não desaponta em momento algum. Ótima oportunidade para conferir o Rei da Comédia em desempenho dramático e comovente.

https://www.youtube.com/watch?v=6RUi0wlpFks


Neuza Rodrigues

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10
9

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Tags:

DramaNetflixrelacionamento familiarTerceira idade

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2 Comments

  1. Ana Lúcia Gosling disse:
    13 de maio de 2017 às 18:51

    Fui assistir ao filme depois de ler sua crítica. O filme é delicado, silencioso, palavras necessárias nos diálogos necessários. A relação dele com a neta é amorosa e generosa. E a cena do encontro entre ele e o homem que presenteou sua mulher…emocionante em vários sentidos, mas, principalmente, no que se refere à fragilidade física do homem e à serenidade com que se aceitam verdades e sentimentos. Não é o primeiro trabalho dramático de Jerry Lewis…o primeiro foi em “O Rei da Comédia”, de Scorsece, que adotou, na época, uma dinâmica invertida: Robert de Niro seria o toque de humor e Jerry Lewis, o drama. Mas em “Max Rose”, o personagem dramático está mais próximo de nós. Achei lindo ver Jerry Lewis tão idoso, tão limitado fisicamente mas, ao mesmo tempo, tão senhor da sua interpretação. Ótima dica que colhi aqui. :o)

    Responder
    1. Neuza Rodrigues disse:
      30 de maio de 2017 às 22:20

      Obrigada por seus comentários! E por citar “O rei da comédia”. Certamente quem viu “Max Rose” vai querer conferir. Eu vou!

      Responder

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