Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
Crítica de TeatroEspetáculos

Crítica: A Ponte

Avatar de D'Andrade
D'Andrade
29 de junho de 2019 3 Mins Read
20190626 162106 0000

Nem sempre é fácil ter diálogo com familiares, às vezes a comunicação com um amigo, com um namorado(a), até mesmo com um desconhecido se mostra mais aberta do que com aqueles que temos laços sanguíneos. Em a “A Ponte”, peça em cartaz no CCBB do Rio de Janeiro, podemos ver um pouco disso através da  história de três irmãs de personalidades e realidades muito distintas que são colocadas em um ambiente de nervos à flor da pele quando precisam cuidar de sua mãe doente. Ao mesmo tempo em que a situação pede união, as três precisam refletir sobre conflitos passados para eliminar antigos fantasmas e terem, assim, uma boa convivência.

A peça reúne momentos de monólogos, nos quais cada uma das personagens possui seu tempo para desabafar com o público sobre seus dramas mais profundos. Com uma veia cômica que dá leveza as passagens, sem precisar se desprender do drama, a peça transita entre os acontecimentos de forma equilibrada e natural. O melhor da união desses aspectos é como os personagens conseguem flutuar entre eles, através de diálogos fortes, crescentes, e que quase nunca terminam da maneira que começaram (a ponto de uma cena cômica se transformar rapidamente em um momento de tristeza e dor ou um drama inicial ser concluído com um misto de lágrimas e gargalhadas).

Todavia, o grande trunfo do texto e seus ricos diálogos é a forma como eles inicialmente constroem as personagem em suas certezas, e na forma como elas interagem, para depois, através de aspectos análogos a história e diante da nossa vista, desconstruir a confiança de cada uma.

Enquanto isso, a ponte que dá nome a peça serve de aspecto simbólico como um trauma passado que une todas as três mulheres. Cada qual com sua lembrança sobre esse símbolo. A ideia de que cada uma tem a sua visão distinta daquele local, nos remete também a diferença de personalidade entre as três.

Maria Flor (Louise), Bel Kowarick (Theresa) e Debora Lamm (Agnes) possuem uma sintonia única, a interação entre as três reúne um conjunto de caracterização, boas atuações e naturalidade que, por sua vez, implicam realidade às personagens, nos remetendo a pessoas do cotidiano, como um tia ou uma mãe que provavelmente seriam parecidas com uma daquelas três mulheres.

Uma cozinha, com uma mesa central e uma harmonização de tons vermelhos (que vai desde as frutas dispostas na mesa, até os recipientes espalhados por toda parte), dá vida ao cenário que funciona bem e agrade bastante – visualmente falando. O cheiro do café provoca o público em um primeiro momento, trazendo a gostosa lembrança da nossa casa, da nossa própria mãe. Uma tela colocada em frente a plateia, por baixo da mesa, serve não só para dividir os atos do espetáculo como também para trazer humor com aquilo que não se vê – como a série que Louise (Maria Flor) acompanha no quarto.

De forma satisfatória, o texto de Daniel MacIvor prende o público com uma história bem construída e de fácil compreensão. A direção de Adriano Guimarães acrescenta a esse cenas com discussões fervorosas, muito bem arquitetadas, que ficam ainda melhor com a potência de voz e expressões das atrizes. A comicidade é bem imprimida durante alguns momentos, enquanto os monólogos (de forma metafórica) insere a personalidade daquelas mulheres e quebram a barreira da quarta parede.

No fim, a história passa uma mensagem fácil de ser compreendida e, ao mesmo tempo, comum a uma sociedade em que muitas são as pessoas que possuem alguma dificuldade de interação familiar, ainda mais quando as características são tão distintas.


apontestreia
Crítica: A Ponte
Sinopse
Prós
Contras
4.5
Nota

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

CCBBCCBB RJPeçaTeatro

Compartilhar artigo

Avatar de D'Andrade
Me siga Escrito por

D'Andrade

Cria da Baixada Fluminense e apaixonado por cinema desde sempre. Hoje escrevo roteiros, atuo na produção audiovisual, vou dirigir meu primeiro filme e me dedico a cada dia mais a aprender sobre o cinema. Fã de Steven Spielberg e louco por Jurassic Park, me encontro melhor quando estou perto de sucessos populares, de Titanic a Minha Mãe é uma Peça.

Outros Artigos

Home Aranha Longe de casa 3
Anterior

Futuro do MCU nas cenas pós crédito de Longe de Casa?

3ED053A4 C210 4437 93D4 F94ADA31F5AA
Próximo

Saiba quais serão as atrações da Game XP 2019

Próximo
3ED053A4 C210 4437 93D4 F94ADA31F5AA
29 de junho de 2019

Saiba quais serão as atrações da Game XP 2019

Anterior
28 de junho de 2019

Futuro do MCU nas cenas pós crédito de Longe de Casa?

Home Aranha Longe de casa 3

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade
    Banner

    Posts Recentes

    Detonautas Convida Biquini
    Laufey no Rock in Rio 2026: O Oásis de Jazz e Bossa Nova que Venceu a Indiferença da Multidão
    Cesar Monteiro
    Os Últimos 5 Anos
    Os Últimos 5 Anos Retorna a São Paulo Para Celebrar Um Romance Que Nunca Envelheceu
    Daniel Gravelli
    K-pop no Rock in Rio - Stray Kids
    Rock In Rio Vive Seu Primeiro Grande Dia de K-Pop Nesta Sexta
    Aimée Borges
    Jon Batiste Rock in Rio Palco Mundo
    Jon Batiste Usa Liturgia do Groove e Transforma o Palco Mundo em Culto de Libertação no Rock in Rio 2026
    Cesar Monteiro
    Avenida Brasil - Tufão e Carminha
    Avenida Brasil 2 é Anunciada Oficialmente pela Globo e Já Tem Estreia Prevista Para 2027
    Jéssica Meireles

    Posts Relacionados

    Os Últimos 5 Anos

    Os Últimos 5 Anos Retorna a São Paulo Para Celebrar Um Romance Que Nunca Envelheceu

    Daniel Gravelli
    8 de setembro de 2026
    Hadestown Prime Video 1

    Hadestown na CCXP26 | Aclamado Musical da Broadway terá Painel Antes da Estreia no Brasil

    Roberto Rezende
    7 de setembro de 2026
    O Fantasma de Friedrich

    Nietzsche Vira Fantasma em Musical Punk Sobre Juventude e Saúde Mental

    Daniel Gravelli
    6 de setembro de 2026
    Cisne Negro Cia. de Dança

    Itamar Assumpção e Maracatu Se Encontram no Palco da Cisne Negro

    Daniel Gravelli
    3 de setembro de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx