Com Milly Alcock no papel principal, aventura espacial da heroína será mais curta que ‘Aves de Rapina’ e trará participação especial do Superman de David Corenswet
Se as prévias de “Supergirl” já indicavam uma aventura ágil e eletrizante, a mais recente confirmação sobre a produção garante que os fãs não terão tempo para enrolação no cinema. A nova aposta do reformulado DC Universe (DCU) chegará às telonas com uma das durações mais enxutas da história do estúdio.
Com estreia marcada para 26 de junho, o longa protagonizado por Milly Alcock (A Casa do Dragão) terá aproximadamente 108 minutos segundo informação do IFCO (via Digital Spy). A marca supera o recorde do antigo universo estendido da DC, que pertencia a Aves de Rapina (2020), com seus 109 minutos. A nova jornada galáctica da Garota de Aço também será 21 minutos mais curta que o Superman (2025) de James Gunn, filme que marcou a breve introdução de Alcock no papel.
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Com direção de Craig Gillespie — cineasta experiente em retratar figuras femininas complexas em sucessos como Eu, Tonya e Cruella —, a trama acompanhará Kara Zor-El cruzando a galáxia em uma intensa busca por vingança. Para equilibrar o tom, ela terá a companhia do adorável supercão Krypto. O elenco de apoio não fica atrás e conta com nomes de peso, como Jason Momoa e Emily Beecham.
O retorno do Homem de Aço e a quebra de expectativas
Sendo a segunda grande estreia do capítulo inicial do DCU, batizado de Deuses e Monstros (que ainda receberá produções como Monstro do Pântano e Man of Tomorrow), o filme também reserva um espaço especial para o Superman de David Corenswet.
Milly Alcock revelou que a gravação da aguardada interação entre os primos kryptonianos foi um desafio à parte. “Ele não estava usando o traje e nós falávamos um idioma diferente – aquele dia foi muito difícil. Fazia uns dois graus… A cena inteira foi gravada em kryptoniano”, relembrou a atriz.
Mas o coração do filme promete estar na desconstrução da figura clássica do herói. Fugindo do arquétipo inabalável, Alcock descreve Kara como uma personagem que abraça seus próprios defeitos. “Acho que nos impõem essa narrativa, especialmente às mulheres, de que você precisa ser perfeita em todos os aspectos da sua vida”, refletiu a atriz. “A Kara é alguém que se apoia lindamente em suas falhas. É especial porque mostra que você não precisa ser perfeita para alcançar algum tipo de resolução interna.”
Imagem destacada: Reprodução/Warner


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