Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Critica (2): Godzilla II – Rei dos Monstros

Avatar de Deivid R. Purificação
Deivid R. Purificação
5 de junho de 2019 3 Mins Read

61504852 1521446467990019 4238496984387813376 oSe o “Godzilla” de 2014 iniciou o Monstroverso de maneira vagarosa porém funcional aos dias de hoje, em 2017 “Kong: Ilha da Caveira“ apresentou uma dinâmica energética a nova série de filmes. Já o terceiro capítulo da franquia expande as virtudes dos filmes anteriores, mas também alguns de seus velhos problemas.

Anos após os eventos do primeiro longa, a humanidade passa por um momento de paz, Godzilla está desaparecido e a maior preocupação do governo é decidir se a convivência com esses “Titãs” deve ou não ser tolerada. Mas tudo isso está prestes a mudar com o despertar de antigo mal que põe em risco a existência de tudo que caminha sobre a terra.

Já virou até no senso comum a reclamação de que no filme de 2014 um dos grandes problemas era o tempo de tela do lagarto mais amado de Hollywood. E apesar disso ser bastante verdade, esse problema só é tão aparente devido a uma falha que a essa altura já é quase uma marca dessa nova franquia: núcleos melodramáticos rasteiros.

Mesmo que “Kong: Ilha da Caveira” contorne melhor esse problema (já que por pior que fossem os personagens, o humor os mantinha funcionando), eles ainda estavam lá. E aqui a falha central de franquia fica ainda mais aparente graças aos fortes nomes do elenco: Vera farmiga, Sally Hawkins e Millie Bobby Brown, são bons exemplos, já que ambas sofrem com diálogos extremamente expositivos acerca de seus relacionamentos.

Porém, ao evitar deixar para o texto o sentimento humano, um espaço maior se abre para uma relação entre o público e o monstro. Graças a isso, os elementos da cinematografia ganham um sentido mais íntimo. Os zoom in durante as batalhas passa adentrar o espaço pessoal dos Titãs, saindo assim da perspectiva do povo e com isso revelando a visceralidade do mano-a-mano das criaturas.

Essas que por sua vez ofuscam qualquer problema que o roteiro tenha, a sensação de diversidade entre suas espécies, permeiam os 132 minutos de projeção. Fruto, é claro, do trabalho absurdamente bem feito em CGI. Das escamas rochosas do Rei dos Monstros a textura de felpuda do corpo do Mothra, tudo demonstra um cuidado muito particular com  na composição de suas próprias identidades.

61448727 1521446657990000 4321253071377137664 oÉ sempre importante ressaltar que a Monstroverso é, ao menos a níveis conceituais, uma “Rinha de Galo” com seres de 100 metros. Então qualquer esforço narrativo além do “b-a-ba” rotineiro de outras franquias (vide todos  “Transformers“) merece ser destacado – isso inclui o simbolismo religioso barato aqui presente. Se Godzilla como é retratado como um salvador da humanidade (um Jesus Cristo titã) , Ghidorah é retratado com o anti-cristo (isso sem sutileza nenhuma como visto na imagem acima).

“Godzilla II: Rei dos Monstros”  tem um um simbolismo barato? sim! Tem os mesmos problemas que os outros filmes de seu universo compartilhado? também. Porém, quando uma hidra alienígena de 3 cabeças usa uma usina elétrica para disparar raios nos seus inimigos, qualquer problema estrutural passa a ser algo muito pequeno. E se tem algo que sempre foi irrelevante em um filme do Godzilla, são as coisas pequenas.


Imagens e Vídeo: Divulgação/Warner Bros. Pictures

Reader Rating2 Votes
7
7.5

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

Cinema

Compartilhar artigo

Avatar de Deivid R. Purificação
Me siga Escrito por

Deivid R. Purificação

Cinéfilo assíduo desde que se conhece por gente,e um amante da nona arte. É da linha de David Lynch que acredita no potencial onírico das artes.

Outros Artigos

Design sem nome 3
Anterior

Crítica: Kardec – A História por Trás do Nome

MIB Internacional 1
Próximo

Sérgio Mallandro invade o universo de “MIB: Homens de Preto – Internacional” em novo filme

Próximo
MIB Internacional 1
6 de junho de 2019

Sérgio Mallandro invade o universo de “MIB: Homens de Preto – Internacional” em novo filme

Anterior
5 de junho de 2019

Crítica: Kardec – A História por Trás do Nome

Design sem nome 3

One Comment

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Flamengo Pedro
    Flamengo x Benfica: Onde Assistir Ao Vivo, Horário, Escalações e Tudo Sobre o Amistoso
    Gabriel Fernandes
    Rock in Rio: Foo Fighters
    Rock in Rio 2026 | Como Foo Fighters Se Tornou Uma das Maiores da História do Festival
    Gabriel Fernandes
    Bahia Fluminense Amistoso 2026 IA
    Bahia Enfrenta o Fluminense em Último Amistoso Antes da Retomada da Temporada
    Anne Chaves
    Vasco Pedro Emanuel IA
    Pedro Emanuel é Anunciado, Vasco Pode Perder Hugo Moura e Mantém Deossa no Radar: o Dia do Cruz-Maltino
    Bruno Baptista
    Diários de uma Apotecária
    Diários de uma Apotecária | O Anime que Revive uma Era Imperial
    Mariana Centurion

    Posts Relacionados

    O Convite The Invite

    O Convite | Um Jantar Caótico Sobre Intimidade e Relacionamentos

    Junior Fernandez
    10 de julho de 2026
    Live-Action de Moana

    Live-Action de “Moana” Consolida a Era do Rebranding Corporativo da Disney

    Cesar Monteiro
    8 de julho de 2026
    Sintonia Nando Entre Dois Mundos Netflix 1

    Nando Entre Dois Mundos | Sintonia Ganha Filme na Netflix e Nando Retorna em Nova Jornada Marcada pelas Consequências do Passado

    Jéssica Meireles
    7 de julho de 2026
    James gunn 3

    A “Vigarice” Deu Errado: Por Que a Fórmula de James Gunn Afundou Supergirl e Ativou o Alerta da DC?

    Luís Gustavo Dias
    7 de julho de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx