Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Vermelho Russo

Avatar de Lorena Freitas
Lorena Freitas
29 de abril de 2017 3 Mins Read

18157015 1684833171811090 3193671071376521611 n

Essa semana chegou aos cinemas brasileiros um drama nacional leve e divertido. “Vermelho Russo”  narra a história de duas amigas que viajam à um país distante para uma temporada de estudos profissionais e lá descobrem sobre si e a amizade que partilham. A historia se baseia em uma viagem real realizada em 2009 (e documentada na revista Piauí), e  traz a tona, de forma muito descontraída, as dificuldades e delicias de experienciar uma cidade estranha, na qual não se pode comunicar com os nativos facilmente, ao lado de uma pessoa com quem se tem um forte laço de amizade e carinho.

Martha (Martha Nowill) e Manoella  (Maria Manoella) – sim, personagens e atrizes tem o mesmo nome – são duas amigas que decidem partir juntas em uma viagem para estudar o consagrado método teatral de Constantin Stanislavski (escritor, ator, diretor e pedagogo russo considerado o pai de um método revolucionário). Sem falar ou compreender russo, as amigas se instalam em um abrigo de idosos, onde se hospedam outros turistas também estudantes de teatro. As dificuldades que dividem não se limitam às barreiras linguísticas: o processo de aprendizado teatral é intenso e, coincidentemente, muito relacionado ao momento dessas amigas – o que torna tudo ainda mais visceral.

De um lado, Martha é uma mulher solar e divertida que alegra qualquer ambiente. Sua energia contagiante esconde suas inseguranças  (físicas e profissionais), mas ao longo da narrativa o expectador passa a ter contato (e empatia) com suas fraquezas. Do outro, Manoella é uma mulher egocêntrica e altamente segura de si, camuflando sua personalidade com um ar quieto de quem não se importa muito. No entanto, esconde as frustrações de seu relacionamento e carreira em seu íntimo. O momento de ruptura entre as amigas acontece com a chegada do personagem vivido por Michel Melamed: sedutor, se envolve com ambas, balançando a relação das duas e expondo de forma ampla seus defeitos enquanto partes de uma relação de amizade e mulheres.

Vermelho Russo

Por ser baseada em uma história real, a direção de Charly Braun opta por confundir realidade e ficção do começo ao final. Em diferentes cenas, o diretor opta por misturar uma fotografia que traz consigo um ar mais documental. Nestas intervenções a leitura é mais poética e atenta aos detalhes, fluindo livremente em composições estéticas sensíveis. A visão de documentário mostra não somente a história das personagens, como também um pouco de histórias reais, embaralhando ainda mais ficção e realidade. A atuação das atrizes e a opção por dar a suas personagens seus próprios nomes (da vida real) reforçam essa mistura bem sucedida: o trabalho do elenco remete às boas lembranças de viagens entre amigos, com todos os perrengues e leveza que isso envolve.

“Vermelho Russo” é feliz nas cenas em que apresenta ao público a cidade de Moscou. Com um olhar que foge dos lugares comuns, revela o charme local, explica algumas peculiaridades e ainda nos permite vivenciar um pouco da rotina das pessoas no dia a dia. Com um olhar generoso, Charly  mostra uma Moscou atraente (muito além daquela turisticamente conhecida). Nesse sentido a trilha sonora auxilia no despertar da cidade para os olhos leigos do público: ora encaixando faixas enérgicas em cenas que desfrutam da cidade (e suas praças,  pubs, paisagens…), ora trabalhando com músicas mais antigas e instrumentais (especialmente ao explorar as pessoas e relações).

Assinado pelo diretor e pela atriz Martha Nowill,  o roteiro foi o ganhador do festival do Rio de 2016. E é, de forma global, um filme que trata de laços afetivos sem minimizar ou super valorizar as dificuldades que permeiam o trato social. Mais um lindo trabalho do nosso cinema, que promete divertir e emocionar expectadores pelo país afora.

Reader Rating0 Votes
0
8

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

CinemaCinema NacionalEstreia

Compartilhar artigo

Avatar de Lorena Freitas
Me siga Escrito por

Lorena Freitas

Geógrafa por formação, bailarina por amor e crespa por paixão, Lorena é uma estudante carioca que passa a vida em busca de soluções capazes de melhorar a qualidade de vida. Como boa taurina: é boa de garfo (e como come!) e amante das artes. Por isso se aventura em danças e circos para deixar a vida mais leve! Tem uma cabeça grande que nunca para de trabalhar e divide aqui na WOO suas loucuras e delícias.

Outros Artigos

Roc in Rio
Anterior

Aquecimento Rock in Rio: 10 coisas que só quem já foi ao festival sabe

mulherdepretoCARTAZ
Próximo

Crítica: A mulher de preto

Próximo
mulherdepretoCARTAZ
29 de abril de 2017

Crítica: A mulher de preto

Anterior
28 de abril de 2017

Aquecimento Rock in Rio: 10 coisas que só quem já foi ao festival sabe

Roc in Rio

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Supergirl - A Mulher do Amanhã
    Supergirl terá uma das menores durações da história da DC
    Cesar Monteiro
    Retrocon 2026
    Retrocon 2026 | Credenciamento Para Imprensa e Influenciadores
    Gabriel Fernandes
    É assim que acaba capa divulgação
    É Assim que Acaba | Quando Acabar é a Única Forma de Começar
    Sam Chaves
    Build 2026 Microsoft Satya Nadella 1
    Build 2026 | Microsoft Apresenta Novas Apostas em IA, Computação Quântica e Windows
    Gabriel Fernandes
    Raphinha Endrick Paquetá Copa do Mundo 2026 Seleção Brasileira Amistoso IA
    Brasil Vence o Egito por 2 a 1, Mas Perde Wesley Para a Copa do Mundo Após Lesão
    Renan Bueno

    Posts Relacionados

    Supergirl - A Mulher do Amanhã

    Supergirl terá uma das menores durações da história da DC

    Cesar Monteiro
    8 de junho de 2026
    Ralph Fiennes como protagonista Lawrence, em destaque em patio cercado de cardeais no filme "Conclave" (2024). Personagem está com dedos juntos.

    10 Filmes para Assistir no Prime Video Agora

    Gabriel Fernandes
    7 de junho de 2026
    Backrooms A24 4

    Backrooms | Como um Pesadelo da Internet Conquistou Hollywood

    Enzo Lang
    5 de junho de 2026
    Esta imagem mostra Emma Corrin e Maika Monroe em uma cena do filme "100 Noites de Desejo" (título original: 100 Nights of Hero), protagonistas de vermelho se olham fixamente.

    100 Noites de Desejo | Filme Encontra Força nas Atuações, Mas Tropeça na Fantasia que Prometia Entregar

    Gabriel Fernandes
    4 de junho de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx