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CríticaFilmes

Crítica: Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros

Avatar de D'Andrade
D'Andrade
20 de junho de 2018 3 Mins Read

Os dinossauros voltam a dominar os cinemas

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Em 1993, “Jurassic Park” chegou para revolucionar tudo que conhecíamos como cinema e efeitos especiais, com a direção de Steven Spielberg, o filme arrastou multidões aos cinemas e se tornou até então a maior bilheteria da história. Após esse grande sucesso o filme emendou duas sequências, “The Lost World – Jurassic Park” que recebeu criticas duríssimas na época principalmente por mudar muito o tom da história e “Jurassic Park 3” que com um roteiro cheio de buracos e história fraca deixou a franquia cair em esquecimento por anos.

Depois de 14 anos adormecida a franquia enfim ganhou em 2015 sua continuação, “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros”, com produção de Steven Spielberg o filme dessa vez foi dirigido por Colin Trevorrow. Na história, o parque dos dinossauros foi finalmente aberto e recebe cerca de 20 mil visitantes por dia. Fazendo uma alusão aos próprios espectadores, que diferente dos da década de 90 já estão acostumados a ver esses seres, o filme parte da premissa que ninguém se surpreende mais com dinossauros e por isso os geneticista do Jurassic World agora estão desenvolvendo um híbrido, Indominus Rex, um animal geneticamente modificado, projetado para impressionar o público. Mas o problema é quando esse animal extremamente inteligente consegue escapar e coloca em risco a vida de todos no parque.

O filme traz como protagonistas Claire Dearing (Bryce Dallas) que faz o papel de administradora do parque e Owem (Chris Pratt) um ex-militar e especializado em lidar com animais que foi contratado para tentar de alguma forma treinar as Raptores, Charlie , Echo, Delta e Blue. Os dois formam um par romântico um tanto estranho, mas que funciona bem na trama.

Como sempre não podiam faltar criança em um filme da franquia e as da vez são Zach (Nick Robinson) Gray (TySimpkins). Os dois são irmãos e sobrinhos de Claire. Eles vão passar o final de semana no Jurassic World enquanto os pais negociam o divórcio.

Já Henry Wu (B. D. Wong) é o único personagem da trilogia original que retorna, ele ainda continua com o trabalho de geneticista chefe, mas dessa vez do Jurassic World.

Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros
Imagem: Divulgação/Universal Pictures

Como era de se esperar o filme apostou na nostalgia, e ela ficou presente o tempo todo. Não é possível ver uma cena e não lembrar-se do clássico de 1993, e isso conquistou o público de imediato.

O roteiro, por sua vez, conseguiu encaixar duas coisas muito rejeitadas pelos fãs: raptores treinados e dinossauros híbridos. Houve um contexto na história na qual ficaram críveis. E sem tentar se arriscar muito seguiu uma cartilha previsível do início ao fim mas que deu muito certo. Chegada ao parque, tudo uma maravilha; Uma criatura foge e toca o terror; por fim a Rexy salva o dia com duas ajudas ilustres que roubaram a cena no filme, Blue e Mosassauro.

A trilha sonora composta por Michael Giacchino não optou por ficar presa aos clássicos temas de John Willians e de forma assertiva trouxe novos sons. E, mesque que estes não sejam tão marcantes como os anteriores mas compõe bem o filme.

Dessa vez a produção optou por usar menos efeitos práticos e mais CGI, algo que incomodou tendo em vista que o realismo diminuiu. O excesso de filtro azul também contribuiu para isso.

“Jurassic World – O Mundo dos Dinossauros” veio para dar vida de novo a franquia e conseguiu, o filme não é genial mas cumpre o seu papel, nos diverte, nos emociona e traz as novas gerações para o mundo dos dinossauros.

Sinopse
Prós
Contras
3.4
Nota

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Tags:

DinossaurosFranquiaJurassicJurassic ParkUniversal

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D'Andrade

Cria da Baixada Fluminense e apaixonado por cinema desde sempre. Hoje escrevo roteiros, atuo na produção audiovisual, vou dirigir meu primeiro filme e me dedico a cada dia mais a aprender sobre o cinema. Fã de Steven Spielberg e louco por Jurassic Park, me encontro melhor quando estou perto de sucessos populares, de Titanic a Minha Mãe é uma Peça.

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