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CríticaFilmes

Crítica: O Preço Do Amanhã

Convidado Especial
3 de dezembro de 2017 4 Mins Read
Um filme em que o grande protagonista é o tempo pode ser um desperdício do seu dia

intime posterSe atualmente tempo é dinheiro, imagine num futuro – não muito distante – em que o envelhecimento passou a ser controlado para evitar a superpopulação, tornando o tempo a principal moeda de troca para sobreviver, o que, por sua vez, faz com que os ricos se tornem imortais e os pobres tenham que implorar por cada minuto da sua vida. Interessante não é?! É dessa analogia ao capitalismo que o roteiro de “O Preço do Amanhã” escrito e dirigido por Andrew Niccol parte. O diretor, que assina roteiros como os de: “O Terminal” e “O Show de Truman” e dirige obras como “S1m0ne” e “Gattaca – Experiência Genética”, trouxe expectativas ao lançar em 2011 mais uma ficção científica, porém no longa protagonizado por Justin Timberlake e Amanda Seyfried o mesmo deixou bastante a desejar.

Apesar de bem amarrado, o roteiro tem um fator que questiona a trajetória do herói. Will Salas, após ganhar de mão beijada mais de um século de um vida de um ricaço que cansou de viver tantos anos, decide quebrar o sistema – no qual famílias ricas herdam milhares de anos, enquanto os pobres morrem mendigando horas de vida. Porém, ele próprio acaba se tornando um herdeiro quando só é capaz de burlar o sistema quando tem condição de se inserir nele. É um filme que critica privilégios de hereditariedade e ao mesmo tempo faz com que o seu protagonista receba anos de vida do nada. Além disso, ele já carrega no sangue a missão de ser um revolucionário: o pai de Will morreu se rebelando contra o sistema, ou seja, ele não luta pela revolução porque quer, e sim porque já tem isso no sangue.

Fazendo jus a inspiração em “Bonnie & Clide”, a parceira do crime de Will é a pobre menina rica Sylvia Weis. Os dois tem uma conexão imediata ao dialogarem sobre o valor do tempo. Ela quer viver de verdade, correr riscos e o fato de ter que proteger sua fortuna a impede sempre. Will se torna exatamente a dose de adrenalina que a herdeira tanto sonhava. A partir deste encontro, os diálogos com mais trocadilhos acerca do tempo são utilizados pelo resto do longa sem nenhuma noção do ridículo. “Tem um minuto?” , “Perda de tempo”, “Belo relógio” e a número um na lista de repetições desnecessárias: “É roubo quando já é roubado?” O casal se torna uma espécie de Robin Wood – fator que traz atemporalidade à trama – assaltando bancos e redistribuindo tudo aos pobres.

o pre o do amanh

Com esse mote do não envelhecimento, Hollywood conseguiu a desculpa perfeita para colocar apenas atores jovens e bonitos no elenco. Parece que foi dada muita atenção a aparência dos atores e pouca a interpretação dos mesmos. Alex Pettyfer está, de longe, o mais sofrível na pele de Fortis, líder de uma gangue que rouba os mais pobres. Pequenas participações destacam-se como a de Johnny Galecki (“Big Bang Theory”), e Olivia Wilde que protagoniza a cena mais emocionante de todo o filme logo no início. Cillian Murphy, como um dos vilões não traz desconforto mas também não faz jus à sua qualidade como ator. Timberlake e Seyfried estão na medida – quase que numa persona deles próprios – os dois ficam vendidos com frequência ao dizerem frases cafonas de efeito. Por exemplo, quando Will joga poker e se apresenta como: “Salas. Will Salas.” Numa tentativa muito mal sucedida de homenagear James Bond.

Aplausos para a direção de fotografia de Roger Deakins. Injustiçado pela academia – o diretor já foi indicado diversas vezes ao Oscar e nunca levou uma estatueta para casa – ele não faz por menos no longa de Niccol. Importante destacar o fato de que a sua fotografia não pretensiosa somada a efeitos especiais modestos e simples, trazem verossimilhança a atmosfera do futuro.  A pretensão pouco megalomaníaca fazem com que – de imediato – o espectador compre a ideia do filme. Com exceção do relógio no antebraço dos personagens que é de chorar. Toda vez que ele aparece na tela alguém se lembra que o filme está bem distante do real.

A direção de arte se limita a uma paleta com tons neutros: preto, branco, pastel, cinza e creme que contribuem para o clima futurístico. A trilha conta com músicas instrumentais apenas, o que, por sua vez ambienta aquele cenário externo a um espaço temporal comum – ao qual o espectador está habituado. A ideia central é excelente, mas mal dirigida. Com um potencial de obra-prima desperdiçado, o filme tornou-se mais um mero entretenimento comercial. A premissa é boa, contudo assista apenas se tiver muito tempo livre.


Por Rayza Noiá

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Tags:

Amanda SeyfriedJustin TimberlakeOlivia Wilde

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