Woo! Magazine

Menu

  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar

Siga nas Redes

Woo! Magazine

A imaginação ao seu alcance

Digite e pressione Enter para pesquisar

Lojinha
Woo! Magazine
  • Home
  • Editorias
    • Filmes
    • Séries/TV
    • Música
    • Geek
    • Literatura
    • Espetáculos
  • Especiais
    • SpotLight
      • Lollapalooza
      • D23
      • CCXP
      • Mostra SP
      • Festival do Rio
      • Rock in Rio
      • The Town
      • Bienal do Livro
      • Game XP
    • Entrevistas
    • Premiações
  • Streamings
    • Netflix
    • Amazon Prime Video
    • HBO Max
    • Disney+
    • Apple TV+
  • Listas
  • Colunas
    • Curiosidades
    • Terror
    • Internet
    • Business
    • Tecnologia
    • Esportes
    • Gravellizar
Instagram Tiktok X-twitter Facebook Pinterest
CríticaFilmes

Crítica: Halloween

Avatar de D'Andrade
D'Andrade
25 de outubro de 2018 4 Mins Read

A sequência que Halloween precisava

“Halloween“ comemora em grande estilo seus 40 anos como um dos maiores clássicos e um dos precursores do terror slasher. O filme ganha agora uma sequência que desconsidera todos os outros filmes da franquia até aqui (exceto o primeiro e homônimo) e traz de volta Jamie Lee Curtis, a eterna rainha do grito. Apesar de nunca ter sido deixada de lado, a franquia até hoje não tinha uma sequência de peso que fizesse justiça ao primeiro, mesmo já possuindo dez filmes.

Halloween
Imagem: Divulgação/Universal Pictures

Com uma trama bem montada e recheada de homenagens ao longa original, “Halloween”  é um filme de terror do subgênero slasher como há muito tempos não se via. Com uma boa montagem, trilha sonora bem posta, suspense bem criados, e mortes sangrentas e violentas bem arquitetadas, o filme prende e diverte. E assim nos recordamos o “por que” de Michael Myers ser um dos, se não o assassino serial killer mais frio da história do cinema.

A trama se passa exatamente quatro décadas após os acontecimentos do primeiro filme. Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) ainda é atormentada pelo fantasma de Michael Myers e isso fez com que ela terminasse dois casamentos e e também criou uma relação conturbada com a sua filha, a qual preparou toda a vida para enfrentar Michael Myers e preparou também a si própria, criando uma fortaleza segura onde estaria pronta caso Myers voltasse. Então, quando durante uma transferência Myers foge, exatamente as vésperas do Halloween, Laurie se ver obrigada a defender-se e proteger sua família. Enquanto isso, ele deixa um rastro de sangue na caçada para o acerto de contas.

Sem precisar prender-se na bagunçada linha do tempo criada pelas sequência anteriores e partindo apenas do primeiro filme, o roteiro consegue ter liberdade para criar uma história que, se por um lado é recheada clichês, por outro funciona muito bem. Uma vez que se tratando desse tipo de filme, clichê é regra e não exceção. E quarenta anos depois do acontecido, Michael Myers ainda inspira mistério por suas motivações e aleatoriedade para assassinar. Dizem que monstro é um termo relativo, mas no caso de Myers seria um termo definitivo. Usando de um artefato na história que se assimila do original o roteiro troca peças, mas mantém a forma de explicar a mente do assassino sob a visão do seu psiquiatra.

Michael Myers in Halloween 2018

Mas agora a mocinha não é mais indefesa, quarenta anos após os acontecimentos em que perdeu amigos assassinados, Laurie é uma mulher forte apesar de assombrada, e que se preparou esperando o confronto com Myers a vida toda.

Jamie Lee está impecável quanto a atuação e rouba a cena quando sai de caçada para caçadora. Enquanto isso o novo elenco e personagens são introduzidos de forma natural na história sem precisarem se explicar muito, fazendo com que o contexto ponha cada qual em seu lugar e com suas características próprias é profundidades bem definidas.

O filme desmistifica o fato que alguns pregam sobre o tipo de pessoas que Michael Myers mata, seriam eles jovens, depravados. Como dito anteriormente, defini-lo como monstro seria correto, pois não há motivação somente aleatoriedade.

O diretor David Gordon Green, bebe da fonte do primeiro filme para levar a história, com alguns planos sequência longos em cenas que saem de planos abertos para planos fechados e abrem novamente mostrando uma visão ampla de todo ambiente e acontecimentos bem coreografados de forma sutil. Uma coisa que não é muito usada neste e foi destaque no primeiro longa é a câmera subjetiva, mostrando a visão de Myers. E a grande diferença deste filme para o primeiro quanto a direção e a fluência da história é a agilidade nas cenas, e a quantidade de acontecimento encaixados no espaço de tempo do longa.

O design é outra bela homenagem que o filme faz para o longa original, trazendo já no letreiro inicial o mesmo estilo de arte mostrado em 1978.  E se formos falar em homenagem e nostalgia nesse filme, não podemos deixar de comentar a trilha sonora, inteiramente como a do longa original e que compõe perfeitamente as cenas.

Halloween 2018

Existem pequenos furos e cenas fisicamente inexplicáveis, coisas de praxe para esses tipos de filme, mas que não atrapalham a experiência. Em determinado momento o filme até engana o expectador trazendo uma virada inesperada na história mas essa não dura muito tempo e as coisas voltam ao fluxo esperado

O ponto alto do filme e mais esperado durante todo longa é o embate entre Myers e Laurie, todo o enredo se desenha para esse momento. E nessa parte a direção brinca com referencias, cria bons momentos de suspenses e uma dose de drama e redenção.

No fim esse “Halloween”, rejuvenesce a franquia mantendo a raiz que fez a mesma se tornar uma das mais famosas se tratando de terror slasher. Entretanto, para o analisarmos este podemos esquecer todas as outras sequencias da franquia e nós resguardamos a vê-lo como um filme unicamente relacionado ao original.

Sinopse
Prós
Contras
8.4
Nota

Entre na comunidade da Woo! Magazine no WhatsApp

Tags:

CinemaHalloweenslasherTerrorTerror Slasher

Compartilhar artigo

Avatar de D'Andrade
Me siga Escrito por

D'Andrade

Cria da Baixada Fluminense e apaixonado por cinema desde sempre. Hoje escrevo roteiros, atuo na produção audiovisual, vou dirigir meu primeiro filme e me dedico a cada dia mais a aprender sobre o cinema. Fã de Steven Spielberg e louco por Jurassic Park, me encontro melhor quando estou perto de sucessos populares, de Titanic a Minha Mãe é uma Peça.

Outros Artigos

Julia e a Raposa
Anterior

Crítica: Julia e a Raposa

O Anjo 7
Próximo

Crítica: O Anjo

Próximo
O Anjo 7
26 de outubro de 2018

Crítica: O Anjo

Anterior
25 de outubro de 2018

Crítica: Julia e a Raposa

Julia e a Raposa

3 Comments

    Deixe um comentário Cancelar resposta

    O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

    Publicidade
    Banner

    Posts Recentes

    Luis Castro Grêmio
    Grêmio Mantém Confiança Em Luís Castro E Garante Técnico Até O Fim Da Temporada
    Gabriel Fernandes
    X-Men
    X-Men Encontra Seu Anjo em Asa Germann, Astro de Gen V
    Daniel Gravelli
    Treinador do internacional
    Internacional Faz Últimos Ajustes Antes De Enfrentar A Chapecoense Pelo Brasileirão
    Gabriel Fernandes
    BGS 2026
    BGS 2026 | 10 Motivos Para Colocar a Feira na Sua Agenda Gamer
    Daniel Gravelli
    Lens Champions
    Lens Vira Sobre O Slavia Praga Nos Acréscimos E Estreia Com Vitória Na Champions League
    Gabriel Fernandes

    Posts Relacionados

    X-Men

    X-Men Encontra Seu Anjo em Asa Germann, Astro de Gen V

    Daniel Gravelli
    10 de setembro de 2026
    Minha Melhor Amiga - Ingrid e Mônica em cena

    Minha Melhor Amiga | Filme Transforma Amizade em uma História Sobre Amor e Família

    Jéssica Meireles
    10 de setembro de 2026
    Grenal O Maior Clássico das Américas - crédito Giros Filmes (3)

    “Grenal: O Maior Clássico Das Américas” Transforma Rivalidade Em Memória E Cinema

    Gabriel Fernandes
    10 de setembro de 2026
    Dolph Lundgren Grandes Máquinas

    Dolph Lundgren Une Cinema E Engenharia Em Nova Série Do History

    Gabriel Fernandes
    10 de setembro de 2026
    • Sobre
    • Contato
    • Collabs
    • Políticas
    Woo! Magazine
    Instagram Tiktok X-twitter Facebook
    Woo! Magazine ©2024 - 2026 All Rights Reserved | Developed by WooMaxx