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CríticaFilmes

Crítica: Albert Nobbs

Convidado Especial
25 de março de 2017 3 Mins Read
Quem é ele?

albertnobbsposter

Sobrevivência. Em Dublin, no século XIX, as coisas não eram fáceis. Foi para conseguir ter uma vida digna que um dia uma moça resolveu se transformar em “Albert Nobbs”.

Glenn Close já havia representado esse papel em 1982 numa montagem off-Broadway e foi indicada ao Oscar – não levando o prêmio – por este filme, no qual teve participação além das câmeras: co-escreveu o roteiro – baseado num conto do escritor irlandês George Moore – criou a letra de uma das músicas da trilha (“Lay your head down”, interpretada por Sinead O’Connor) e também foi uma das produtoras.

Albert trabalha como garçom no Morrison’s Hotel, dirigido pela astuta Sra. Baker (Pauline Collins). É uma figura peculiar, excelente profissional, mas extremamente reservado e que sempre se apresenta numa postura tensa, quase parecendo um boneco de cera. Talvez, por isso, gere um certo estranhamento por parte de alguns empregados do hotel, como a jovem Helen Dowes (Mia Wasikowska), que ele corteja sem sucesso, na esperança de conseguir uma esposa.

Muitos podem achar inverossímil haver duas mulheres travestidas no filme. Mas no século XIX, numa sociedade tão opressora para o sexo feminino, quantas não devem ter feito o mesmo, na realidade? Hubert Page (Janet Mc Teer) é o pintor de paredes que também esconde sua verdadeira identidade para salvar a própria pele. É através dele que Albert começa a enxergar a possibilidade de buscar uma vida menos solitária.albertnobbs2 e1490420174164
As duas atrizes – Glenn Close e Janet Mc Teer – desempenham seus papéis com maestria e seguindo linhas totalmente opostas. Seus personagens são bem construídos, sem cair em maneirismos ou estereótipos. O contraste físico também é curioso: Albert é um homem pequeno, empertigado, quase sem expressão; Hubert é alto, avantajado e vigoroso. O filme tem um quê de “Downton Abbey” no que toca ao universo dos empregados, bastante interessante de ser observado. No entanto, o romance tumultuado entre Helen e Joe Mackins (Aaron Johnson) é um tanto cansativo às vezes e já podemos prever como irá terminar. O casal de atores, porém, não deixa a desejar em sua performance: ele, como o aproveitador temperamental e ela, a menina que não se dá ao trabalho de disfarçar a estranheza que Nobbs lhe provoca durante seus passeios.

Merecem destaque também Brendan Gleeson, como Dr. Holloran, médico que mora no hotel e transita muito bem no ambiente dos empregados – bem até demais, como poderão ver; e Bronagh Gallagher, como Catheleen, a bem humorada e hospitaleira esposa de Page.

O figurino é fiel à época retratada no filme e especialmente interessantes são as fantasias de um baile que acontece no hotel. Na fotografia predominam tons melancólicos, frios, exceto quando a imaginação de Nobbs cria o cenário em que seus planos se realizam. Locações bem escolhidas são o jardim em que Albert e Helen tem uma importante conversa e a praia em que ele experimenta poucos minutos de liberdade vivendo o que seria sua identidade original – uma cena bela e engraçada ao mesmo tempo.

Rodrigo García – filho do escritor Gabriel García Márquez – fez um bom trabalho de direção, especialmente no que se refere ao elenco. A propósito, esta foi a sexta vez que Glenn Close foi indicada ao Oscar de melhor atriz  – e pela sexta vez não levou. O que nos conforta é saber que nesta ocasião a vencedora foi Meryl Streep, que depois de uma série de indicações desde a premiação por “Kramer vs. Kramer” em 1980, finalmente ganhou. Intrigante saber porque Hollywood resiste tanto a premiar atrizes desse quilate.

https://www.youtube.com/watch?v=y5b4c5x0SIk


Neuza Rodrigues

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8.5

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Tags:

DramaGlenn CloseNetflix

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