Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Os Meyerowitz – Família Não Se Escolhe

Avatar de Oswaldo Marchi
Oswaldo Marchi
25 de outubro de 2017 4 Mins Read

OsMeyerowitz3 copyUma das grandes surpresas nos festivais de cinema de 2017 foi o novo longa de Noah Baumbach, “Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe (Histórias Novas e Selecionadas)”.  A repercussão não teve muito a ver com o seu tema ou qualidade, mas sim com a reação da crítica, que teve uma resposta positiva para uma produção estrelando Adam Sandler, algo que muitos já consideravam impossível devido a filmografia recente do ator. Distribuída pela Netflix, a produção é um drama-comédia que conta com, além de Sandler, um elenco de nome e um diretor conceituado no gênero, ou seja, vários sinais de que ela não seria apenas mais uma comédia superficial “besteirol”.

A história do filme é sobre os três irmãos da família Meyerowitz e como a vida de cada um foi afetada pela sua relação problemática com o pai, Harold (Dustin Hoffman), um escultor vaidoso que nunca obteve a fama que acredita merecer. Danny (Adam Sandler) é um músico desempregado que é considerado um fracasso, enquanto Matthew (Ben Stiller) é um contador bem-sucedido, mas que também sofre com a falta de aprovação de seu progenitor, que queria que ele seguisse uma carreira artística. O trio é completo por Jean (Elizabeth Marvel), a filha distante e ignorada.

Escrito também por Baumbach, o roteiro segue uma linha de acontecimentos, porém, é menos focado em trama e mais no emocional da família, funcionando como um bom estudo de personagens. O afastamento e estranheza dos Meyerowitz são muito bem representados em cenas de conversas que aparentam ser dois monólogos ao invés de um diálogo, já que os envolvidos apenas falam de seus problemas, sem responder diretamente um ao outro.

Esse aspecto é reforçado pela direção, que alterna entre cortes e movimentos de câmera rápidos em momentos de discussão intensa, quase como se mostrasse uma luta, e planos longos para as suas tentativas de conversa, nos quais os personagens quase sempre se encontram em lados distintos da tela, demostrando sua falta de interação.

A parte mais surpreendente do longa é o senso de humor, principalmente considerando o seu elenco. Com nomes como Adam Sandler e Ben Stiller, o que se imagina é uma comédia pobre, cheia de piadas escatológicas. Porém, “Os Meyerowitz” é muito mais sútil. A produção tenta passar naturalidade em quase todos seus aspectos, como se aquilo que está sendo mostrado fosse uma família real, e é dai que vem a sua comédia, que explora o lado cômico de situações absurdas e até mesmo trágicas do cotidiano, como por exemplo, a confusão dos filhos tentando descobrir o que está acontecendo quando o pai está no hospital.20776732 1731353227159084 6649889437593503811 o

A edição também é bem pontual em seus cortes para provocar o máximo de contraste e humor possível, terminando (quase) todos os atos do filme com uma interrupção bruta, no meio de diálogos ou ações, que levam a cenas com tons totalmente diferentes do que se passava antes.

Essa estética só funciona por causa das atuações, principalmente de Adam Sandler e Dustin Hoffman. O primeiro, que adquiriu uma notoriedade por fazer produções horríveis a ponto de ser questionada a sua habilidade como ator, mostra que tem capacidade de lidar com um material diferente, mas se mantendo ainda em uma zona de conforto. O seu personagem, Danny, é praticamente uma versão mais crível e complexa do “homem de meia idade com algo pra provar” que costuma fazer em seus filmes, mas aqui a interpretação é repleta de raiva e tristeza contida por baixo de uma fachada harmônica.

Dustin Hoffman, interpretando Harold Meyerowitz, consegue roubar praticamente todas as cenas em que aparece, o que é justo para um personagem egocêntrico que gosta de ser o centro das atenções onde quer que esteja. Já Ben Stiller, apesar de bastante convincente, não consegue se desvincular da própria imagem e acaba remetendo demais a Chas Tenebaum, que interpretou em “Os Excêntricos Tenenbaums” (2001), produção que trata de temas semelhantes a Os Meyerowitz.

Outro aspecto positivo é a trilha sonora, composta por Randy Newman, que se mantém quase sempre como um acompanhamento de piano caótico às cenas, o que encaixa não só com a tonalidade mas também com a caracterização dos irmãos principais – sua habilidade com o piano e falha em perseguir uma carreira artística são recorrentes no enredo.

No geral, “Os Meyerowitz” acaba sendo um drama com toques de comédia, e não o oposto, como se pode esperar de um filme com esse elenco. Os seus atores quebrando expectativas são seu aspecto mais notável, o resto, porém, apesar de bem executado, não é muito memorável. Por mais que seus personagens sejam bem construídos, seus conflitos não trazem nada de novo e a sua resolução não surpreende, contendo um final com um ápice emocional que não sabe se causa estranheza ou empatia. A produção acaba sendo mais um drama Ffamiliar um tanto genérico, mas que, graças a seus diálogos sagazes e atuações fortes, vale a pena ser visto.

Reader Rating1 Vote
9.9
7

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

Adam SandlerBen StillerComédiaDramaNetflixNoah Baumbach

Compartilhar artigo

Avatar de Oswaldo Marchi
Me siga Escrito por

Oswaldo Marchi

Publicitário formado no Rio de Janeiro, tem mais hobbies e ideias do que consegue administrar. Apaixonado por cinema e música, com um foco em filmes de terror trash e bandas de heavy metal obscuras. Atualmente também fala das trasheiras que assiste em seu canal do Youtube, "Trasheira Violenta".

Outros Artigos

The Walking Dead S08 Ep01 7
Anterior

Review: The Walking Dead (S08 Ep01 – “Mercy”)

murder poster 760x428
Próximo

Resenha: Assassinato no Expresso do Oriente, de Agatha Christie

Próximo
murder poster 760x428
25 de outubro de 2017

Resenha: Assassinato no Expresso do Oriente, de Agatha Christie

Anterior
25 de outubro de 2017

Review: The Walking Dead (S08 Ep01 – “Mercy”)

The Walking Dead S08 Ep01 7

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Dominic McLaughlin no primeiro trailer da série de "Harry Potter", da HBO. Ator mirim está vestido de verde, com luvas, e empurra um carrinho com seus pertences, sorrindo, na plataforma 9 3/4.
    Harry Potter | Série Remake da HBO Ganha Primeiro Trailer e Estreia Ainda em 2026
    Nick de Angelo
    Addison Rae
    Lollapalooza 2026 | Addison Rae Silencia os Céticos e Domina o Samsung Stage na Estreia Brasileira
    Gabriel Bizarro
    Vista aérea do palco Budweiser no Lollapalooza 2026, sábado.
    Lollapalooza 2026 | O Melhor e o Pior da Edição
    Nick de Angelo
    Lollapalooza
    Lollapalooza 2026 | Djo Prova no Budweiser Stage que Joe Keery É Muito Mais do que Steve de Stranger Things
    Gabriel Bizarro
    Turstile, visão distante do palco Budweiser, em apresentação no domingo do Lollapalooza 2026.
    Lollapalooza 2026 | Tyler, the Creator Volta ao Brasil Depois de Anos e Prova que É um Headliner de Outro Planeta
    Gabriel Bizarro

    Posts Relacionados

    Uma das primeiras imagens de 'Duna: Parte 3', revelando um exército interlagáctico em formação.

    Duna 3 | Uma das Maiores Estórias da Ficção Científica Tem Seu Final com a Direção de Dennis Villeneuve

    Roberto Rezende
    18 de março de 2026
    Eloy Pohu como Enzo no filme autointitulado, segurando um celular e preocupado sentado contra um muro de pedra.

    Enzo | A Descoberta da Sexualidade Envolta em Privilégios e Sentimentos

    Roberto Rezende
    17 de março de 2026
    Imagem promocional dos prêmios Oscar, com a estatueta em um fundo roxo, com cortinas na paleta de cores simulando o teatro da premiação.

    Oscar 2026 | Confira os Vencedores

    Cesar Monteiro
    15 de março de 2026
    A Volta dos Mortos-Vivos (1985), clássico dos filmes de terror trash de zumbi

    5 Filmes de Terror Trash Para Assistir (Ou Não) Numa Sexta-Feira 13

    Amanda Moura
    13 de março de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
    Banner novidades amazon