Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: A Mulher Mais Assassinada do Mundo

Oswaldo Marchi
13 de setembro de 2018 3 Mins Read

mulher mais assassinada do mundo poster“Splatter horror” é a definição atribuída a filmes de terror que abusam da violência com efeitos visuais gráficos e grotescos, um gênero que surgiu nas telas nos anos 1960 e se mantém vivo nas produções B até hoje. O que muitos não sabem é que, assim como diversos elementos do cinema, o splatterhouse teve as suas origens nos palcos, mais especificamente no teatro francês “Grand Guignol”, que realizava peças sobre brutais assassinatos  durante parte da primeira metade do século 20. Baseado nesse fenômeno, surge o Original Netflix “A Mulher Mais Assassinada do Mundo”, que narra uma versão fictícia da vida de uma das principais atrizes dessas apresentações.

A personagem que dá o nome ao longa é Paula Maxa (Anna Mouglalis), uma atriz conhecida em Paris por ser morta de maneiras diferentes todas as noites nos palcos do Grand Guignol, espetáculos esses que têm atraído tanto a curiosidade como a revolta do público. Quando a violência no bairro aumenta, Jean (Niels Schneider), um jovem repórter, pesquisa uma relação entre as apresentações e os assassinatos que ocorrem na cidade, ao mesmo tempo em que desenvolve um relacionamento com Paula e descobre que alguém tem planos para assassiná-la de verdade.

Com uma história dessas, é difícil não enxergar a influência dos giallo – suspenses de assassinato italianos dos anos 1970 – no longa, tanto por seus personagens, principalmente o jornalista investigativo, quanto pela sua trilha sonora de jazz experimental. Porém, ao contrário do gênero ao qual paga tributo, o roteiro de “A Mulher Mais Assassinada do Mundo” não esconde muitos mistérios em sua obviedade.

Sem saber se é um suspense ou um drama, o script falha em ser ambos. Suas tramas e subtramas parecem um amontoado de ideias mal aproveitadas – algumas que são abandonadas ao longo do filme – e nenhuma das discussões que parece propor têm algum propósito. “O que acontece na sua cabeça é pior do que o que acontece no teatro” diz um dos intérpretes para um grupo de cidadãos que protestam na frente do local, parecendo abrir espaço para uma crítica sobre censura, tema que, infelizmente, é esquecido logo depois.mulher mais assassinada 2

Se partes da história parecem existir sem motivo, a direção de Franck Ribière é um acompanhamento perfeito de técnicas gratuitas. Vários elementos são utilizados apenas uma vez durante a produção e parecem totalmente deslocados: os jump cuts na cena inicial, o lettering que apresenta a personagem principal escrevendo seu nome na tela, um diálogo no qual Paula quebra a quarta barreira e fala com a audiência, um voice-over explicativo desnecessário, enfim, um turbilhão de superfluidades.

Onde o longa se destaca porém, é em seu design, que é conciso ao representar a versão de Paris dos anos 1930 em todo seu glamour e sujeira. Também são notáveis os efeitos práticos, que são tão grotescos e eficientes como em uma produção slasher dos anos 1980, com a notável exceção de uma cena que usa de computação gráfica – que em si, não seria um problema – para representar um dos efeitos utilizados no palco pela trupe do Grand Guignol.

Tudo isso é amarrado com uma fotografia que remete bastante ao gênero noir, utilizando de um alto contraste entre sombras e cores fortes. Essa referência, porém, não é sempre bem-sucedida, já que diversas cenas parecem ter sido modificadas na pós-produção para ficarem mais sombrias e acabam tão escuras que são de difícil compreensão. Já nas cenas de flashback, acontece o contrário: o branco é estourado demais, e as sequências também se tornam ininteligíveis.

“A Mulher Mais Assassinada do Mundo” parece mais um emaranhado de ideias diferentes do que algo que segue uma linha de raciocínio lógico. No fim, é difícil levar a sério um longa que coloca uma cartela explicando o que aconteceu com seus personagens na vida real e contradizendo o final do próprio filme. A produção é mediana e decepcionante, mas a essa altura do campeonato, ninguém espera mais do que isso de um “Original Netflix”.

https://www.youtube.com/watch?v=zI7mRFHuWEI

Reader Rating0 Votes
0
5.5

Quer estar por dentro do que acontece no mundo do entretenimento? Então, faça parte do nosso  CANAL OFICIAL DO WHATSAPP e receba novidades todos os dias.

Tags:

CinemaFrançaNetflixOriginal Netflix

Compartilhar artigo

Me siga Escrito por

Oswaldo Marchi

Publicitário formado no Rio de Janeiro, tem mais hobbies e ideias do que consegue administrar. Apaixonado por cinema e música, com um foco em filmes de terror trash e bandas de heavy metal obscuras. Atualmente também fala das trasheiras que assiste em seu canal do Youtube, "Trasheira Violenta".

Outros Artigos

1346442.jpg r 1920 1080 f jpg q x xxyxx
Anterior

Crítica: O Banquete

OCaminhoDoArtista2
Próximo

Resenha: O Caminho do artista, de Julia Cameron

Próximo
OCaminhoDoArtista2
13 de setembro de 2018

Resenha: O Caminho do artista, de Julia Cameron

Anterior
11 de setembro de 2018

Crítica: O Banquete

1346442.jpg r 1920 1080 f jpg q x xxyxx

One Comment

  1. Psicogata Carnavalesca disse:
    22 de fevereiro de 2019 às 23:48

    Putz, eu curti o filme. Vi um monte de coisas que não acreditei que veria, levantou umas questões sobre horror bem legais, e pra mim (obviamente) ele cumpriu o papel direitinho que era: entreter. Na verdade ele me deu muito mais que isso, mas aqui não é meu espaço hehe. No mais, concordo que pareceu que faltou tempo pra desenvolver, talvez ele funcionasse melhor como serie.

    Responder

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Publicidade

Posts Recentes

Magnum ou Wonder Man é série da Disney+
Magnum | Novidade no universo da Marvel, apresenta um super-herói que é ator e convive com a ansiedade
Roberto Rezende
O diabo veste prada 2
O Diabo Veste Prada 2 | Trailer é Lançado Durante o Grammy
Hugo Santiago
Socorro! e Iron Lung arrasam nas bilheterias mundiais
Socorro! e Iron Lung | Filmes de Terror Fazem Ótimas Estreias nas Bilheterias Globais
Amanda Moura
Animação - Procurando Nemo
A Revolução dos Filmes de Animação | Da Mesa de Desenho ao CGI
Lalla
"As Faces da Morte" estreia em abril nos cinemas
As Faces da Morte | Reboot do Clássico do Terror Ganha Teaser e Data de Estreia
Amanda Moura

Posts Relacionados

Magnum ou Wonder Man é série da Disney+

Magnum | Novidade no universo da Marvel, apresenta um super-herói que é ator e convive com a ansiedade

Roberto Rezende
2 de fevereiro de 2026
O diabo veste prada 2

O Diabo Veste Prada 2 | Trailer é Lançado Durante o Grammy

Hugo Santiago
2 de fevereiro de 2026
Socorro! e Iron Lung arrasam nas bilheterias mundiais

Socorro! e Iron Lung | Filmes de Terror Fazem Ótimas Estreias nas Bilheterias Globais

Amanda Moura
1 de fevereiro de 2026
Animação - Procurando Nemo

A Revolução dos Filmes de Animação | Da Mesa de Desenho ao CGI

Lalla
30 de janeiro de 2026
  • Sobre
  • Contato
  • Collabs
  • Políticas
Woo! Magazine
Instagram Tiktok X-twitter Facebook
Woo! Magazine ©2024 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx
Banner novidades amazon