Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Papillon

Luiz Baez
2 de outubro de 2018 3 Mins Read
“- Essa é mesmo a sua história?
– É a história de muitos homens.”

2211252.jpg r 1920 1080 f jpg q x

Em 1969, após anos na Venezuela, um antigo prisioneiro retorna à França para publicar suas memórias. Questionado sobre a autenticidade do material, não afirma a experiência própria; ao contrário, compartilha a vivência com a dos demais exilados. A cena final de “Papillon” (2017), ausente na versão de 1973, chama a atenção para algo ignorado durante as mais de duas horas anteriores. Três décadas depois do lançamento do livro homônimo, colocou-se em dúvida a história de Henri Charrière. Segundo o pernambucano Platão Arantes, estudioso do caso, o famoso relato pertence, na verdade, a René Belbenoît, figura de liderança intelectual entre os presos na Guiana Francesa. Charrière, um homem de poucos estudos, teria se apropriado de seus escritos. Alheio a essa discussão, entretanto, o roteiro de Aaron Guzikowski (“Os Suspeitos”) toma o relato do protagonista como verdadeiro.

Henri Charrière (Charlie Hunnam) apresenta-se, assim, como um arrombador de cofres injustamente acusado do assassinato de Roland Legrand. Condenado à prisão perpétua na América, Papillon conhece Louis Dega (Rami Malek), um milionário falsificador. Os dois homens estabelecem, então, uma parceria: em troca de proteção física, Dega custeia quaisquer tentativas de fuga de Charrière. As adversidades, no entanto, são muitas: dois guardas em constante vigília, uma floresta labiríntica e um mar repleto de tubarões. Caso capturados, ainda, os fugitivos recebem penas progressivas na solitária ou, pior, na temida Ilha do Diabo, colônia penal isolada e formada por penhascos.

Partindo da conhecida história, Guzikowski pouco inova. Reaproveita, de outro modo, diálogos inteiros do longa-metragem estrelado por Steve McQueen e Dustin Hoffman. Diferentemente do roteiro assinado por Dalton Trumbo e Lorenzo Semple Jr., porém, a nova adaptação ignora qualquer relação simbólica entre o anseio por liberdade e a borboleta tatuada no peito do protagonista – papillon, em francês. Além disso, falha no retrato da violência prisional: muito por conta, é verdade, da inabilidade do cineasta dinamarquês Michael Noer (“R”) de criar momentos de apreensão. Nesse sentido, mesmo os delírios de Charrière, pontuados por sequências oníricas, resultam antes em tédio que em desespero.

 

 

MV5BOTdjYzZmYmUtMTdkMi00NzNhLWFjYzktNTI3MmVmMWU1ODc1XkEyXkFqcGdeQXVyNTc5OTMwOTQ@. V1 SY1000 CR0015001000 AL

Enquanto os carcereiros assistem a “King Kong” (1933), Papillon e Dega tentam uma fuga. Ainda que de maneira indireta – e provavelmente não intencional -, essa cena indica uma certa visão dos realizadores a respeito do cinema. Para eles, a Sétima Arte não passa de uma espécie de divertimento anestesiante, exterior a qualquer ação efetiva. A projeção dentro da projeção serve, afinal, apenas para desviar a atenção dos guardas. O verdadeiro movimento, ou seja, o escape das personagens, está fora das imagens metalinguísticas. Entende-se, assim, a proposta deste novo “Papillon” (2017): longe de questionar a versão única do protagonista ou de promover uma reflexão sobre as mazelas do sistema penal e sobre as barbáries do colonialismo etnocêntrico, Noer quer apenas distrair o espectador. Para tanto, o diretor opta por uma abordagem palatável de temas como a amizade e a superação de adversidades.

Considerada essa proposta, talvez seja possível afirmar o sucesso de “Papillon”. Consumido por um inebriante tédio, o público acompanha, com pouco investimento, os esforços de Charlie Hunnam (“Círculo de Fogo”) e Rami Malek (“Mr. Robot: Sociedade Hacker”). Diante do potencial inaugurado pelas recentes investigações sobre a autoria, contudo, é de se lamentar que o filme mais pareça uma incompetente cópia do sucesso de Franklin J. Schaffner.

* O filme estreia dia 4, quinta-feira.

 

Reader Rating1 Vote
9.9
4

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

AventuraBiografiaCharlie HunnamCinebiografiaDramaprisão

Compartilhar artigo

Me siga Escrito por

Luiz Baez

Carioca de 25 anos. Doutorando e Mestre em Comunicação e Bacharel em Cinema pela PUC-Rio.

Outros Artigos

3555410.jpg r 1920 1080 f jpg q x xxyxx
Anterior

Crítica: Buscando…

Next Gen Poster Key Art
Próximo

Crítica: Next Gen

Próximo
Next Gen Poster Key Art
3 de outubro de 2018

Crítica: Next Gen

Anterior
2 de outubro de 2018

Crítica: Buscando…

3555410.jpg r 1920 1080 f jpg q x xxyxx

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Pecadores está entre os melhores filmes de terror de 2025
    Os 5 melhores filmes de terror de 2025 (e 1 decepção)
    Amanda Moura
    Perry Bamonte tocando com o The Cure
    Perry Bamonte | Morre o Multi-instrumentista do The Cure
    Amanda Moura
    Steve Rodgers em Vingadores: Doutor Destino
    Vingadores: Doutor Destino | Saiu o 1⁰ Trailer Oficial do Filme
    Amanda Moura
    Logo do Big Brother Brasil, promocional para a 25ª edição. BBB 26
    BBB 26 | Atriz Veterana da Globo Cotada Para Participar do Reality
    Amanda Moura
    Capas dos álbuns "The Rise and Fall of a Midwest Princess", "Fancy That", "American Heart", "Imaginal Disk", de Chappell Roan, PinkPantheress, Benson Boone, e Magdalena Bay, respectivamente.
    Novo Pop Internacional | Os Artistas Que Dominaram Playlists e Tendências em 2025
    Cesar Monteiro

    Posts Relacionados

    Pecadores está entre os melhores filmes de terror de 2025

    Os 5 melhores filmes de terror de 2025 (e 1 decepção)

    Amanda Moura
    30 de dezembro de 2025
    Steve Rodgers em Vingadores: Doutor Destino

    Vingadores: Doutor Destino | Saiu o 1⁰ Trailer Oficial do Filme

    Amanda Moura
    23 de dezembro de 2025
    Josh O'Connor como protagonista de "Dia D"("Disclosure Day") no trailer do filme dirigido por Steven Spielberg.

    Dia D | O Mestre Steven Spielberg Está de Volta Com História Sobre Extraterrestres

    Roberto Rezende
    17 de dezembro de 2025
    Daniel Craig como o protagonista do terceiro filme da série "Knives Out". Ele segura um papel e olha com seus óculos levemente caídos, um homem vê atrás dele também e também a delegada.

    Vivo Ou Morto: Um Mistério Knives Out | Fé Demais Não Cheira Bem no Suspense da Netflix

    Roberto Rezende
    17 de dezembro de 2025
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
    Banner novidades amazon