Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: A Criada

Avatar de Rodrigo Chinchio
Rodrigo Chinchio
7 de janeiro de 2017 3 Mins Read

15879288 1634517590175982 502508783 n

Desde o seu maior sucesso – para muitos sua obra prima – “Oldboy”, Park Chan-Wook vem chamando a atenção pelo seu talento em criar histórias violentas, com personagens fortes e que, geralmente, buscam vingança. O estilo cru, contrastando-se com a beleza dos planos, transforma seus filmes em epopeias sanguinárias cheias de estilo. No novo trabalho ele não foge à regra, pois cria um dos filmes mais impactantes visualmente de 2016 e também traz seus temas usuais, porém abre o leque para discussões que fazem parte de nossa vida moderna, apesar do filme se passar em 1930.

“A Criada” teve uma sessão concorrida no Festival de Cannes 2016, onde foi muito bem recebido pela crítica, chegando a ganhar um prêmio de melhor direção artística. O longa foi também indicado à categoria de filme estrangeiro pela Coréia do Sul ao Oscar mas, infelizmente, ficou de fora da última pré-lista divulgada pela academia de Hollywood.

O filme é baseado no livro “Fingersmith”, de Sarah Waters, e a história se passa durante a ocupação japonesa na Coréia do Sul em 1930. Sook-hee é contratada como criada da rica herdeira japonesa Hideko, que vive isolada numa propriedade com o seu dominador tio Kouzuki. Mas a empregada tem um segredo: ela e um vigarista, que se apresenta como um conde japonês, planejam combinar um noivado, roubar a senhora e trancá-la num hospício.

A gama de tramas conta com atuações construídas de acordo com sua proposta temática. Temos o exagero cômico dos vigaristas, o comportamento Blasé da mimada herdeira e a postura de vilão do tio. Esses arquétipos explanam questões morais claramente, trazendo simplicidade para temas complexos.

Como em seus longas anteriores, o cineasta usa do humor negro em cenas de tensão, causando aquele riso nervoso da plateia. A questão da vingança está presente em “A Criada”, e é mostrada de uma forma universal, como uma vingança de gênero sexual, pois aqui, Park Chan-Wook se debruça sobre a condição da mulher em uma sociedade extremamente machista, a japonesa/coreana. As heroínas homossexuais contra os machos ditadores.15935259 1634518146842593 1372886751 oO prêmio de direção artística em Cannes se justifica pela capacidade que o filme tem em expor sua proposta por meio dos cenários e figurinos. Um exemplo se dá nas cenas passadas na mansão, que, apesar de enorme, parece uma caixa selada, onde as personagens só possuem acesso aos compartimentos internos, abrindo e fechando as típicas portas das casas japonesas. Durante o dia, Hideko vaga intocável por esses cômodos, com sua beleza angelical e seus vestidos brancos; à noite, ela se transforma em narradora de contos imorais, com vestimentas vermelhas e até outra que lhe proporciona a aparência de uma serpente com escamas verdes e pretas. As sessões são apresentadas em um ambiente que imita um jardim japonês misturado com teatro de arena, onde a plateia é composta por ricos libertinos e colecionadores de livros raros. Mesmo em cenas externas há a impressão de repreensão, pois a mansão é cercada por uma floresta que, apesar de bela em suas cores, é extremamente lúgubre.

Hideko vive em cárcere, treinada desde criança a se curvar perante o tio, mas com a chegada de Sook-heem (mesmo que esta tenha chegado, inicialmente, para aplicar um golpe), recebe um sopro de vida e percebe que pode se libertar. A explosão sexual que acontece entre as duas é apresentada em sua forma mais extrema no clímax do filme, onde a questão da emancipação feminina fica clara; as amarras são derrubadas, assim como as paredes da caixa selada.

Park Chan-Wook acerta em abordar a opressão que o sexo feminino vem sofrendo desde os primórdios e ainda em criar, a partir deste tema, uma história de amor, um amor por vezes selvagem, mas com amostras da delicadeza que só a mulher é capaz de expressar.

https://www.youtube.com/watch?v=_1otRqpCIfk

Reader Rating0 Votes
0
8

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

Cinema

Compartilhar artigo

Avatar de Rodrigo Chinchio
Me siga Escrito por

Rodrigo Chinchio

Formou-se como cinéfilo garimpando pérolas nas saudosas videolocadoras. Atualmente, a videolocadora faz parte de seu quarto abarrotado de Blu-rays e Dvds. Talvez, um dia ele consiga ver sua própria cama.

Outros Artigos

055192.jpg r 1920 1080 f jpg q x xxyxx
Anterior

Crítica: Mistério na Costa Chanel

21044479 20130926191745012
Próximo

Crítica: Eu matei minha mãe

Próximo
21044479 20130926191745012
7 de janeiro de 2017

Crítica: Eu matei minha mãe

Anterior
6 de janeiro de 2017

Crítica: Mistério na Costa Chanel

055192.jpg r 1920 1080 f jpg q x xxyxx

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade

    Posts Recentes

    Pecadores
    Pecadores | Ryan Coogler Revela a Cena Que Foi Mais Difícil Filmar
    Amanda Moura
    Taylor Swift em "The End of an Era"
    Taylor Swift Paga Bônus Bilionário Aos Funcionários da “The Eras Tour”
    Amanda Moura
    Filme Sexa com Glória Pires
    Sexa | Etarismo Mais do Mesmo
    Amanda Moura
    The game Awards
    The Game Awards 2025 | Conheça os Vencedores do Oscar dos Games
    Rodrigo Chinchio
    Sorry, Baby
    Sorry, Baby | Entre o Humor Culposo e a Dor Silenciosa
    Rodrigo Chinchio

    Posts Relacionados

    Pecadores

    Pecadores | Ryan Coogler Revela a Cena Que Foi Mais Difícil Filmar

    Amanda Moura
    14 de dezembro de 2025
    Filme Sexa com Glória Pires

    Sexa | Etarismo Mais do Mesmo

    Amanda Moura
    12 de dezembro de 2025
    Sorry, Baby

    Sorry, Baby | Entre o Humor Culposo e a Dor Silenciosa

    Rodrigo Chinchio
    11 de dezembro de 2025
    Warner Netflix Paramount

    Paramount x Warner | Oferta de US$ 108 Bilhões Promete Virar o Jogo na Guerra do Streaming

    Aimée Borges
    8 de dezembro de 2025
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
    Banner novidades amazon