Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Ninguém entra, ninguém sai

Rita Constantino
24 de abril de 2017 4 Mins Read

ninguém entra ninguém sai 1Imagine a seguinte situação: você tem um encontro marcado com seu interesse amoroso e após uma noite agradável, para ficarem mais à vontade, vocês partem para um motel. Porém, depois de tudo resolvido, recebem da gerência uma notícia um tanto estranha. O lugar está sob ameaça de propagação de um vírus mortal e vocês terão ficar em quarentena. Isso mesmo, passar 40 dias naquele lugar.

Parece uma opção daqueles jogos de “Would you rather?” em que é preciso escolher entre dois cenários absurdos, mas é o mote de “Ninguém Entra, Ninguém Sai”. Uma produção curiosa no vórtex infinito de comédias nacionais que chega às telas no dia 4 de maio, mas que ao mesmo tempo que traz um pouco de brilho para o gênero acaba se ofuscando com sua falta de perícia e excesso de convencionalidade.

Construindo a história entorno das figuras que ficarão confinadas no motel Zeffiros’s, na trama somos apresentados a Letícia (Danielle Winits), uma juíza que pretende levar seu segurança Acauã (Tatsu Carvalho) para uma noite de aventuras, ideia que seu filho adolescente Caju (João Côrtes) também tem e que com Bebel (Bella Piero) planeja perder a virgindade. Já o motoboy Edu (Emilliano D’Ávila), mesmo sem dinheiro, prometeu a sua namorada Suellen (Letícia Lima) um encontro romântico no local, enquanto a solitária Margot (Mariana Santos) é sequestrada por Alexandre (Rafael Infante) que foge da polícia após realizar um assalto a uma joalheria e para se esconder acabam os dois parando lá.

Paralelo a isso, Donizete (Paulinho Serra), funcionário do motel, é internado com a suspeita de ter contraído em seu trabalho um vírus raro, o que faz com que o estabelecimento seja isolado em quarentena. Bancados pelo governo para permanecer no isolamento, os hóspedes vão ter que aprender a conviver entre si e lidar com os planos misteriosos da faxineira Francisca (Guta Stresser), que conta os dias para a chegada de seu “dono”.

Bem, apresentações feitas, já dá para sentir que argumento não falta ao filme. O problema é como ele o desenvolve.

ninguém entra ninguém sai 3Com um enredo inchado de personagens e subtramas, o roteiro de Paulo Halm não dá conta de solucionar satisfatoriamente todos os conflitos que coloca em jogo. Subaproveitando a qualidade dos episódios absurdos que surgem quando um grupo de pessoas fica preso em um motel, muitas situações são má construídas, algumas acontecem sem nenhum propósito e outras decepcionam pela fraqueza da resolução – o desfecho do filme se encontra nessa categoria.

Entraves como o grupo de resistência que Francisca reúne, que só começa a ser construído na metade do segundo ato do longa, quando teria mais impacto se desse pistas desde o princípio, cenas como quando Letícia descobre que seu filho está confinado junto com ela também perdem o foco ao tentar injetar uma emoção que não deveria existir (a personagem chorando, diz que durante o tempo de isolamento pensou muito no filho, o que em momento algum foi mostrado ao espectador) e o relacionamento criado entre a médica interpretada por Monique Alfradique e Donizete soa completamente aleatório e é um dos eventos que contribui para conclusão frustrante da história.

Beneficiando-se dos nomes talentosos para comédia em seu elenco, como Letícia Lima, Rafael Infante e Paulinho Serra – esse infelizmente com uma participação pequena -, o filme ganha pontos quando não se apoia em recursos constrangedores como toilet jokes – aquelas piadas horrorosas que insistem que “cagar” e “peidar” têm graça –, mas acaba se prejudicando por seu texto recorrer a tiradas fracas, óbvias e nem sempre engraçadas. Quando o personagem do garoto virgem pede conselhos ao motoboy por não ter conseguido manter a ereção, é mais do que óbvio que a resposta para “a situação está dura?” é “não, está mole mesmo”. É tolo, convencional e precisa de mais elaboração para conseguir arrancar risadas.

Por falar em convencionalidade, a direção de Hsu Chien Hsin – diretor da série “Pé na Cova” da Rede Globo – de vez em quando faz algumas escolhas interessantes, mas boa parte do tempo privilegia a estética da televisão. Para planos médios que centralizam o personagem ressaltado a estranheza de diálogos e situações e uma fotografia, trabalho de Dante Belutti, que funciona bem em separar os arcos da história – a temperatura muda dos espaços comuns do hotel, para o cômodo que fica Francisca, que também é diferente da do hospital –, têm os clássicos establishing shots do centro do Rio de Janeiro, típicos de um capítulo de novela.

Se no começo a premissa de “Ninguém Entra, Ninguém Sai” inspira singularidade, com sua última cena, o elenco cantando com um artista famoso – recurso já batido nos folhetins globais – no final, a sensação é que estamos vemos mais do mesmo. Infelizmente, só boas intenções não fazem um bom filme.

Reader Rating0 Votes
0
6

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

Comédia

Compartilhar artigo

Me siga Escrito por

Rita Constantino

1995. Cobra criada em Volta Redonda. Um dia acordou e queria ser jornalista, não sabia onde estava se metendo. Hoje em dia quer falar sobre os filmes que vê e, se ficar sabendo, ajudar o Truffaut a descobrir com que sonham os críticos.

Outros Artigos

co0LAS5Ml4CSzzXD5IN1pgpr1ei
Anterior

“Guardiões da Galáxia Vol. 2” e sua Setlist Sensacional

1981826 1376326612645259 1450203159 n
Próximo

Sobre crianças fazendo cachorros sorrirem

Próximo
1981826 1376326612645259 1450203159 n
24 de abril de 2017

Sobre crianças fazendo cachorros sorrirem

Anterior
24 de abril de 2017

“Guardiões da Galáxia Vol. 2” e sua Setlist Sensacional

co0LAS5Ml4CSzzXD5IN1pgpr1ei

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Anjunadeep Open Air festival. Visão do público em um dia de céu limpo.
    Anjunadeep Open Air São Paulo 2026 | O Céu de São Paulo Finalmente Recebe o Som que Merecia
    Gabriel Bizarro
    Fotografia em preto e branco com ponto de vista de trás do palco com grupo Braza em apresentação no Circo Voador.
    Circo Voador 2026 | BRAZA Transforma a Lapa em Baile Solar e Prova que Utopia Tem Ritmo
    Gabriel Bizarro
    Rafael Portugal em show no Qualistage em 2026.
    Rafael Portugal Conduz Noite de Risos no Festival Humor Contra-ataca 2026
    Thiago Sardenberg
    Rock In Rio 2024 letreiro
    Rock in Rio 2026 | Festival Anuncia Line-up do Palco New Dance Order e Traz Novidades Para Palco Mundo e Sunset
    Nick de Angelo
    Foto promocional da terceira temporada de "American Horror Story", "Coven". Bruxas, todas de preto, seguem a líder/suprema interpretada por Jessica Lange, à esquerda, pelas calçadas de Nova Orleans.
    American Horror Story | 13ª Temporada Terá Retorno de “Coven”
    Nick de Angelo

    Posts Relacionados

    Mel Lisboa como a protagonista de "A Conspiração Condor" em escritório, atendendo telefone, com expressão de susto; câmera aponta à personagem da atriz por detrás de uma pilha de objetos, dando profundidade de estar sendo espionada.

    A Conspiração Condor | Até Quando Precisaremos de Filmes Sobre a Ditadura?

    Roberto Rezende
    6 de abril de 2026
    Filmes e series de terror - A Maldição da Múmia estreia em abril de 2026

    Filmes e Séries de Terror | Principais Estreias de Abril no Cinema e Streaming

    Amanda Moura
    4 de abril de 2026
    Velhos Bandidos

    Fernanda Montenegro Reflete Sobre a Vida: “Eu só tenho o presente”

    Cesar Monteiro
    3 de abril de 2026
    Alpha

    Alpha | O Cinema da Carne e do Sangue

    Rodrigo Chinchio
    3 de abril de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
    Banner novidades amazon