Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Parque do Inferno

Avatar de D'Andrade
D'Andrade
7 de dezembro de 2018 3 Mins Read

Em um gênero no qual clichê é moda, a diferença entre aqueles que se destacam e produzem algo de qualidade para aqueles que fazem péssimos trabalhos, é a forma que usam os recursos já conhecidos. “Parque do inferno” chega aos cinemas como um terror do sub-gênero slasher que de forma descarada se utiliza de todos os clichês possíveis, além de possuir uma história sem nenhuma qualidade e personagens apáticos que em momento algum despertam interesse ou simpatia do público.

Todo longa se passa em um parque de diversões de mesmo nome do título. As pessoas que vão ao local tem como objetivo se assustar passando por diversas situações de terror até chegar no inferno. Mas o que ninguém imaginava é que entre um dos visitantes do parque estaria um assassino em série que se aproveita da situação em que todos estão mascarados e assustando uns aos outros para matar as pessoas.

Apesar de uma premissa boa, o roteiro escrito a quatro mãos (Seth M. Sherwood, Blair Butler, Stephen Susco e Akela Cooper), não consegue em momento algum desenvolver uma história que seja no mínimo coesa. Temos uma cena de abertura no qual o jogo de luzes piscando em um labirinto com diversos personagens perdidos, tenta impressionar com um suspense que não causa muita expectativa, finalizando com uma morte que não impressiona. E, dessa forma, somos apresentados ao assassino e a história dá um salto no tempo.

A partir daí, encontramos o núcleo principal que será o foco. Natalie, uma jovem bonita, tímida estudiosa e quase santa, chega para fazer uma visita a Brooke, sua melhor amiga, e é convida pela mesma para ir ao “Parque do Inferno” porque o garoto boa pinta que ainda é a fim de Natalie estará lá esperando por elas. A introdução da história acaba nesse ponto, assim como o desenvolvimento dos personagens que não acontece durante o restante do longa. Com a intenção de gerar algum atrito na história, o roteiro insere Taylor, extrovertida e mais assanhada, ela tende a ser o alívio cômico, depravado e deveria fazer contraponto com a protagonista, mas isso nunca acontece de verdade.

Rapidamente estamos no parque, aqui o visual e trabalho cenográfico são pontos positivos, além das brincadeiras com as possibilidades de atrações que servem para assustar e maquiar a presença do assassino. A direção segue um ritmo arrastado de reptições de sustos que não impressionam de verdade e o problema fica ainda maior quando o filme aposta em se apoiar na burrice proposital dos personagens para criar as situações de risco. Isso ocorre diversas vezes no decorrer das sequências de tensão.

Enquanto isso, o assassino mata por esporte e escolhe as vítimas aleatoriamente, e as vítimas não se dão o trabalho em nenhum momento de dificultar a vida do psicopata.

hell fest2

O filme entra em sequências de previsibilidades, acarretando em cenas que não impactam o público e mesmo nas poucas cenas verdadeiramente tensas criadas, os finais são frustrantes. E como em todo slasher, o assassino tem poderes de teletransporte, força incomum e lapsos de burrice que nesse longa em momento algum ficam bem encaixados.

No final, o filme consegue irritar o expectador com situações arrastadas de tensão e ingenuidade proposital, onde xingamos mentalmente os personagens e já desejamos que morram porque já fizeram tanta besteira durante o longa que não sabemos bem se merecem viver. Outro detalhe é que os personagens não parecem nada impactados com a morte de amigos e namorados, lutam pela vida com pouca expressividade de choque pela situação vivida. E se tem algo de péssimo nesse filme é a aparição da polícia. Com um final que beira ao bizarro, o filme põe em duvida a psicopatia do assassino e deixa uma abertura desnecessária para sequências.

No geral, quem curte um terror slasher pode até tentar assistir esse longa como um passatempo, mas para aqueles que não são chegados ao gênero, se tiverem opção melhor, espere o longa sair de cartaz e assista em casa numa noite chuvosa para passar tempo, se divertindo e brigando com personagens ingênuos a nível de burros.


Fotos e Vídeo: Divulgação/Paris Filmes

Reader Rating1 Vote
1.5
3

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

CinemaslasherTerror

Compartilhar artigo

Avatar de D'Andrade
Me siga Escrito por

D'Andrade

Cria da Baixada Fluminense e apaixonado por cinema desde sempre. Hoje escrevo roteiros, atuo na produção audiovisual, vou dirigir meu primeiro filme e me dedico a cada dia mais a aprender sobre o cinema. Fã de Steven Spielberg e louco por Jurassic Park, me encontro melhor quando estou perto de sucessos populares, de Titanic a Minha Mãe é uma Peça.

Outros Artigos

5511SP ACONTECE LACOS1 1
Anterior

Maurício de Souza trouxe novidades de Turma da Mônica: Laços em painel na CCXP

x men fenix negra 1515094996927 v2 1920x1080
Próximo

Foram exibidos dez minutos de “X-Men: Fênix Negra” durante o painel na CCXP

Próximo
x men fenix negra 1515094996927 v2 1920x1080
7 de dezembro de 2018

Foram exibidos dez minutos de “X-Men: Fênix Negra” durante o painel na CCXP

Anterior
7 de dezembro de 2018

Maurício de Souza trouxe novidades de Turma da Mônica: Laços em painel na CCXP

5511SP ACONTECE LACOS1 1

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Cinebiografia de Michael Jackson Michael Mania
    A Volta da Michael Mania | Fã-Clubes e Covers Mostram a Força do Legado de Michael Jackson
    Jéssica Meireles
    Worst Girl in America
    Slayyyter e o Sucesso de ‘Worst Girl in America’ | Como a Artista Conquistou o Mainstream Desconstruindo o Sonho Americano
    Emilie Araújo
    Mateus Pereira, do Cruzeiro, durante partida, fazendo sinal de coração no alto com as mãos. Jogador é visto de costas. Imagem gerada por IA.
    Cruzeiro: Da Ferida no Clássico à Resposta Continental
    Aron Ferreira
    Michael Mania Rodrigo Teaser
    Rodrigo Teaser reflete sobre o legado de Michael Jackson e a responsabilidade de manter sua história viva nos palcos
    Jéssica Meireles
    Festival Só Track Boa 2025. Fogos de artifício de noite em destaque em câmera olho de peixe.
    Só Track Boa 2026 | O Maior Festival de Eletrônica Brasileiro Celebra 11 Anos com a Edição Mais Ambiciosa da História
    Gabriel Bizarro

    Posts Relacionados

    Cinebiografia de Michael Jackson Michael Mania

    A Volta da Michael Mania | Fã-Clubes e Covers Mostram a Força do Legado de Michael Jackson

    Jéssica Meireles
    29 de maio de 2026
    Esta imagem mostra uma cena do filme "Amarga Navidad", dirigido por Pedro Almodóvar. A protagonista está em um leito de hospital olhando para um homem que a olha ternamente, com queixo apoiado na mão esquerda.

    Natal Amargo | Pedro Almodóvar Faz Autoficção Sobre Ego, Luto e Bloqueio Criativo

    Junior Fernandez
    28 de maio de 2026
    Kill Bill Twisted Nerve

    Twisted Nerve | Como o Assobio de Kill Bill Virou Símbolo da Cultura Pop

    Stefany Saldanha
    28 de maio de 2026
    Cena de "A Vida Secreta de Kika"

    A Vida Secreta de Kika | Um Drama Cru Sobre a Arte de Sobreviver

    Amanda Moura
    27 de maio de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx