Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Anna Karenina – A História de Vronsky

Avatar de Rodrigo Chinchio
Rodrigo Chinchio
6 de junho de 2018 3 Mins Read

1968290.jpg r 1920 1080 f jpg q xPersonagem clássica da literatura russa e mundial, Anna Karenina retorna às telas do cinema sob o ponto de vista de seu amante Vronsky. “Anna Karenina: A História de Vronsky” parte do ponto de vista da guerra russo-japonesa, em 1904, na Manchúria. Em um hospital militar russo nas estações de retirada de um vilarejo chinês parcialmente destruído, Sergei Karenin, descobre que o Conde Vronsky, ferido e em recuperação ali, é o homem que arruinou a vida de sua mãe, Anna Karenina. Sem nutrir esperanças ou esperar respostas, Karenin faz a Vronsky a pergunta que o vem atormentando por toda a vida: o que fez a sua mãe tirar a própria vida? Depois de hesitar um pouco, Vronsky concorda em contar a história de seu trágico amor por Anna Karenina, ressaltando que as pessoas só lembram o que escolhem se lembrar. Imerso no passado, Vronsky começa a rememorar uma história de 30 anos atrás e finalmente percebe o quanto, ao longo dos anos, esteve sufocado pelo passado.

Cabe ao cineasta Karen Shakhnazarov assinar a direção, o roteiro e a produção, baseado no romance “Anna Karenina”, de León Tolstói, e nas “Notas de um Médico sobre a Guerra Russo-Japonesa”, de Vikenty Veresaev. O filme que parte do encontro entre o Dr. Sergei Karenin, filho de Anna, e Vronsky,é muito bem constituído e ambientado. Entre os percalços passionais em meio a conflitos históricos, a direção de arte e o figurino também se destacam pelo trabalho impecável. Uma atmosfera suntuosa é montada em meio à hipocrisia da burguesia. Burguesia essa que dominava o país (ou ainda domina) com toda sua elegância e pompa que transparecem em cada frame filmado por Shakhnazarov.001As atuações são soberbas, mesmo que carregada no tom teatral da obra, talvez essa fosse a proposta do diretor. Competente e belíssima, a atriz Elizaveta Boyarskaya entrega a melhor Anna Anna Karenina do últimos anos, ultrapassando em muito a de Keira Knightley no filme de Joe Wright lançado em 2013. Já Maksim Matveyev é seguro em transpor para a tela o Conde Vronsky. Apostando na densidade dos personagens, assim como das atuações que transcende o romantismo da obra de Tolstoi. Karen Shakhnazarov captura o romance via flashback, este por sinal, cada vez mais domina as telas, esquecendo, por um momento a realidade de Vronsky na guerra. Aliás, as cenas das batalhas são espetaculares! A linguagem cinematográfica é precisa, ao mesmo tempo em que é grandiosa. As filmagens foram realizadas simultaneamente às da minissérie Anna Karenina, também dirigida por Karen Shakhnazarov exibida no canal estatal Rússia-1, em 2017.

Enquanto a produção televisiva está mais próxima do clássico de Tolstói, o longa, que também estreou na Rússia no ano passado, logo após o seriado chegar ao fim, segue o viés do livro de Veresaev, com um Vronsky envelhecido reavivando as memórias do passado. Anna Karenina: A História de Vrosnky perde um pouco de sua profundidade ao tornar rarefeita, ou simplesmente protocolar, a dinâmica antes estabelecida entre passado e presente. Personagens importantes são deixando gradativamente em segundo plano, o que priva o longa de desenhar, a partir da fricção entre contador e ouvinte, uma linha de observação constante, potencialmente capital. O que é animador, no entanto, é ver a adaptação de uma obra Russa tão importante sendo feita no seu país de origem. Nada de inglês na boca dos personagens e sim a língua de origem do livro. Talvez, Tolstói e Vikenty Veresaev  gostassem do resultado, já que o filme segue o caminho grandioso de suas obras, mesmo que haja informações de que o próprio Tolstói não gostava de sua história. Pode ser que o resultado filmado o fizesse mudar de ideia.

Reader Rating0 Votes
0
8

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

CinemaDramaEstreiaLivros

Compartilhar artigo

Avatar de Rodrigo Chinchio
Me siga Escrito por

Rodrigo Chinchio

Rodrigo Chinchio é colaborador da Woo! Magazine, onde escreve sobre cinema com a autoridade de quem se formou cinéfilo garimpando pérolas nas videolocadoras. Especialista em encontrar filmes que o algoritmo jamais recomendaria, mantém em seu quarto uma coleção de Blu-rays e DVDs que rivaliza com qualquer acervo físico do país, e que ainda o impede de ver a própria cama.

Outros Artigos

34369133 10215653065147227 1404493948340142080 n e1528033325710
Anterior

FLUP 2018 – Festa Literária das Periferias

Oito Mulheres 1
Próximo

Crítica: Oito Mulheres e um Segredo

Próximo
Oito Mulheres 1
6 de junho de 2018

Crítica: Oito Mulheres e um Segredo

Anterior
5 de junho de 2018

FLUP 2018 – Festa Literária das Periferias

34369133 10215653065147227 1404493948340142080 n e1528033325710

Sem comentários! Seja o primeiro.

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade
    Banner
    Banner
    Banner

    Posts Recentes

    Personagem Bella
    Por Trás da Ficção | 3 Personagens Que Precisavam de Ajuda
    Lipe Machado
    O Fantasma de Friedrich
    Nietzsche Vira Fantasma em Musical Punk Sobre Juventude e Saúde Mental
    Daniel Gravelli
    Detonautas Convida Biquini
    Detonautas e Biquini no Rock In Rio 2026 | Duas Gerações Fazem o Sunset Cantar Junto
    Daniel Gravelli
    Rise Against - Rock in Rio 2026
    Rise Against Transforma Perrengue em Show Explosivo no Rock In Rio 2026
    Aimée Borges
    Hot Milk
    Rock in Rio 2026 | Hot Milk Estreia no Brasil Com Guitarras, Emoção e Um Recado: Guarde o Celular
    Aimée Borges

    Posts Relacionados

    Personagem Bella

    Por Trás da Ficção | 3 Personagens Que Precisavam de Ajuda

    Lipe Machado
    6 de setembro de 2026
    A estranha na cama netflix 1 raphael montes bienal do livro

    Bienal do Livro de SP | Paolla Oliveira Participa de Mesa Sobre Novo Filme

    Ana Laura Moura
    5 de setembro de 2026
    Se eu fosse você 3 01 Festival do Rio

    Festival do Rio 2026 Anuncia 101 Filmes Brasileiros e 15 Estreias Mundiais

    Gabriel Fernandes
    5 de setembro de 2026
    Diário do Fogo 02

    Festival do Rio 2026 Terá Super-Herói Brasileiro e Terror Sobrenatural em Duas Estreias Mundiais

    Gabriel Fernandes
    5 de setembro de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx