Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: 1922

Mauro Machado
26 de março de 2018 3 Mins Read

29063956 1822784684682604 9064217358099071654 oQue Stephen King é um dos maiores escritores dos tempos atuais, é fato. Independente disso, há de se reparar que poucos são os autores que são populares como ele em termos de adaptação de livros para o cinema. Do enorme conjunto de sua obra, que cresce cada vez mais, há de tudo. Desde estrondosos sucessos que despontam em bilheteria, a exemplo de “It-A Coisa”, passando por clássicos como “O Iluminado” e até mesmo contando com filmes praticamente trash,como são “O Cemitério Maldito” e “Christine – O Carro Assassino”. Tal variedade também se reflete nos gêneros por quais King passeia, mas sem nunca perder sua característica qualidade. Talvez seja a forma com que constrói os personagens e a atmosfera de suas histórias que o torne tão atrativo para que tenha sua arte adaptada para diversas mídias. Seja num drama familiar ou num terror mais clássico, os elementos principais estão todos ali. Não é raro, inclusive, que esse escritor misture gêneros diferentes com domínio tão pleno da escrita.

“1922” nomeia o mais recente longa que se origina dessa série de adaptações literárias. Como indica o próprio título, assistimos um enredo referente a um fazendeiro que, em 1922, conspira matar sua esposa por interesses financeiros. É um ato que acaba envolvendo também seu filho, e que traz drásticas consequências. O fio condutor da história é, então, o próprio autor do crime, que ao escrever sua confissão, no presente, leva o espectador ao passado, funcionando como um longo flashback. Dada a força da premissa, é natural que haja uma tensão crescente até que as coisas enfim aconteçam, o que inclui o estabelecimento da monotonia da vida na fazenda e seu cotidiano. Não é uma ideia que funciona com totalidade, já que é possível se questionar se um filho decidiria ser cúmplice no assassinato da mãe com tanta facilidade, ou também por alguns conflitos que não parecem plenamente construídos. Ademais, o restante do desenrolar do longa parece se afastar da ideia de que elementos mais sinistros, até sobrenaturais, são de natureza mais metafórica, ao menos na obra de Stephen King. Não é uma ideia que é jogada fora por completo, mas que faz diferença no trabalho final. O que importa é que a jornada de degradação mental de um homem a partir de um ato que comete está aqui, e isso dá o a essência necessária para o filme.

29064341 1822784718015934 8873104573642961559 o

Por outro lado, a direção e a fotografia realizam trabalhos particularmente competentes na criação da atmosfera de “1922”. É possível notar o clima bucólico dos locais em que a narrativa se passa e como isso é fortalecido pela paleta de cores que se faz presente aqui. Juntamente a isso, os figurinos, maquiagem e direção de arte também são bem sucedidos nessa tarefa, sobretudo quando em espaços pequenos. Talvez por ser uma produção diretamente para a televisão, esse tipo de questão fique melhor quando em cenas minimalistas, onde o diretor aproveita e posiciona a câmera bastante perto de seus personagens. Quando vemos ambientes urbanos, a computação gráfica fica bem evidente e é consideravelmente artificial.

“1922” pode não ser tão bom quanto algumas adaptações de Stephen King, mas não chega a ser ruim. Tem méritos inegáveis e consegue manter aquilo que há de fundamental em seu livro originário, mantendo uma aura minimalista e auto-contida a maior parte do tempo. Seus defeitos, de toda forma, não passam despercebidos, e não tem como não imaginar que poderíamos ter tido uma produção com mais potencial caso não fossem eles. Isso pode nem vir a ser grande problema, na realidade, já que a proposta desse filme pode ser mais modesta, mesmo, sem necessidade de se tornar um grande nome ou de revolucionar o cinema.

 

Reader Rating0 Votes
0
6.5

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

Adaptação LiteráriaNetflixStephen KingStreaming

Compartilhar artigo

Me siga Escrito por

Mauro Machado

Ser envolto em camadas de sarcasmo e crises existenciais. Desde 1997 tentando entender o mundo que o cerca,e falhando nisso cada vez mais.

Outros Artigos

0695165
Anterior

Crítica: Jogador Nº 1

29064098 986461461523202 2201328452594219257 o
Próximo

Review: Dynasty (S01 Ep15: “Our Turn Now”)

Próximo
29064098 986461461523202 2201328452594219257 o
26 de março de 2018

Review: Dynasty (S01 Ep15: “Our Turn Now”)

Anterior
26 de março de 2018

Crítica: Jogador Nº 1

0695165

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    O Diabo Veste Prada 2
    O Diabo Veste Prada 2 Atualiza um Clássico com Inteligência e Entrega Continuação Rara de se Acertar
    Gabriel Fernandes
    Imagem promocional do filme Saída 8
    Saída 8 | Uma Adaptação Que Não Chega Em Lugar Algum
    Amanda Moura
    Cena do filme "Uma Infância Alemã". Mãe caminha com dois filhos, um a cada lado, mais o carrinho de bebê que puxa. Ela está com um semblante irritadiço e os garotos cabisbaixos.
    “Uma Infância Alemã” Retrata a Guerra Sob o Olhar Infantil e Constrói Drama Sensível Sobre Sobrevivência e Ideologia
    Gabriel Fernandes
    Erupcja
    Erupcja | Filme com Charli XCX Mistura Melancolia e Recomeços
    Rodrigo Chinchio
    Foto horizontal promocional para o longa "O Grande Arco de Paris", com protagonistas no meio de avenida com Arco do Triunfo atrás. Imagem também é a mesma do pôster.
    “O Grande Arco de Paris” Transforma Arquitetura em Drama Humano — e Acerta ao Focar no Processo, Não Só no Monumento
    Gabriel Fernandes

    Posts Relacionados

    O Diabo Veste Prada 2

    O Diabo Veste Prada 2 Atualiza um Clássico com Inteligência e Entrega Continuação Rara de se Acertar

    Gabriel Fernandes
    28 de abril de 2026
    Imagem promocional do filme Saída 8

    Saída 8 | Uma Adaptação Que Não Chega Em Lugar Algum

    Amanda Moura
    28 de abril de 2026
    Cena do filme "Uma Infância Alemã". Mãe caminha com dois filhos, um a cada lado, mais o carrinho de bebê que puxa. Ela está com um semblante irritadiço e os garotos cabisbaixos.

    “Uma Infância Alemã” Retrata a Guerra Sob o Olhar Infantil e Constrói Drama Sensível Sobre Sobrevivência e Ideologia

    Gabriel Fernandes
    28 de abril de 2026
    Erupcja

    Erupcja | Filme com Charli XCX Mistura Melancolia e Recomeços

    Rodrigo Chinchio
    27 de abril de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
    Banner novidades amazon