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CríticaFilmes

Crítica: Horizonte Profundo – Desastre no Golfo

Avatar de Paulo Olivera
Paulo Olivera
3 de outubro de 2016 3 Mins Read
Ganancia em foco
 
Horizonte Profundo - Cartaz Se tem algo que o cinema hollywoodiano adora é uma boa catástrofe. Dizemos “boa”, no sentido de que dali pode extrair-se uma interessante história à ser contada no cinema, usando nomes famosos para propagar tal acontecimento, sendo verídico ou fictício. “Horizonte Profundo – Desastre No Golfo (Deepwater Horizon)” é mais um exemplar que surpreende apesar de alguns pesares.
 
Em abril de 2010, a plataforma petrolífera Deepwater Horizon entrou em colapso, explodiu e acarretou a morte de onze funcionários, vários feridos, cerca de 5 milhões barris vazados durante 87 dias, e se tornou o maior desastre ecológico da história dos Estados Unidos, contaminando 1.500 km do litoral norte-americano. Mas o que aconteceu após tal desastre não foi o foco, nem sequer mencionado diretamente, do longa dirigido por Peter Berg (O Grande Herói – 2013).
 
No roteiro escrito por Matthew Michael Carnahan e Matthew Sand, baseado no artigo dos jornalistas David Rohde e Stephanie Saul, temos um, talvez o maior, dos pesares. Se analisarmos criteriosamente existe oficialmente um desaster movie, com ação e drama, mas sem exatamente um roteiro. Ele nos apresenta, inicialmente, Mike Williams (Mark Wahlberg), sua mulher, Felicita Williams (Kate Hudson), e sua filha, Sydney (Stella Allen), antes de Mike embarcar para a plataforma onde passaria mais de duas semanas. Aos poucos vamos sendo apresentados à outros personagens com diálogos triviais, retratando o dia a dia dos que trabalham ali, mas acaba recheado de termos técnicos que fazem o desenvolver da trama enfraquecerem e assim, para um espectador desatento, perde-se um pouco o “fio da meada”.
 
É então que entra a bem trabalhada direção de Peter Berg, que conseguiu expor um resultado bom, diga-se de passagem, além do esperado. Ele começa acertando a escolha de planos mais fechados, criando uma sensação de prisão e/ou claustrofobia, mesmo em momentos mais leves. Usar câmera na mão e abraçar as imagens tremidas, fazem de sua narrativa visual algo mais verossímil e impactante, além de ser visível o que ele queria extrair dos atores e o fez.
 
Talvez o ponto máximo do filme seja os efeitos sonoros, bem feitos, bem executados e estonteantes ao ponto de te deixar tão aflito quanto os próprios personagens. Mérito válido também para a equipe de efeitos especiais e visuais, porém o segundo perde um pouco a mão e percebemos visivelmente, em alguns momentos, que é um trabalho de CGI. Se tratando de uma trama baseada numa história real, esse cuidado deveria ter sido um pouco maior, ainda que não comprometa o filme como um todo.
Horizonte Profundo 00
A dobradinha da direção e protagonista se repete e acerta mais uma vez. Ainda que Mark Wahlberg não entregue o que poderíamos chamar de sua melhor interpretação, ele consegue desenvolver-se apropriadamente e de forma convincente. O brilhante John Malkovich, o único e interessante representante da empresa BP (British Petroleum), tem uma ótima construção, carregando um sotaque e nos fazendo não odiar seu personagem, ainda que ele fosse a personificação da ganancia empresarial, ou chulamente falando, a personificação do “vilão”, a empresa. Mas o destaque fica para Kurt Russell, como Jimmy Harrell, com o devolvimento da imagem perfeita para um homem de comando, no qual todos os trabalhadores reportam e respeitam por seu profissionalismo e por sua personalidade.
 
Dentre os coadjuvantes, foi louvável ver que Kate Hudson ainda está em boa forma e que se manter um pouco afastada dos holofotes das comédias românticas fizeram bem para seu trabalho como atriz. Seu personagem é responsável por nos entregar outra falha: a falta de representatividade dos que esperam por notícias de seus familiares, passando horas de aflição, sem uma resposta, que foram quase ignorados no filme.
 
“Horizonte Profundo – Desastre No Golfo” é um filme bom, que se perdeu em alguns momentos, mas que consegue cativar seu espectador, ainda que só a representação da explosão não seja o suficiente quando tratamos da real história. Se quando sua produção foi anunciada muitos funcionários foram contra, por acreditarem que ela desonraria os homens que morreram, ele está aí para provar o contrário, tornando uma forma de homenagem aos que perderam suas vidas pela ganancia financeira de uma empresa que continua suas atividades, sem responder realmente pelos crimes cometidos.

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Tags:

AçãoDramaJohn MalkovichKate HudsonMark WahlbergPeter Berg

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Paulo Olivera

Paulo Olivera é mineiro, mas reside no Rio de Janeiro há mais de 10 anos. Produtor de Arte e Objetos para o audiovisual, gypsy lifestyle e nômade intelectual. Apaixonado pelas artes, workaholic e viciado em prazeres carnais e intelectuais inadequados para menores e/ou sem ensino médio completo.

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