Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: 13 Horas – Os soldados secretos de Benghazi

Avatar de Daniel Gravelli
Daniel Gravelli
20 de fevereiro de 2016 3 Mins Read
A angustia por trás da coragem

13 horas os soldados secretos de Benghazi 2Depois de passar anos realizando projetos que seguiam a mesma linha, com adrenalina a flor da pele, muito efeitos especiais e exageros bastante explosivos, Michael Bay dessa vez investe em um projeto menor, traçando uma linha mais verossímil e sufocante, ao relatar com o máximo de fidelidade possível a história de seis soldados privados que estavam presentes em uma missão secreta em Benghazi, na Líbia, quando terroristas atacaram friamente um posto diplomático e um complexo da CIA.

“13 horas – Os soldados Secretos de Benghazi” aborda a tensão vivida por seis soldados de elite que desobedeceram uma ordem direta para tentar proteger um embaixador americano e diversos outros funcionários do governo que ficaram isolados ao serem atacados por dezenas de terroristas. Com um menor poder de munição, diante da ameaça, os poucos militares enfrentaram como verdadeiros heróis o grupo de rebeldes e o ataque mortal direcionado aos prédios.

A produção é assinada por sete profissionais, incluindo o próprio Bay.  Extremamente bem feito e realista, em todas as suas fases, graças ao acompanhamento dos soldados sobreviventes, responsáveis por supervisionar criação, o filme conta com efeitos de primeira linha que fazem grande diferença durante toda projeção, mostrando com veemência a hostilidade durante o conflito.

O roteiro escrito por Chuck Hogan (responsável pela série The Strain), é baseado no livro “13 Hours” de Mitchell Zuckoff. Embora contenha alguns clichês bastante óbvios, como a representação familiar em exagero, e o patriotismo exacerbado (marca registrada do diretor), ainda sim possui uma boa estrutura, que é costurada aos poucos, provocando devida apreensão as cenas, inclusive em momentos que tinha tudo para se tornar vazios e insípidos.

13 horas os soldados secretos de Benghazi 1

A direção de Michael Bay é firme e precisa, fugindo bastante do que está acostumado a fazer. Mesmo o que o filme contenha diferentes cenas de ação com explosões atrás de explosões, uma pulsante nova identidade cinematográfica do diretor surge através de tomadas perfeitas, contendo uma beleza significante. Os planos e ângulos escolhidos na maior parte das cenas, principalmente algumas em silêncio, provocam certa inquietude deixando-nos sem ar nos segundos seguintes. Em compensação, o diretor também peca com cortes rápidos em cenas erradas, perdendo a dramatização em momentos que mereciam planos mais longos.

O experiente Dion Beebe, responsável pelas belíssimas fotografias de Colateral e Nine, acaba sendo um destaque no filme com seu  craquelado entre tons de verde, azul e bege, revelando bem as dificuldades climáticas do local e os momentos de ação. Com competência, propõe uma determinada reflexão ao realizar alguns planos fechados, ao mesmo tempo que força o espectador a ficar mais atendo durante tomadas feitas em sequência, com uma câmera nervosa trabalhada com perfeição.

O elenco, de rostos não tão conhecidos pelo grande público, é liderado por John Krasinski na pele de Jack Silva e James Badge Dale como Rone. Krasisnki (da série The Office) não convence muito em algumas cenas dramáticas, mas consegue exercer o seu trabalho durante o tiroteio. Dale (A travessia), por sua vez, constrói melhor sua personagens e os conflitos emotivos vivido por essa. Max Martini, Pablo Schreiber, David Denman e Dominic Fumusa completam o elenco principal e realizam um trabalho de  competência. 

Direção de arte, figurino, cenografia e maquiagem, praticamente, fazem do filme algo ainda maior do que esse poderia ser. Com o apoio dos verdadeiros soldados conseguiram construir com perfeição o cenário caótico vivido por eles.

13 Horas não é um filme para grandes prêmios, como o Oscar por exemplo, a não ser que concorresse a alguns técnicos, contudo, sem sombra de dúvida, é um dos melhores e mais sinceros filmes de Michael Bay. Talvez se tivesse em destaque um nome mais conhecido faria maior sucesso, entretanto merece ser visto pela competência em retratar a vida ao invés da politicagem.


Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

GuerraMichael Bay

Compartilhar artigo

Avatar de Daniel Gravelli
Me siga Escrito por

Daniel Gravelli

Daniel Gravelli é diretor e cofundador da Woo! Magazine, especialista em comunicação, storytelling e cultura. Com mais de 30 anos de experiência no mercado cultural como diretor, produtor, ator e roteirista, traz para a Woo! um olhar único sobre a arte e seu potencial de conexão humana. Escreve sobre entretenimento, comportamento e tudo que movimenta o cenário cultural brasileiro.

Outros Artigos

Anterior

No Escurinho: Um Musical Animal!

Próximo

+TV: Sexo, Drogas e Rock n’Roll

Próximo
21 de fevereiro de 2016

+TV: Sexo, Drogas e Rock n’Roll

Anterior
20 de fevereiro de 2016

No Escurinho: Um Musical Animal!

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Taina Palmeiras
    Palmeiras Vence Taubaté E Assume Vice-Liderança Do Paulistão Feminino
    Gabriel Fernandes
    Ryan Fluminense
    Fluminense Assina Primeiro Contrato Profissional Com Ryan, Destaque De Xerém Aos 16 Anos
    Gabriel Fernandes
    Evertton Araújo Flamengo 01
    Evertton Araújo Chega A 100 Jogos Pelo Flamengo E Celebra Trajetória: “Era Improvável”
    Gabriel Fernandes
    Aiyran Vieira de Lima Flamengo 01
    Flamengo Contrata Atacante De 17 Anos Que Fez História No Cuiabá
    Gabriel Fernandes
    Brasil Game Show (BGS 2025) 04
    BGS 2026 Está Chegando | Faltam 60 Dias Para A Maior Feira De Games Da América Latina
    Gabriel Fernandes

    Posts Relacionados

    Coração Partido 01

    “Coração Partido” Surpreende Ao Ir Além Do Romance Adolescente

    Gabriel Fernandes
    11 de agosto de 2026
    Ator Gibson

    Com Danny Glover Enfrentando Alzheimer, Mel Gibson Fala Sobre o Futuro Incerto de Máquina Mortífera 5

    Rodrigo Chinchio
    11 de agosto de 2026
    Esta imagem é do trailer oficial de Todo Mundo em Pânico 6, com estreia prevista para junho de 2026.

    Todo Mundo em Pânico 2026 | As Principais Referências e Plot Twists que Aparecem no Filme

    Bruno Baptista
    11 de agosto de 2026
    Demi Lovato

    Demi Lovato Volta Como Mitchie Torres em “Camp Rock 3”

    Aimée Borges
    11 de agosto de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx